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2020-05-13T07:42:21-03:00
Estadão Conteúdo
lidando com a crise

Stone vai demitir 1,3 mil funcionários

Empresa deve acelerar as iniciativas para ir além das maquininhas, investindo em serviços financeiros e em ferramentas de venda online

13 de maio de 2020
7:42
Montagem da maquininha Stone em cima de uma mesa com ambiente ao fundo desfocado
Imagem: Montagem Andrei Morais/Divulgação

A empresa de maquininhas de cartões Stone demitirá 20% de seus funcionários na esteira da crise da covid-19. O anúncio foi feito na terça-feira, 12, pelo presidente executivo da empresa, Thiago Piau, em videoconferência com os colaboradores. O executivo também enviou uma carta aos funcionários explicando o motivo do forte corte, que acarretou no desligamento de 1.300 pessoas.

"Foi muito duro tomar essa decisão. Não era uma medida que estava nos nossos planos no início da crise", escreveu Piau, em carta. Ele argumentou ainda que as medidas vão trazer segurança para quem fica e que, nos próximos meses, a Stone vai acelerar as iniciativas para ir além das maquininhas, investindo em serviços financeiros e em ferramentas de venda online.

No texto, Piau destacou que conforme o 2º semestre se aproxima, a empresa entende que o ano será muito diferente das expectativas do fim de 2019. "Estamos muito preocupados com todos os nossos clientes, principalmente os pequenos e médios negócios (conhecidos como PMEs). Muitos se viram obrigados a fechar suas portas para o público de repente", explicou.

Segundo Piau, a empresa estava trabalhando para preservar seus clientes e funcionários, monitorando os desdobramentos da crise. "Ao longo do mês de abril, ficou claro que o futuro é bem mais incerto do que todos pensavam no início de março. Por isso, o nosso planejamento precisa ser revisto. Neste momento, devemos nos basear no presente - e não na expectativa de futuro, como sempre fizemos em um contexto mais estável".

A empresa disse que vai oferecer um pacote de ajuda aos funcionários desligados, que engloba a continuidade do plano de saúde por quatro meses, bem como vale-alimentação, apoio financeiro e ajuda na recolocação no mercado. "Ainda que o cenário de curto prazo seja desafiador, temos a confiança de que, quando o pior passar, voltaremos a pisar fundo no acelerador", acrescentou Piau.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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