O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
“A melhor forma de termos uma boa gestão desse endividamento elevado é aprovar as reformas. Temos essa janela de oportunidade”, afirmou Waldery Rodrigues.
Enquanto o governo ainda busca fontes de financiamento e espaço no teto de gastos para conseguir lançar um novo programa social, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, repetiu nesta quinta-feira que qualquer medida precisa seguir as premissas do ajuste fiscal planejado pelo governo para os próximos anos.
Leia também:
Eventual prorrogação de auxílio fará o governo pagar a conta com sua popularidade, adverte Maia
Auxílio emergencial faz arrecadação com ICMS de Estados crescer até 17%
"É preciso entender que temos restrições orçamentárias e precisamos fazer escolhas. Mas não há divergência entre estabilização fiscal e justiça social. Um fiscal robusto é condição necessária para um social sólido", afirmou ele, em seminário virtual promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Leia Também
O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia defendeu a aprovação das reformas fiscais enviadas pelo governo ao Congresso Nacional como uma forma de facilitar a administração do endividamento público elevado em decorrência da pandemia de covid-19. "A melhor forma de termos uma boa gestão desse endividamento elevado é aprovar as reformas. Temos essa janela de oportunidade", afirmou.
Waldery apresentou um gráfico com previsões da equipe econômica para a trajetória do endividamento na próxima década.
A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG), que estava em 75,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado, deve encerrar 2020 em 93,9% do PIB. Pelas contas da equipe econômica, o endividamento continuará crescendo nos próximos anos - 95,1% em 2021, 95,7% em 2022, 96,5% em 2023, 97,5% em 2024, 97,8% em 2025, chegando ao pico de 97,9% em 2026. Somente a partir daí essa curva começa a mostrar redução, para 97,3% em 2027, 96,2% em 2028 e 94,5% do PIB em 2029.
A trajetória projetada para a Dívida Líquida do Setor Público (DSLP) também é preocupante. Após encerrar 2019 em 55,7% do PIB, a dívida líquida deve fechar 2020 em 67,8% do produto. A dívida líquida também continuará crescendo nos anos à frente - para 71,3% em 2021, 74,2% em 2022, 77,2% em 2023, 80,0% em 2024, 82,1% em 2025, 83,7% em 2026, 84,5% em 2027, chegando ao pico de 84,7% em 2028. As projeções do governo levam a uma redução da dívida líquida apenas em 2029, para 84,4% do PIB.
A Dívida Bruta do Governo Geral - que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais - é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País.
Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil. Já a dívida líquida apresenta valores menores que os da dívida bruta porque leva em consideração as reservas internacionais do Brasil, hoje na casa dos US$ 356,4 bilhões.
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger
Anvisa recolhe produtos de beleza devido a presença de substância proibida e irregularidades
Os repasses do Bolsa Família seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600
Intenção cai em relação a 2025, quando 72% das empresas investiram
Anvisa proíbe a venda de azeite da marca San Olivetto devido a irregularidades apontadas nas ações da distribuidora e da fabricante
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (16). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.
Rodolfo Amstalden, CEO da casa de análise, criou um serviço para facilitar o investimento em renda fixa e variável, além de ajudar no acesso à educação financeira
Comunicado oficial alerta candidatos, mas expectativa por novo concurso cresce — mesmo sem previsão confirmada pelo banco
Estudo do Insper indica que bolsa do Pé-de-Meia reduz abandono escolar entre jovens de famílias mais vulneráveis
Após quatro anos sem concorrência, a Starlink, projeto da SpaceX de Elon Musk, ganha um forte concorrente no mercado brasileiro
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina é a loteria da Caixa com os maior prêmio em jogo na noite desta segunda-feira (16); confira os valores em disputa.
Ganhos na bolsa e na renda fixa garantiram superávit bilionário ao fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil
O atraso nas regras do IR 2026, um prêmio milionário na Lotofácil e a disputa entre Casas Bahia e Pão de Açúcar estão entre as notícias mais lidas da semana no Seu Dinheiro
Receita Federal divulga detalhes do IRPF 2026 em coletiva às 10h; atraso no anúncio pode reduzir a janela de envio da declaração neste ano
Bilhetes simples cravaram as 15 dezenas e renderam mais de R$ 1 milhão para cada vencedor; Mega-Sena, Quina e +Milionária seguem travadas
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto; hoje são contemplados os nascidos em fevereiro.
Preso em Brasília, Vorcaro escolhe José Luís de Oliveira Lima para liderar a defesa; advogado já atuou em casos como Mensalão e julgamento de Braga Netto