🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

economia em recuperação

Desemprego fica em 11,2% em janeiro, e atinge 11,9 milhões

Segundo IBGE, taxa de informalidade recuou de 41,2% no trimestre de agosto a outubro de 2019 para 40,7%

seguro-desemprego
Imagem: Shutterstock

A taxa de desemprego ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, chegando a 11,9 milhões de pessoas, revelou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (29).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dado representa uma queda de 0,4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (de agosto a outubro de 2019), quando ficou em 11,6%. Em relação ao trimestre encerrado em janeiro de 2019, quando a taxa foi de 12,0%, houve queda de 0,8 ponto percentual.

A taxa de desemprego também ficou dentro das estimativas do mercado, segundo Projeções Broadcast. A expectativa estava entre 10,8% e 11,7%.

O contingente de pessoas ocupadas (94,2 milhões) apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior. Porém, comparado ao mesmo período de um ano atrás, houve crescimento da ocupação, um adicional de 1.860 mil pessoas.

O nível da ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar, manteve-se estável (54,8%) em relação ao trimestre antecedente, mas subiu em relação ao mesmo período do ano anterior, quando era estimado em 54,2%, ainda segundo os dados do IBGE.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A taxa de informalidade recuou de 41,2% no trimestre de agosto a outubro de 2019 para 40,7% no trimestre encerrado em janeiro de 2020. De acordo com a analista do IBGE, Adriana Beringuy, o recuo está associado à redução de aproximadamente 479 mil trabalhadores informais em relação ao trimestre móvel anterior.

Leia Também

NÃO TEM MAIS VOLTA

Veja os números da Lotofácil da Independência 2026; rateio será conhecido em instantes

CHEGOU A HORA

Assista ao vivo ao sorteio da Lotofácil da Independência 2026

Por outro lado, o contingente de empregados com carteira assinada cresceu 1,5% frente ao trimestre anterior, um acréscimo de 540 mil pessoas, e 2,6% frente ao mesmo período do ano anterior, acréscimo de 845 mil pessoas.

“Houve manutenção do aumento do emprego com carteira assinada no setor privado, influenciado ainda pelos resultados econômicos do final de 2019”, diz Beringuy.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O contingente de pessoas desalentadas se manteve estável em 4,2%, próximo do nível máximo da série histórica, atingido em 2019 (4,4%). No grupo dos empregados sem carteira assinada também houve estabilidade em relação ao trimestre anterior, mas crescimento de 3,7% em relação ao ano anterior (mais 419 mil pessoas).

Bons resultados mantidos

Apesar do ainda elevado nível de informalidade, o mercado de trabalho manteve em janeiro de 2020 os bons resultados que obteve nos meses de novembro e dezembro do ano passado, segundo Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"Em janeiro, o mercado de trabalho ainda não reverteu os bons resultados que conseguiu ao fim de 2019. A gente ainda não está num processo de dispensa de trabalhadores temporários", disse Adriana.

A proporção de trabalhadores ocupados contribuindo para a Previdência Social ficou em 63,1% no trimestre encerrado em janeiro de 2020, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora o País tenha registrado 94,151 milhões de pessoas trabalhando, o mercado de trabalho tinha 38,3 milhões de pessoas atuando na informalidade. O levantamento, considerado uma proxy da informalidade, inclui os empregados do setor privado sem carteira assinada, os trabalhadores domésticos sem carteira assinada, os trabalhadores por conta própria sem CNPJ, os empregadores sem CNPJ e o trabalhador familiar auxiliar.

"Estou diante de um trimestre que inclui janeiro e os meses de novembro e dezembro (de 2019), que são meses que foram muito bons para o mercado de trabalho em termos de população ocupada. E existe queda acentuada na desocupação", lembrou Adriana.

A taxa de informalidade caiu de 41,2% no trimestre até outubro de 2019 para 40,7% no trimestre até janeiro de 2020. No trimestre terminado em janeiro de 2019, a taxa de informalidade era de 41,0%.

"Até mesmo a informalidade pode estar sendo reduzida pelos efeitos ainda do final do ano passado, onde teve aumento da carteira e um pouco de aumento do trabalho por conta própria com CNPJ. E a redução no trabalhador familiar auxiliar também é importante. Quem está aqui? O trabalhador na agricultura. Ele também contribui para abaixar essa informalidade", justificou Adriana Beringuy.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro fenômeno que impediu uma piora na taxa de desemprego em janeiro foi a elevação da população inativa, ou seja, pessoas que nem estão trabalhando nem procuraram uma vaga. Adriana lembra que o mês de janeiro mostrou uma retenção dos trabalhadores ocupados contratados nos meses de novembro e dezembro de 2019, mas também houve uma interrupção acentuada do processo de procura por trabalho, com aumento da inatividade para patamar recorde.

"Está um pouco mais atípico. Mas nada impede que todo esse contingente volte para a força de trabalho em fevereiro ou março. Não tem como antecipar, dizer que mudou tendência. Existe uma série de interrogações que a gente só vai entender melhor quando tiver os dados de fevereiro e março. É muito cedo ainda para afirmar que essas pessoas vão se retirar do mercado de trabalho. É um movimento que acontece em janeiro, mas as pessoas tendem a voltar para o mercado de trabalho. O mês de janeiro é um mês de transição", disse a pesquisadora.

A população inativa cresceu em 873 mil pessoas no trimestre encerrado em janeiro ante o trimestre terminado em outubro de 2019. A taxa de desemprego ficou em 11,2% em janeiro, ante 11,6% em outubro.

"O aumento da inatividade explica bastante a queda da taxa de desocupação. São pessoas que decidiram que não querem trabalhar", afirmou Adriana, lembrando que a população em situação de desalento permaneceu estatisticamente estável em janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo ela, nos meses de janeiro, de modo geral, há uma procura menor por emprego. "Pode ser, por exemplo, mulheres que, em função das férias escolares dos filhos, não estão disponíveis naquele período para encontrar um trabalho", explicou.

*Com Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Tela de smartphone exibindo CNH digital; imagem ilustra renovação automática da CNH, prazo extra para CNH vencida e mudanças previstas no novo Código de Trânsito regulamentadas pelo Contran. 15 de setembro de 2026 - 13:13
imóveis 15 de setembro de 2026 - 11:59
casamento donald trump jr putin presidentes 15 de setembro de 2026 - 11:13
savegnago supermercados (1) 15 de setembro de 2026 - 10:20
lotofácil da independência 15 de setembro de 2026 - 6:57
casas bahia biah3 leilão descontos liquidação 14 de setembro de 2026 - 14:55
furacão el niño 14 de setembro de 2026 - 14:06
melhores cidades da europa londres inglaterra turismo viagem viagens 14 de setembro de 2026 - 11:15

EL NIÑO

Calor extremo cria nova ameaça imobiliária em Londres

14 de setembro de 2026 - 11:15
Aplicativo de IA de internet de ícones de inteligência artificial, ChatGPT, da OpenAi 13 de setembro de 2026 - 18:03
Imagem feita com inteligência artificial. Notas de dinheiro e moedas e, ao fundo, prédios em São Paulo 13 de setembro de 2026 - 14:35
Chuva pode baratear preço da energia elétrica, mas cenário pode mudar até 2027 12 de setembro de 2026 - 10:30
Em um fundo que traz uma montagem com cédulas e gráficos, Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, aparece do lado direito usando blazer azul e camisa branca. Do lado esquerdo, a pergunta: Por que os juros não caem? 11 de setembro de 2026 - 17:32
lotofácil da independência 11 de setembro de 2026 - 9:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar