🔴 LIBERADO: ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  COMECE A TRANSFORMAR A SUA CARREIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

crise do covid

Nissan demite 398 funcionários de fábrica no RJ por crise causada pela pandemia

A montadora Nissan demitiu 398 empregados de sua fábrica em Resende, na porção fluminense no Vale do Paraíba, em meio à crise provocada pela pandemia de covid-19

Nissan
Imagem: Shutterstock

A montadora Nissan demitiu 398 empregados de sua fábrica em Resende, na porção fluminense no Vale do Paraíba, em meio à crise provocada pela pandemia de covid-19, após decidir suspender um turno de produção, informou a empresa. As demissões ocorreram nesta segunda-feira, 22, sem negociação com o Sindicato dos Metalúrgicos do Sul Fluminense, disse o vice-presidente da entidade, Renato Soares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O líder sindical disse que possui informação extraoficial de que as demissões poderiam chegar ao total de 600 trabalhadores.

"Em função da manutenção do cenário atual de forte retração, a empresa precisou adotar novas medidas para garantir a sustentabilidade da sua operação no país. Uma delas é o ajuste da cadência de produção no Complexo Industrial de Resende e, com isso, a interrupção de um turno. Uma parte da equipe será alocada em outro turno, mas, infelizmente, não será possível integrar todos os postos de trabalho", diz a nota divulgada pela Nissan, em que confirma a demissão de 398 empregados.

Segundo Soares, a Nissan foi a primeira das montadoras do Sul Fluminense em demitir em meio à crise da covid-19.

Além da japonesa, a região abriga fábricas da MAN Latin América, antiga Volkswagen Caminhões e Ônibus, e da PSA Peugeot-Citröen. Todas as empresas pararam suas produções e recorreram a medidas trabalhistas emergenciais criadas pelo governo federal, como suspensão dos contratos de trabalho e redução dos salários com redução de jornada, disse o vice-presidente do sindicato.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Todas as montadoras recorreram a medidas (de flexibilização trabalhista criadas pelo governo), chamaram o sindicato e tentaram alternativas. A Nissan optou por outro caminho, fez aquilo que achava que tinha que fazer e não chamou o sindicato", afirmou Soares.

Leia Também

+4 CORINGA

Acabou o impasse: Mattel cria campeonato de UNO e vai pagar R$ 257 mil para descobrir quem é o melhor jogador

Conteúdo Empiricus

Dólar acima dos R$ 7 e Ibovespa abaixo dos 107 mil pontos? Entenda o que pode acontecer se o Brasil mergulhar numa crise fiscal 

Soares informou ainda que está marcada, ainda para a tarde desta segunda-feira, uma reunião com a direção da Nissan. O objetivo do sindicato é reverter as demissões. Conforme Soares, na semana passada, circulou na cidade a informação de que poderia haver demissões na fábrica, até um total de 600 trabalhadores. O sindicato procurou representantes da área de recursos humanos da empresa, que negaram a informação. Apesar da negativa, empregados da Nissan começaram a ser comunicados de demissão em suas casas nesta segunda-feira, contou Soares.

Procurada, a Nissan ainda não respondeu se poderá haver mais demissões.

Segundo o líder sindical, a fábrica da Nissan tem de 1,9 mil a 2 mil funcionários. Soares lembrou ainda que a estratégia de negócios da montadora japonesa no País já vinha passando por problemas desde o ano passado, quando, a partir de março, o acordo comercial automotivo entre Brasil e México passou a permitir o livre-comércio de veículos leves, após o fim de um sistema de cotas, que permitia tarifa zero até uma quantidade máxima de unidades por ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) defendia a prorrogação, por mais três anos, do sistema de cotas, alegando que a competitividade da indústria brasileira é muito inferior à do parceiro, que tem carga tributária interna menor, infraestrutura mais eficiente e elevada escala, por exportar a maior parte de sua produção para os Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 1 de setembro de 2026 - 11:16
Beneficiários com NIS final 7 recebem parcelas do Bolsa Família e parte também terá direito ao auxílio-gás 1 de setembro de 2026 - 5:39
Quatro economistas do BTG Pactual estão sentados em cadeira de madeira. Todos eles vestem terno azul. A mediadora está de lilás. Ao fundo, um painel com o logo Macro Day do BTG Pactual. 31 de agosto de 2026 - 19:01
Bilionária mais jovem do brasil tem herança atrelada à WEG. 31 de agosto de 2026 - 13:05
geraldo alckmin no macro day 2026 31 de agosto de 2026 - 12:30
Imagem gerada por inteligência artificial mostra um prédio, uma casa, moedas e uma ampulheta, representando o rendimento em aluguéis ou fundos imobiliários ao longo do tempo 31 de agosto de 2026 - 8:16
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 31 de agosto de 2026 - 5:06
Egas Moniz nobel 30 de agosto de 2026 - 10:03
bolsa família 30 de agosto de 2026 - 7:07
naval ravikant guru Vale do Silício 29 de agosto de 2026 - 15:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar