Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
expectativa para as contas

Déficit primário pode chegar perto de 8% do PIB, diz Mansueto

Secretário do Tesouro disse que o teto de gastos está mantido e que o plano de consolidação fiscal será retomado no ano que vem

Mansueto Almeida
Mansueto Almeida - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou que o governo brasileiro irá gastar o que for necessário para lidar com a crise causada pelo coronavírus para apoiar a área de saúde e também os mais afetados, mas que a premissa é que os gastos serão temporários. A declaração foi dada em seminário online organizado pela Brazilian-American Chamber of Commerce.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Ser liberal não significa ser estúpido. Vamos ter de gastar mais. Não existe dúvida que temos de gastar mais, para ajudar o sistema de saúde, os trabalhadores que ganham pouco, os trabalhadores informais", disse. "Mas será um gasto temporário e não vai continuar nos outros próximos, o que é bem diferente de outras crises", completou.

Mansueto frisou que o teto de gastos está mantido e que o plano de consolidação fiscal será retomado no ano que vem.

O secretário também citou que o déficit primário deve ficar próximo de 8% do PIB, ou cerca de R$ 600 bilhões, este ano e destacou que a dívida bruta do País vai aumentar, para entre 85% a 90% do Produto Interno Bruto (PIB), mas que, diferente de 2015 e 2016, a taxa Selic está em uma mínima histórica, o que diminui o custo da dívida. "O custo da dívida está em uma mínima histórica, o que nos ajuda a lidar com isso depois da crise."

Mansueto ainda afirmou que as reformas estruturais serão mais importantes depois da crise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Socorro a Estados

O secretário do Tesouro Nacional avaliou que o plano de socorro aos Estados, aprovado na Câmara dos Deputados na noite de segunda-feira, 13, "dá muito a Estados".

Leia Também

A PREÇO DE ÁGUA?

Toyota Hilux, Ford Ranger e mais: a medida de Milei que pode reduzir preço de carros no Brasil

BONANÇA FICOU PRA TRÁS

A farra do Brasil acabou? Para o UBS, agora é hora de apertar os cintos na bolsa de valores; por que o cenário virou?

Segundo Mansueto, o governo federal tem consciência de que, em meio à crise do coronavírus, é necessário fazer transferências para Estados, e até repasses livres, mas em um volume menor do que o que Câmara aprovou.

Além disso, o secretário defendeu que o plano dure por três meses e, se até lá a crise não passar, as medidas poderiam ser discutidas outra vez. "O que discordamos do Congresso é o tamanho da conta, e acreditamos que temos que ter um controle do gasto do dinheiro", disse, citando a necessidade de contrapartidas, como a necessidade de não aumentar gastos por dois anos, por exemplo.

Mansueto ainda afirmou que o Brasil começou o isolamento social antes de outros países e que, por isso, o número de mortes pode ser menor comparativamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tesouro

Para Mansueto, o Tesouro Nacional tem um colchão de liquidez para lidar com o aumento de gastos necessários para enfrentar a crise do coronavírus sem a necessidade de "correr" ao mercado para se financiar.

Segundo ele, no segundo semestre, provavelmente o Tesouro terá de voltar ao mercado de forma mais "agressiva" para ofertar títulos, mas que agora a situação é "confortável".

Além disso, ele repetiu que o custo da dívida, com a Selic em 3,75%, está muito baixo. "Esse ano, também não podemos ficar preocupados com o aumento do déficit, porque está acontecendo no mundo todo."

Carga tributária

O secretário do Tesouro Nacional afirmou que o aumento de imposto só acontecerá em "um pior cenário" após a crise do coronavírus. "Ninguém quer falar em aumentar imposto agora", disse. "Temos reformas para aprovar e concessões e privatizações para ajudar com a conta do coronavírus no ano que vem", completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mansueto comentou que o debate sobre reformas está parado diante das medidas necessárias para lidar com o coronavírus, mas que serão muito importantes no ano que vem, assim como a retomada de planos de privatizações. "As reformas serão o ponto mais importante no ano que vem para lidar com a conta do coronavírus."

Ele citou que o sistema tributário brasileiro é muito complexo e que é preciso melhorá-lo.

Mansueto também afirmou que "nunca viu" o Congresso tão interessado e comprometido com reformas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
carteira de trabalho clt SD 28 de maio de 2026 - 14:57
28 de maio de 2026 - 14:10
instagram meta m1ta34 (1) 28 de maio de 2026 - 13:35
Site da CVM 27 de maio de 2026 - 16:29
Cybertruck, utilitário da Tesla 27 de maio de 2026 - 15:45
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 27 de maio de 2026 - 14:08
27 de maio de 2026 - 12:57

SEGREDOS SUBTERRÂNEOS

Como 6,3 mil toneladas de ouro foram parar no subsolo de Nova York

27 de maio de 2026 - 12:57
ID da foto:2091499839 azeite de oliva 27 de maio de 2026 - 11:38
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia