🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Estudo

Fundos imobiliários ou ações de properties: qual a melhor forma de investir no mercado imobiliário?

Estudo da gestora RBR mostra que fundos são mais eficientes para investimento imobiliário do que empresas que administram imóveis, mas o melhor veículo pode variar caso a caso.

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
28 de fevereiro de 2020
5:30 - atualizado às 10:42
Prédios em São Paulo
Prédios em São Paulo - Imagem: Shutterstock

Com as perspectivas de retomada da economia brasileira, um dos setores que devem se beneficiar é o imobiliário. E atualmente, o investidor pessoa física pode expor parte da sua carteira a este mercado sem que seja necessário comprar imóveis diretamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma dessas formas é por meio da compra de ações de companhias de administração imobiliária. A outra é por meio de um veículo muito popular entre as pessoas físicas, os fundos de investimento imobiliário (FII), notadamente os chamados fundos de tijolo, aqueles que investem diretamente em imóveis, quase sempre para aluguel.

Mas qual das duas formas é a melhor? A gestora RBR, especializada em FII e fundos de desenvolvimento imobiliário, fez um estudo comparando apenas as estruturas de cada veículo, e concluiu que a estrutura dos FII permite ao investidor ter uma rentabilidade superior quando comparada ao investimento em ações, tudo o mais constante.

“O FII tem mais capacidade de entregar resultado pro investidor”, diz Daniel Malheiros, sócio da RBR. Os principais motivos dessa vantagem são a menor carga tributária e a estrutura operacional mais leve. “Tal diferença deságua em uma maior distribuição – e usualmente mensal – de resultados para os cotistas”, diz o estudo.

A gestora ressalva, no entanto, que não se trata de uma regra que possa ser aplicada individualmente a cada FII ou companhia. Apenas a estrutura do FII permite uma maior eficiência no investimento imobiliário, de forma a extrair o máximo de rentabilidade para o investidor. Mas é claro que cada caso é um caso e deve ser analisado separadamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Não há melhor ou pior opção. O mercado de capitais hoje apresenta interessantes alternativas de investimento no setor imobiliário, para diferentes perfis de investidor”, termina o texto.

Leia Também

Em entrevista, Malheiros me disse, inclusive, que os dois veículos de investimento não são excludentes e podem coabitar a carteira do investidor, dado que as companhias têm maior possibilidade de tomar dívida para alavancar seu negócio. Mas que, de uma forma geral, o investimento em FII é mais conservador e voltado para o investidor que deseja um ativo gerador de renda.

Importante frisar, no entanto, que o estudo da RBR não leva em consideração ações de incorporadoras, mas sim de empresas que exploram imóveis já prontos, como shopping centers, por exemplo. “Incorporadoras são tributadas de forma diferente, e também não temos muitos fundos de desenvolvimento imobiliário abertos em bolsa para fazer uma comparação adequada”, explica Malheiros.

O estudo da RBR explora quatro pontos e elenca as vantagens e desvantagens dos dois veículos em cada um deles: estrutura de capital (distribuição de dividendos e alavancagem financeira), estrutura operacional, liquidez e tributação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estrutura de capital

Distribuição de dividendos

Por regulação, os fundos imobiliários são obrigados a distribuir pelo menos 95% do lucro apurado em regime de caixa semestralmente aos seus cotistas. Mas, geralmente, os FII voltados para as pessoas físicas fazem distribuição mensal.

Com isso, a previsibilidade de fluxo de caixa ao investidor é bastante alta, o que se traduz em menor volatilidade das cotas dos fundos na bolsa - lembre-se de que os FII normalmente negociam suas cotas em bolsa como se fossem ações.

As companhias abertas em bolsa, por sua vez, têm uma política de distribuição de dividendos mais flexível. Em geral, elas são obrigadas a distribuir apenas 25% do seu lucro líquido a cada ano, mas existem companhias em que este percentual é ainda menor. De toda forma, dificilmente uma companhia distribui 100% dos lucros aos acionistas.

Apesar de não haver a geração de renda previsível para os acionistas, como ocorre no caso dos FII, essa distribuição de dividendos mais flexível tem a vantagem de permitir à empresa acumular caixa e reinvestir seus lucros no próprio negócio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alavancagem financeira

A alavancagem financeira diz respeito à capacidade de o fundo ou empresa tomar dívida, isto é, recorrer a recursos de terceiros para alavancar os negócios, em vez de precisar recorrer ao capital dos próprios cotistas ou acionistas.

Nesse quesito, a regulamentação impõe restrições aos FII na contratação de empréstimo. Fundos imobiliários só podem parcelar suas aquisições no mercado imobiliário ou realizar a securitização de recebíveis. Também não podem dar seus ativos em garantia de dívidas.

Por um lado, essas restrições evitam que o fundo exponha seus cotistas a riscos maiores que seu capital investido.

Por outro, reduz a margem de manobra do FII quando chega a hora de investir, por exemplo, em melhorias dos imóveis da carteira, como reformas e expansões. Para tal, normalmente o fundo precisa fazer uma nova emissão de cotas, recorrendo, novamente, ao capital dos próprios cotistas ou de novos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As empresas com ações negociadas em bolsa, por sua vez, têm mais liberdade para tomar dívida, seja para financiar novos projetos, seja para capital de giro, podendo expor uma parcela substancial do seu patrimônio total.

Isso tem a vantagem de permitir, às companhias, a busca de um crescimento acelerado sem a necessidade de injeção de novos recursos por parte dos sócios.

A desvantagem é que nem sempre um maior crescimento se traduz em adição de valor. Uma decisão errada financiada com base em endividamento pode trazer perdas significativas ao valor do negócio.

Estrutura operacional

No que diz respeito à estrutura operacional, os FII são mais enxutos que as companhias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As empresas possuem estruturas que não necessariamente representam um diferencial positivo ao investidor, como as áreas de marketing, comercial, planejamento, arquitetura, engenharia, recursos humanos, financeira, entre outras.

Segundo o estudo, essas estruturas consomem, em média, cerca de 22,5% da receita bruta das companhias abertas atualmente listadas em bolsa.

Já nos FII, gestores, administradores fiduciários e consultores são todos terceirizados. E, diferentemente do que acontece nas companhias, o investidor sabe de antemão de quanto é essa despesa, aproximadamente.

Em geral, ela corresponde a um percentual fixo do Patrimônio Líquido (PL) do fundo ou de seu valor de mercado, além de eventual taxa de performance que, no entanto, só é cobrada caso haja resultado a ser entregue aos cotistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“As gestoras de recursos são ‘asset light’, possuem estrutura enxuta e pesam menos no resultado do FII. Na média, as despesas com gestão representam cerca de 15% da receita bruta”, diz o texto do estudo.

Liquidez

Historicamente, ações têm mais liquidez na bolsa do que as cotas de fundos imobiliários. Segundo o estudo, isso se dá especialmente pelo maior valor de mercado das companhias em relação aos FII, e também pela presença de investidores institucionais e estrangeiros no mercado de ações.

Enquanto o valor de mercado das companhias abertas em alguns casos ultrapassa os R$ 10 bilhões, o maior FII de tijolo destinado às pessoas físicas negociado em bolsa hoje tem valor de mercado em torno de R$ 4 bilhões.

A RBR, no entanto, ressalva que “essa dinâmica está mudando, a liquidez nos fundos imobiliários, que já foi um empecilho no passado, é crescente”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o estudo, alguns FII têm volume de negociação superior a R$ 10 milhões por dia, acima do montante negociado das ações de empresas de properties de menor porte. A RBR lembra ainda que o IFIX, Índice dos Fundos Imobiliários, movimentava apenas cerca de R$ 60 milhões por dia há um ano, e hoje negocia diariamente cerca de R$ 200 milhões.

Tributação

Este é um dos pontos em que há mais diferença entre investir em FII ou em ações. De acordo com o estudo da RBR, a alíquota efetiva média de imposto das companhias, seja por questões de planejamento tributário e/ou deduções de impostos, representa 15% da receita bruta - já incorporando o IR de 34% sobre o lucro bruto e o PIS/COFINS de 9,25% sobre a receita bruta.

Já no caso dos fundos imobiliários, o imposto sobre o resultado é zero - os aluguéis distribuídos mensalmente são isentos de imposto de renda para o investidor pessoa física. Porém, em caso de venda das cotas, o eventual ganho com a sua valorização é tributado em 20%, enquanto no caso das vendas de ações o imposto é de 15%.

Rentabilidade

Com base na análise dos quatro pontos anteriores, a RBR montou um quadro e, com base em uma projeção de fluxo de caixa, comparou o resultado de um fundo imobiliário de tijolo de gestão ativa ao de uma companhia de properties.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foram adotadas as seguintes premissas em comum para o FII e a companhia:

  • Portfólio de ativos imobiliários com receita bruta anual de R$ 50 milhões;
  • Despesas dos ativos (ex.: vacância, inadimplência etc.) de R$ 5 milhões;
  • Margem NOI (Net Operating Income), uma espécie de Margem Ebitda do mercado imobiliário, de 90%. O NOI representa a soma das receitas de uma propriedade descontados os custos e despesas para operá-la.
  • Sem alavancagem financeira.

Já as despesas administrativas diferiram de um veículo para outro e foram calculadas com base em médias do mercado:

  • Despesas gerais e administrativas da companhia: 22,5% sobre a receita bruta;
  • Alíquota efetiva de imposto da companhia: 15% sobre a receita bruta;
  • Taxa de gestão do FII: 1,00% sobre o patrimônio líquido;
  • Taxa de administração do FII: 0,25% sobre o patrimônio líquido.

A projeção acima mostra que a margem líquida do fundo imobiliário é de 75%, enquanto que a da companhia é de 52,5%, especialmente por conta da menor carga tributária dos fundos e da sua estrutura operacional mais leve. Com isso, o fundo tem um maior potencial de distribuição de ganhos aos seus investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar