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Magazine Luiza e Amazon têm interesse nos Correios — é o que diz o ministro do governo Bolsonaro

Segundo a Fábio Faria, a privatização dos Correios está na “ordem do dia” e ocorrerá na gestão de Jair Bolsonaro

17 de setembro de 2020
9:10 - atualizado às 9:12
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(Brasília - DF, 17/06/2020) Ministro de Estado das Comunicações, Fábio Faria. Foto: Alan Santos/PR -

O Magazine Luiza, a Amazon, a DHL e o Fedex manifestaram interesse nas operações dos Correios, segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria. As empresas não confirmaram ao mercado qualquer movimentação nesse sentido.

Segundo a Faria, a privatização dos Correios está na "ordem do dia" e ocorrerá na gestão de Jair Bolsonaro. "Isso aí [empresas interessadas] é importante. Nós não teremos um processo de privatização vazio", disse em entrevista ao canal Café com Ferri, no YouTube.

Empresas como Magazine Luiza e Amazon são sensações do mercado financeiro, no Brasil e nos Estados Unidos - especialmente desde o início da pandemia, que pôs à prova a qualidade dos serviços dessas empresas.

O ministro do governo federal lembrou que quem vai estabelecer as diretrizes e parâmetros da privatização da empresa é o Congresso Nacional, com base nos estudos de consultoria contratada pelo BNDES.

A privatização é uma das pautas caras ao governo Bolsonaro e à equipe do ministro, Paulo Guedes. Desde o início da gestão, no entanto, o Executivo não fez as grandes privatizações prometidas.

Mas o governo realizou uma série de desinvestimentos - em especial com as participações da Petrobras e do BNDES em outras empresas.

Privatização em estudo

Em agosto, o BNDES homologou o consórcio Postar como vencedor do processo de seleção para promover os estudos de privatização dos Correios.

O grupo formado pela Accenture e pelo escritório de advocacia Machado Meyer indicará alternativas de parceria com a iniciativa privada para gestão do serviço postal no Brasil, segundo comunicado do BNDES.

Após contratado, o consórcio selecionado realizará os estudos que indicarão as alternativas de desestatização para o setor postal e embasarão a decisão do governo. O trabalho precisa considerar a necessidade de atendimento universal do serviço no território nacional brasileiro.

Nove consórcios participaram da seleção, que teve início em maio. Os três grupos mais bem colocados foram convocados para apresentação de nova proposta comercial. Nesta etapa, o Postar apresentou o menor preço (R$ 7,89 milhões), ainda de acordo com o BNDES.

*Com Estadão Conteúdo

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