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2020-11-09T11:59:03-03:00
Estadão Conteúdo
Frigoríficos

Exportações de carne bovina em outubro caem 4% na comparação anual

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, o volume de exportações ainda supera o do mesmo período de 2019 em 9%, chegando a 1,65 milhão de toneladas

9 de novembro de 2020
11:58 - atualizado às 11:59
Carne bovina em frigorífico
Imagem: Shutterstock

As exportações brasileiras de carne bovina (in natura e processada) recuaram 4% em outubro na comparação com o mesmo mês de 2019, para 189.575 toneladas. Já a receita recuou 8% no período, para US$ 790 milhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 9, pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, o volume de exportações ainda supera o do mesmo período de 2019 em 9%, chegando a 1,65 milhão de toneladas. A receita é 16% maior na mesma comparação: US$ 6,8 bilhões.

A China continua sendo a principal compradora - pelo continente e por Hong Kong. "Até outubro, as importações chinesas somaram 948.168 toneladas com receita de US$ 4 bilhões", informa a Abrafrigo em nota.

No mesmo período de 2019, o volume de importações do gigante asiático era de 625.256 toneladas e a receita era de US$ 2,64 bilhões. Só em outubro, a China importou 109 mil toneladas da carne bovina brasileira.

O segundo maior importador da proteína bovina brasileira em 2020 até aqui é o Egito, com 113.304 toneladas - recuo de 27,3% na comparação com 2019 -, seguido por Chile, com 71,5 mil toneladas (queda anual de 25,6%), e Rússia, com 51,2 mil toneladas (recuo anual de 16%).

Na quinta colocação, estão os Estados Unidos, que apresentam aumento expressivo nas compras em relação a 2019: 48.772 toneladas, avanço de 52,3%.

"A maioria dos países integrantes da União Europeia, outro tradicional cliente do produto brasileiro, também registrou queda nas importações", informa o comunicado da Abrafrigo. "No total, no acumulado até outubro, 82 países aumentaram suas compras enquanto outros 82 reduziram suas aquisições."

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