🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Comece (e termine) pelos porquês

Não pude deixar de notar o paradoxo — possível e brilhantemente proposital — que há nas escolhas da Pixar.

15 de janeiro de 2021
12:31 - atualizado às 11:49
Imagem conceitual retrata incertezas nos mercados
Imagem: Shutterstock

Na semana passada, finalmente assisti à nova animação da Pixar, “Soul”, após indicações de amigos e familiares que a recomendaram como a melhor já realizada pelo estúdio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

Com um roteiro que mistura “Divertida Mente”, da própria Pixar, com o musical “La La Land”, aquele que quase levou o Oscar de Melhor Filme em 2017, “Soul” é mesmo um filme tocante, embora eu ainda prefira esses dois que o inspiraram.

O filme, que acompanha um músico de jazz em busca de seu propósito de vida (e além dela), é o capítulo mais recente de uma série de animações da produtora que marcam uma mudança brusca na temática de suas histórias.

Com exceção das continuações de franquias de sucesso — “Toy Story”, “Carros”, “Monstros” e “Os Incríveis” —, os novos roteiros têm se distanciado cada vez mais do universo infantil mais clássico para tratar de temas mais adultos e filosóficos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Up – Altas Aventuras” e “Wall-E” emocionaram o espectador ao retratar o luto e a solidão de seus protagonistas, ao mesmo tempo em que faziam críticas sociais à expansão imobiliária desenfreada, no primeiro filme, e à falta de sustentabilidade da ação humana que levaria o planeta a ser um imenso lixão no futuro, no segundo.

Leia Também

“Divertida Mente”, o melhor entre eles na minha opinião, é uma reflexão profunda de nossas emoções e de como elas são construídas desde a infância e modificadas através de novas experiências.

Já “Viva – A Vida é uma Festa” homenageia o feriado mexicano Dia dos Mortos para alternar entre o mundo dos vivos e o dos que já partiram, também retomando o luto como temática mais madura.

Todos, sem exceção, levaram para a casa a estatueta de Melhor Animação, o que indica que a estratégia pode estar dando certo e reforça a escolha do enredo de “Soul” sobre a construção da nossa personalidade e o que realmente importa na vida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não pude deixar de notar o paradoxo — possível e brilhantemente proposital — que há nas escolhas da Pixar. Ao mesmo tempo em que o filme se relaciona com nossos questionamentos mais íntimos na vida adulta, atingindo um novo público, não são as crianças aquelas que mais cultivam o hábito de perguntar o porquê de tudo o tempo todo?

Nesse ponto, acertaram em cheio: em que momento deixamos de ser a criança motivada pela curiosidade genuína sobre o sentido das coisas?

Em um dos TED Talks mais visualizados do YouTube, o palestrante Simon Sinek, autor do livro “Comece pelo Porquê”, argumenta que nossa comunicação precisa mudar de sentido para ser mais persuasiva.

Em vez de apresentarmos um produto, por exemplo, a partir de suas especificações técnicas, processo ou utilização, a prioridade seria seu propósito para a marca e para os desejos e vontades do consumidor. “Como” ou “o que” deveriam ficar em segundo e terceiro planos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O verdadeiro fã da Apple compra Apple, não produtos, hardware ou software da Apple, mas a marca em si. Muitos consumidores de um Tesla não compram apenas o carro elétrico e a tecnologia por trás, mas ideias mais abstratas de sustentabilidade e inovação.

A atividade de análise de investimentos, quando feita com diligência, também só existe com um porquê e com vários “por ques” que se renovam diariamente; não descansamos para que os investidores possam fazê-lo.

Na avaliação de fundos candidatos para se tornarem indicações da série Os Melhores Fundos de Investimento, não nos faltam “por ques”. A diligência de um time de gestão, com gestor, analistas, traders e economistas, é uma bateria contínua de perguntas e respostas.

Por que a decisão por um fundo long biased e não long only? Por que a cobrança de taxa de performance sobre um benchmark CDI em fundo de renda variável? Por que a queda maior do que seus concorrentes na crise causada pela pandemia de Covid-19?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Questionar tudo e a todos não é exclusividade nossa, é claro. Do lado de lá, um gestor de ações, por exemplo, está fazendo sua própria anamnese com as empresas, seus executivos, clientes, fornecedores e concorrentes à procura de vantagens ou desvantagens competitivas que justifiquem suas decisões.

A verdade é que entre as ciências exatas, a psicologia humana e a aleatoriedade, o mercado de gestão de recursos é um grupo de pessoas obsessivamente curiosas e sempre céticas para com as respostas a suas perguntas.

Isso faz com que o processo de análise qualitativa e quantitativa de um novo gestor seja mesmo demorado, podendo levar semanas, meses, anos — e já tivemos casos de gestores que aprovamos após quase uma dezena de conversas e estudos por mais de um ano.

O nome do jogo é minimizar os erros na indicação para não sair por qualquer coisinha: nada de trader de fundos, entrando e saindo de indicações boas ou ruins com frequência. Confiar em um gestor para movimentar sua grana — e remunerá-lo adequadamente por isso — é um casamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para dar uma ideia, existem, hoje, 690 gestores de fundos no Brasil, com R$ 5,7 trilhões sob gestão, concentrados nos cinco bancões. Nossa principal carteira de fundos da Empiricus tem apenas 26 desses gestores, selecionados a dedo e combinados na proporção ideal.

É motivo de orgulho, portanto, receber e compartilhar com os leitores a notícia de que o FoF Melhores Fundos, fundo da Vitreo inspirado por essa carteira, tem o melhor desempenho no Brasil desde seu lançamento em abril de 2019, à frente de outros 40 fundos de fundos de bancos, corretoras, private banks e family offices, todos com mais de R$ 100 milhões em patrimônio.

Mas, mais relevante do que o número em si é o processo de tomada de decisão. Daí, o principal questionamento que respondemos aos assinantes da série na publicação desta semana: por que o desempenho da carteira foi tão bom?

Não há dúvidas de que menos de dois anos ainda é curto prazo e que o retorno obtido no passado não é nenhuma garantia do retorno futuro, mas aprofundamos para entender a origem desse “alfa”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado é que 77% do retorno adicional veio de uma das nossas principais bandeiras na Empiricus: diversificação. Uma carteira com fundos pós-fixados, indexados à inflação, crédito privado, multimercados, ações, investimentos no exterior, dólar e ouro, foi capaz de ganhar do CDI no período.

Em outras palavras, um investidor que tivesse apenas comprado os respectivos benchmarks de cada classe nos pesos sugeridos, sem se preocupar com a gestão ativa dos fundos e não movimentasse o portfólio, já teria obtido um retorno interessante.

Já a seleção exclusiva de 26 gestores (para conhecê-los, Clique aqui), na média, bateu seus benchmarks, correspondendo a outros 16% do retorno adicional. Com exceção dos fundos de crédito privado, que passam por uma fase desafiadora desde meados de 2019 com a alta dos spreads, os multimercados e fundos de ações escolhidos para a carteira bateram o CDI e o Ibovespa, respectivamente.

Por fim, os 7% restantes podem ser atribuídos a “acertar a direção do mercado”, representado por decisões de realocar entre as classes ao longo do tempo. Nesse sentido, o aumento recente em Bolsa, compensado pela redução em crédito privado por acreditarmos que a assimetria não é atrativa, já tem ganhado dinheiro, além do aumento em ouro para o médio prazo e da aposta em criptoativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há também outro ponto de vista, mais abstrato, alinhado ao roteiro do último filme da Pixar: a contribuição do propósito, da alma, no resultado.

Se você acaba de se tornar assinante da série Os Melhores Fundos de Investimento, vai encontrar ali uma equipe obcecada em fazer, diariamente, as perguntas certas aos gestores, mas ainda mais em oferecer a qualquer investidor uma experiência em investimentos igual ou melhor à das famílias mais abastadas do país — esse é nosso propósito.

E se você já faz parte da família, não poderia estar mais feliz, de verdade, ao te acompanhar começando 2021 com mais dinheiro no bolso.

[the_ad_placement id="disclameir-2"]

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

CSN (CSNA3) quer convencer o mercado que agora é para valer, BTG bate mais um recorde, e o que mais move as bolsas hoje

9 de fevereiro de 2026 - 8:39

Veja os sinais que o mercado olha para dar mais confiança ao plano de desalavancagem da holding, que acumulou dívidas de quase R$ 38 bilhões até setembro

TRILHAS DE CARREIRA

O critério invisível que vai diferenciar os profissionais na era da inteligência artificial (IA)

8 de fevereiro de 2026 - 8:00

O que muda na nossa identidade profissional quando parte relevante do trabalho operacional deixa de ser feita por humanos?

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Carnaval abaixo de 0 ºC: os horários e os atletas que representam o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno

7 de fevereiro de 2026 - 9:02

Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Cuidado com o ouro de tolo ao escolher ações; acompanhe a reação ao balanço do Bradesco (BBDC4) e o que mais move a bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 8:45

Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos

SEXTOU COM O RUY

O “lixo” não subiu: empresas pagadoras de dividendos e com pouca dívida devem seguir ditando o ritmo na bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 6:07

Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A difícil escolha entre dois FIIs de destaque, e o que esperar dos resultados de empresas e da bolsa hoje

5 de fevereiro de 2026 - 8:33

As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Bolsa e o trade eleitoral — by the way, buy the whey

4 de fevereiro de 2026 - 20:00

Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda no valor da Direcional (DIRR3) é oportunidade para investir, e Santander tem lucro acima do esperado 

4 de fevereiro de 2026 - 8:38

Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O bloco dos bancos abre o Carnaval das empresas abertas: qual terá a melhor marchinha?

3 de fevereiro de 2026 - 8:36

Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O efeito Warsh: reação à escolha de Trump é um ajuste técnico ou inflexão estrutural?

3 de fevereiro de 2026 - 7:48

Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O custo e os benefícios do fim da escala 6×1 para as PMEs, e os dados mais importantes para os investidores hoje

2 de fevereiro de 2026 - 8:42

As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar

DÉCIMO ANDAR

Alinhamento dos astros: um janeiro histórico para investidores locais. Ainda existem oportunidades na mesa para os FIIs?

1 de fevereiro de 2026 - 8:00

Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Hora da colheita: a boa temporada dos vinhos brasileiros que superam expectativas dentro e fora do país

31 de janeiro de 2026 - 9:01

Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja como escolher ações para surfar na onda do Ibovespa, e o que mais afeta os mercados hoje

30 de janeiro de 2026 - 8:54

Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros

SEXTOU COM O RUY

Próxima parada: Brasil. Por que o fluxo de dinheiro gringo pode fazer o Ibovespa subir ainda mais este ano

30 de janeiro de 2026 - 7:11

O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mudança de FIIs para fiagros que pode impulsionar dividendos, a reação aos juros e o que mais você precisa saber hoje

29 de janeiro de 2026 - 8:38

Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Prepare-se para um corte da Selic ainda hoje

28 de janeiro de 2026 - 15:03

Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

BC não tem pressa, bolsa dispara e dólar afunda: veja o que move os mercados hoje

28 de janeiro de 2026 - 8:32

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mensagem que pode frear o foguete do Ibovespa, mais tarifas de Trump e o que mais os investidores precisam saber hoje

27 de janeiro de 2026 - 8:23

A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Super Quarta sob os holofotes: juros parados, expectativas em movimento

27 de janeiro de 2026 - 7:08

A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar