🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA: 3 AULAS GRATUITAS – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

em evento online

‘Obscurantismo’ do governo pesa mais para estrangeiro do que política fiscal e monetária, dizem Persio e Arminio

Em evento online do Santander, ex-presidentes do BC criticam posição do Executivo, defende ao menos a estabilização da dívida e falam do risco da alta de juros

Imagem: Reprodução /Youtube Santander

O ex-presidente do Banco Central e sócio-fundador da Gávea Investimentos, Arminio Fraga, afirmou nesta quarta-feira (19) que a posição "retrógrada" do governo federal pesa mais para o investidor estrangeiro do que a política fiscal e monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A discussão acontece em meio a uma taxa de juros na mínima histórica e ao cabo de guerra dentro do governo envolvendo o teto de gastos - regra que limita o gasto do governo equivalente ao Orçamento do ano anterior, corrigido pela inflação.

"É uma questão que está acima de nós", disse o economista em debate online promovido pelo Banco Santander. "O Brasil tem um posicionamento ruim em relação à Amazônia e à covid-19, fala em armar a população... A qualidade da nossa democracia está sendo questionada".

Fraga estava acompanhado do também ex-diretor do BC Persio Arida, que avaliou de forma semelhante as razões pelas quais o investidor tira dinheiro do país. "O Brasil se colocou como um pária", disse.

"Nas próximas eleições, se o presidente eleito tiver uma visão clara de país, articulação política e boa equipe, conseguirá fazer muito mais", acrescentou o economista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Arida, o "mundo corporativo mudou". Ele disse que, no passado, uma empresa falava apenas em obter lucros, mas que ao longo do tempo houve uma conscientização das companhias de que elas também seriam responsáveis pelo ambiente em que estão. "O mundo corporativo é muito mais sensível do que quarenta anos atrás", afirmou.

Leia Também

A FORTUNA DO REI

Morre o rei da Noruega: fortuna deixada por Harald V surpreende diante da riqueza trilionária do país

BOLA DIVIDIDA

Lotofácil 3773 tem 49 ganhadores, mas só 2 ficam mais perto do primeiro milhão de reais; Mega-Sena 3050 acumula e prêmio vai a R$ 30 milhões

Juros, dólar e bolsa

Apesar do adendo sobre o comportamento estrangeiro, ambos defenderam a necessidade do teto de gastos. Arida disse que há pressão para flexibilizar a medida de setores específicos, inclusive empresariais. "É como se o nosso orçamento tivesse sido apropriado por interesses", afirmou.

O economista disse que o problema é que não possível o país crescer tendo uma dívida desordenada - seria preciso estabilizá-la. Já Fraga defendeu a necessidade de se reduzir a dívida.

"Outra coisa que vale a pena ficar de olho é o encurtamento da dívida. A curva dos juros no Brasil está muito empinada. Um belo dia você pode notar que está com a dívida toda curta e daí ter que aumentar o juro", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fraga também argumentou que os juros baixos de hoje seriam suficientes para explicar a alta da bolsa, no Brasil e nos Estados Unidos. "Vai haver uma vitória contra o vírus e isso está precificado".

Já em relação ao dólar, Arida disse que não vê problema na valorização da moeda ante o real. "Podemos fazer hedge e somos um país que estimula o setor exportador", lembrou. "O câmbio ajuda a recuperar a atividade econômica".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da marca Apple em uma fachada de prédio 27 de agosto de 2026 - 11:44
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 27 de agosto de 2026 - 10:53
Pix 27 de agosto de 2026 - 9:59
Loterias batem na trave. Imagem mostra bilhetes da Lotofácil, da Quina, da +Milionária, da Dupla Sena, da Lotomania e da Super Sete saindo de dentro de uma bola de futebol. 27 de agosto de 2026 - 6:52
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 26 de agosto de 2026 - 19:53
market makers thiago salomão mercado financeiro mba 26 de agosto de 2026 - 19:33
26 de agosto de 2026 - 15:30
Rio Nilo Egito 26 de agosto de 2026 - 12:04
brasil 26 de agosto de 2026 - 9:00
Fachada da Oncoclínicas (ONCO3). 26 de agosto de 2026 - 8:53
biciletas elétricas bike 25 de agosto de 2026 - 18:00
eclipse lunar lua fenômeno (3) 25 de agosto de 2026 - 17:30
canetas emagrecedoras anvisa (1) ID da foto:2243791302 25 de agosto de 2026 - 16:30
Lotomania fez as vezes da Lotofácil como 'máquina de milionários'. 25 de agosto de 2026 - 14:45
El Niño aquecimento águas oceano 25 de agosto de 2026 - 10:50
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar