O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A reforma vai corrigir distorções da carga tributária, levará à redução da taxa de juro neutra estrutural, melhorando liberdade econômica e elevando PIB, disseram economistas
Uma eventual reforma tributária vai além do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), afirmaram os economistas Rachel Sá e Vitor Vidal, ambos da XP Investimentos durante o painel virtual "A Importância da Reforma Tributária na Economia Brasileira", durante o Expert XP, evento online que a instituição realiza ao longo desta semana.
A reforma, se aprovada, disseram os dois economistas, vai corrigir distorções da carga tributária brasileira, levará à redução da taxa de juro neutra estrutural, melhorando por conseguinte a liberdade econômica no País e desaguando, por consequência no crescimento do PIB.
Vidal citou o Índice de Liberdade Econômica, uma classificação que avalia o grau de liberdade econômica do 186 países em que o Brasil ocupa a 144ª posição. O índice considera 12 categorias de "liberdade econômica": nos negócios; no comércio; liberdade fiscal; de intervenção do governo; monetária; de investimentos; financeira; de corrupção; do trabalho; e direitos de propriedade.
"Temos que começar a discutir a reforma tributária considerando alguns aspectos da economia brasileira. Não é uma reforma trivial porque interfere na atividade econômica. Tanto que nos últimos 30 anos vários presidentes tentaram fazer a reforma e não conseguiram. FHC, Lula e Dilma conseguiram fazer reformas na Previdência, mas não a tributária", disse o economista.
Vidal disse ainda que entre 1997 a 2016 o País percebeu um crescimento médio de apenas 2,4% e que isso tem muito a ver com sistema tributário.
Segundo Rachel, a baixa posição do Brasil nos rankings internacionais se deve, entre outras coisas, ao fato de o sistema tributário brasileiro ser relativamente caro. "Comparado à grande maioria dos países da OCDE, a gente arrecada efetivamente mais que países mais ricos. É um sistema caro, complexo, difuso e fonte de distorções", complementou a economista.
Leia Também
De acordo com Rachel, a primeira distorção do arcabouço tributário brasileiro é a cumulatividade dos impostos. São pagos impostos sobre impostos sem a contrapartida de créditos tributários ao longo da cadeia produtiva, o que acaba por onerar demais a indústria.
Uma das formas para simplificar e baratear a carga tributária, na avaliação da economista, seria a implementação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) federal para baratear o produto final para o consumidor. "Se for estabelecido um IVA federal vai se corrigir uma distorção de alocação federativa porque passará a cobrar o imposto no destino", explicou a economista.
Vidal disse que se o País conseguir aprovar uma reforma tributária ampla sem quebrar setores antes de se atingir o "ótimo" defendido pelos economistas, além de corrigir distorções, no curto prazo será elevada a confiança, a incerteza reduzida e as expectativas serão melhoradas. No longo prazo, disse Vidal, haverá ganho de produtividade e redução do juro neutro estrutural do Brasil.
"Com a aprovação da reforma tributária, o BC poderá começar a reduzir a taxa de juro neutra", previu acrescentando enquanto a taxa de juro de um ano está em 2,4%, a de longo prazo, que baliza os investimentos de longo prazo está em 5,9%. Para ele, se o juro de longo prazo estiver elevado, o investidor reavalia os investimentos.
Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026
As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações
Fundos de maior risco continuaram a sofrer resgates, enquanto os fundos de crédito privado, muitos dos quais incentivados, foram as grandes estrelas de captação do ano
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na faixa principal na quinta-feira. Os dois sortudos são da região Sudeste.
Pico de publicações e abordagem a criadores de conteúdo levantam alertas sobre pressão digital após a liquidação do Banco Master
Negociação com PGFN permite parcelar débitos inscritos na dívida ativa da União com descontos conforme a capacidade financeira do empreendedor
Segundo informações do Estadão, um processo administrativo do INSS aponta para um padrão de irregularidades na expansão da carteira de crédito do banco de Daniel Vorcaro
Decreto assinado pelo presidente português coloca o país no grupo restrito que aceita a CNH do Brasil sem exigência de permissão internacional
Fluxo cambial negativo atinge US$ 33,3 bilhões, segundo BC
Pesquisa FipeZap mostra que o metro quadrado dos imóveis em São José dos Campos teve valorização de 9,6% mais em um ano
Lotofácil deixou dois apostadores quase milionários, mas não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Na +Milionária, uma bola na trave impressionante impediu que ela saísse pela terceira vez na história.
Atual presidente interino associado a decisão polêmica sobre a Ambipar é indicado para liderar a autarquia em meio ao aniversário de 50 anos da instituição
Especialistas apontam conflito com a Lei Complementar nº 123/2006, que garante tratamento diferenciado ao regime simplificado
Jatinho avaliado em R$ 250 milhões, helicóptero usado em deslocamentos ao CT e um Batmóvel de R$ 8 milhões compõem a coleção exibida pelo craque
Órgão nega imposto, multa e qualquer cobrança sobre movimentações financeiras, inclusive via PIX, e reforça isenção maior do IR a partir de 2026
Quina foi a única loteria da Caixa a pagar um valor milionário ontem, mas os prêmios de consolação da Mega-Sena, da Timemania, da Lotofácil e da Dia de Sorte deixam pouca margem para reclamação
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto
Reajuste de 6,79% entra em vigor em janeiro; os pagamentos com o valor reajustado seguem o calendário oficial do INSS
O BC entrou com um embargo de declaração no TCU, para questionar a decisão de investigá-lo no processo de análise do Banco Master; veja qual o risco da liquidação ser revertida
O prazo para solicitar o enquadramento termina em 30 de janeiro, último dia útil do mês