O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Campos Neto disse que todas as conversas tidas com parlamentares apontam que as medidas emergenciais não devem ser renovadas para o próximo ano no Brasil.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, enfatizou nesta quarta-feira, 2, que o Brasil precisa voltar à disciplina fiscal a partir de 2021, com estímulos a investimentos pelo setor privado para que o crescimento da economia possa ser sustentável ao longo do tempo.
"O que faz sentido para o Brasil é ter disciplina fiscal. O que faz sentido para o Brasil é abrir a economia. Nós tentamos crescer com o investimento estatal no passado e isso não deu certo", repetiu, em participação no evento virtual "Emerging & Frontier Forum 2020", organizado pela Bloomberg.
Ele disse que o Brasil foi um dos países que mais gastos com medidas emergenciais durante a pandemia de covid-19, mas ressaltou a importância de se retornar ao plano original de ajuste fiscal que vinha sendo implementado até o ano passado.
"Tomas as medidas tomadas pelo governo no enfrentamento à pandemia se encerram no dia 31 de dezembro, ao contrário do que acontecerá em outros países, que precisarão ir ao Congresso para encerrar suas medidas. A saída no Brasil já está organizada, porque tem um prazo para acabar", completou o presidente do BC.
Além disso, Campos Neto disse todas as conversas tidas com parlamentares apontam que as medidas não devem ser renovadas para o próximo ano no Brasil.
Campos Neto, voltou a avaliar que a volatilidade no mercado de câmbio está um pouco maior do que o esperado. "Quando o debate fiscal voltou ao cenário, essa volatilidade inclusive aumentou. Mas estamos mostrando que estamos comprometidos com o ajuste fiscal e com o teto de gastos, e isso pode reduzir a volatilidade. A provação de reformas também tende a reduzir esse movimento", afirmou, em participação no evento virtual "Emerging & Frontier Forum 2020", organizado pela Bloomberg.
Leia Também
Ele voltou a comentar que a autoridade monetária realiza intervenções quando denota disfuncionalidades no mercado de câmbio e descartou o uso de outros instrumentos que, segundo ele, não funcionaram bem em outros países, como estabelecer cronogramas antecipados de intervenções.
"Não temos uma meta de câmbio e acreditamos que ele deve ser flutuante. Há uma estabilização, mas se tivermos problemas, estamos preparados para intervir mais no câmbio no futuro", completou o presidente do BC.
Campos Neto também considerou que o patamar atual das reservas internacionais é adequado e repetiu a avaliação de que elas são um seguro com um custo muito barato para o País. "Não temos uma meta para o nível das reservas e as utilizamos sempre que entendemos necessário", acrescentou.
O presidente do Banco Central disse também que a autoridade monetária ainda não foi ao mercado comprar títulos privados - o chamado quantitative easing - porque ainda há espaço para usar a política monetária. "Usar muitas ferramentas antes de esgotar a política monetária tende a retirar credibilidade das ações do BC. A política monetária é o nosso principal instrumento", afirmou.
Campos Neto lembrou que o atual patamar da taxa Selic é estimulativo e repetiu que a política monetária segue sendo a prioridade para o BC. "O que informamos é que, se ainda há espaço para cortar a Selic, esse espaço deve ser muito pequeno. Estamos próximos do limite inferior para a taxa de juros. Explicamos bastante o que consideramos o nosso 'lower bound' e acredito que o mercado entendeu", reafirmou.
O presidente do Banco Central disse que as políticas reformistas adotadas pelo governo e o ambiente internacional podem permitir ao Brasil conviver com juros baixos por bastante tempo. Ele lembrou que ninguém imaginava no ano passado um cenário de Selic a 2,00% em meio a uma pandemia como a de covid-19.
"Queremos que nosso setor privado seja atrativo, e não o setor público. É disso que queremos convencer as pessoas. Acreditamos no crescimento da economia por meio do setor privado", afirmou Campos Neto. "O prêmio (de juros) é sempre relacionado ao risco. As taxas estão baixas no mundo todo. Vamos fazer reformas e reinventar o crescimento brasileiro pelo setor privado", completou.
*Com Estadão Conteúdo
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira
A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira
Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos
Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje