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2020-11-23T18:21:13-03:00
Estadão Conteúdo
Corrida contra o tempo

Moody’s: vacinação em massa tem potencial significativo de melhora do PIB global

Hoje foi a vez da AstraZeneca, que seguiu as farmacêuticas Moderna e Pfizer nas semanas anteriores, todas com eficácia na casa dos 90%.

23 de novembro de 2020
18:21
Agência de classificação de risco Moody's
Imagem: Shutterstock

A vacinação em massa da população contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2) tem potencial para melhora significativa das perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, avalia a agência de classificação de risco Moody's.

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Mas este movimento só deve ocorrer de fato a partir da segunda metade de 2021, avaliam os analistas, ao comentar as recentes notícias positivas sobre a eficácia das vacinas contra o coronavírus nos testes em larga escala. Hoje foi a vez da AstraZeneca, que seguiu as farmacêuticas Moderna e Pfizer nas semanas anteriores, todas com eficácia na casa dos 90%.

A Moody's alerta que no curto prazo, o cenário pouco se altera, apesar dos resultados animadores dos testes. "As recentes notícias positivas sobre a eficiência das vacinas em desenvolvimento vão fazer pouco para reduzir as preocupações imediatas sobre o atual crescimento dos casos de covid nos Estados Unidos e Europa", afirmam os analistas. No curto prazo, a evolução da pandemia permanece como gatilho essencial para o PIB dos diversos países.

Caso a vacinação em massa da população ocorra antes da metade de 2021, a Moody's pode melhorar as previsões de crescimento para a economia mundial, na medida em que este movimento vai antecipar a retomada da atividade. Contudo, os analistas pontuam que há uma série de entraves, incluindo aprovações de reguladores em cada país, produção de bilhões de doses, além do armazenamento e da redes globais de distribuição de um medicamento sensível. "A distribuição provavelmente vai ocorrer em fases, uma vez que os reguladores aprovem a vacina."

A Moody's observa que há 10 vacinas na fase 3 de testes e, em um gráfico mostrado no relatório, os países que mais fizeram pedidos são, nesta ordem, Estados Unidos, União Europeia e Índia. O Brasil aparece em nono lugar no ranking, logo atrás de Canadá e Japão.

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