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Com baixo investimento e alta informalidade, produtividade cai 1% em janeiro, segundo Ibre/FGV

Em condições normais, quando uma economia cresce e gera empregos, a produtividade avança

6 de março de 2020
9:20
Carteira de trabalho
Imagem: Shutterstock

A produtividade do trabalho encolheu 1,0% em 2019, após ficar estagnada em 2018, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) — obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Em condições normais, quando uma economia cresce e gera empregos - situação que, apesar da lentidão, vem ocorrendo no Brasil -, a produtividade avança.

"Não temos recessão. Cair a produtividade com a economia crescendo é estranho", disse Silvia Matos, pesquisadora do Ibre/FGV e coautora do estudo, ao lado de Fernando Veloso e Paulo Peruchetti, que será apresentado hoje em São Paulo.

Para a economista, a queda pode ser explicada pela lentidão da retomada dos investimentos e a elevada informalidade no mercado de trabalho, somados à "secular" baixa produtividade do Brasil.

*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo

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