🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

Entrevista exclusiva

CEO da BGC Liquidez projeta alta de até 12% para bolsa dos EUA e diz que dólar abaixo de R$ 4 é difícil neste ano

Mesmo com o câmbio um pouco mais alto, o especialista projeta que o PIB termine este ano com alta de 2,3%. Mas diz que um dos maiores perigos para a expansão é que a reforma tributária seja postergada novamente

Bruna Furlani
Bruna Furlani
21 de janeiro de 2020
5:00 - atualizado às 12:59
Erminio Lucci diz que espera um crescimento de 2,3% para o PIB neste ano, ainda que o câmbio deva se manter mais alto em 2020 - Imagem: Divulgação GBR Comunicação

Da lista de contatos que Erminio Lucci possui no celular não faltam números de investidores estrangeiros com quem mantém contato frequentemente. Após tanto tempo de conversas, o presidente no Brasil da BGC Liquidez, maior corretora independente do mundo, percebeu uma coisa: não há porque o gringo vir para cá se é possível investir em ações mais líquidas, como Google, Microsoft, Apple etc, e ainda por cima com uma boa rentabilidade. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para este ano, a expectativa é de continuidade de alta das ações no mercado norte-americano. Mas o ritmo não deve ser o mesmo de 2019, quando o S&P 500, o principal índice de ações da bolsa de Nova York, subiu 29%. Para este ano, Lucci espera que o índice suba entre 10% e 12%. 

A perspectiva de alta – ainda que em ritmo menor – tem como base dois fatores: a reprecificação da bolsa pelos investidores e a continuação de uma política expansionista por parte dos bancos centrais do mundo, o que dá suporte para ativos mais arriscados como a bolsa. 

“No fim do ano passado, o mercado tirou o cenário de uma possível recessão americana do radar e reprecificou o S&P prevendo um crescimento da economia um pouco menor do que no ano anterior, mas entre 1,5% e 2%”, destacou Lucci.

De olho na manutenção dos juros baixos nos EUA, na balança comercial e nas contas externas brasileiras, além das reformas importantes que o governo precisa endereçar neste ano, o executivo da BGC Liquidez diz que o dólar deve continuar pressionado. E, segundo ele, a tendência é que o brasileiro não veja a moeda americana abaixo dos R$ 4 em 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mesmo com o câmbio um pouco mais alto, o especialista espera uma retomada da economia e projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) termine este ano com alta de 2,3%, percentual um pouco menor do que projetado pelo Ministério da Economia e que prevê expansão de 2,4% em 2020.

Leia Também

Mas, ao ser questionado sobre os riscos que podem atrapalhar tal alta para o indicador, o CEO da BGC Liquidez cita que um dos maiores perigos é que a reforma tributária seja postergada novamente.

Veja agora os principais trechos da entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro:

Uma das coisas que mais chamaram a atenção do mercado no ano passado foi a alta do S&P. Após um período bastante bom para o índice, agora especialistas acreditam que a velocidade de crescimento deve ser menor e que algumas ações estão esticadas. Como vê o desempenho dele em 2020?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O S&P está negociando acima da sua média histórica. Se olharmos por essa métrica, ele estaria overvalued [acima do valor considerado justo para ele], mas há alguns fatores que apontam para outra direção. No fim do ano passado, por exemplo, o mercado reprecificou o índice, retirou o cenário de recessão do radar e projetou um crescimento da economia americana entre 1,5% e 2%. Boa parte do rali de fim de ano reflete isso.

E o que mais mudou a visão dos investidores?

Outro ponto está relacionado à contínua percepção de que o banco central americano (Fed) não fará mais cortes de juros neste ano, especialmente porque é um ano eleitoral. Ou seja, ele deve continuar a ver com mais parcimônia a questão da inflação e do emprego. Isso sem contar que a manutenção da política expansionista do banco central europeu (BCE) junto a do americano vão ajudar a dar suporte para que os ativos de risco sejam mais interessantes do que os treasuries. Isso tudo deve impulsionar uma alta do índice, ainda que em menor velocidade neste ano. Acredito que o S&P deve subir entre 10% e 12% em 2020.

Agora, do lado do câmbio, a expectativa no ano passado era que a moeda americana depreciaria e o real apreciaria. Mas, mesmo diante de um cenário externo mais complicado e um ambiente interno um pouco mais positivo com a entrada de um governo liberal, o real não se valorizou. Como estão as projeções para este ano?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O real começou o ano bastante pressionado. O mercado está preocupado e quer entender como vai se comportar a balança comercial e os indicadores das contas externas do país em um ano de crescimento maior. Além do que houve um esfriamento das principais agendas de reformas, especialmente administrativa e tributária. Agora há uma grande "área cinzenta" sobre qual será a velocidade, o ímpeto e o "timing" dessas duas reformas. Tudo isso deve ajudar a manter o câmbio mais alto. Diante desse cenário, o dólar deve ficar entre R$ 4 e R$ 4,10 em 2020, segundo as nossas projeções.

Há algum cenário em que isso poderia mudar?

Olha, está bastante complicado acertar o câmbio nos últimos anos porque há vários fatores internos e externos envolvidos na precificação do ativo. De qualquer forma, hoje há um consenso no mundo de que o dólar americano frente a uma cesta de moedas de mercados emergentes não deve continuar performando muito bem, o que tende a ser bom para o real. Porém, a dinâmica interna brasileira que envolve números externos e de conta corrente, crescimento do PIB, assim como o fato de que o nosso diferencial de juros em relação aos Estados Unidos continua baixo deve fazer com que seja difícil ver o dólar abaixo de R$ 4 neste ano.

Como vê o cenário externo mundial hoje, após a assinatura do acordo de fase 1 entre Estados Unidos e China e dados melhores de indústria e varejo chineses? O risco maior é interno com relação às reformas?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eu acho que o cenário externo neste ano mostra-se mais benigno do que em 2019. O "fim" da guerra comercial, pelo menos até a discussão da fase 2 do acordo, reforça essa ideia e é um sinal positivo porque mostra que a dicotomia entre o crescimento das economias e os indicadores de gerente de compras (PMIs) da indústria vem caindo, ou seja, o mercado externo está diminuindo o gap que existia entre os dois. Apesar disso, não penso que o risco maior seja interno. Acho que o Brasil está indo na direção correta para voltar a crescer.

Ainda que os riscos sejam menores, tanto externos quanto internos, quais são os eventos que o investidor precisa manter no radar neste ano?

O risco geopolítico é muito maior do que dez anos atrás. Temos um mundo mais volátil hoje e precisamos ficar atentos. Apesar disso, não penso que conflitos como Estados Unidos e China/Irã escalem porque estamos em ano eleitoral americano. Esse é inclusive outro risco a que os investidores devem ficar atentos.

De que forma as eleições americanas poderiam impactar a bolsa?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por exemplo, se for um candidato mais à esquerda, o mercado pode não gostar e pode ter um risco maior de que haja uma recessão. Mas, se o eleito for o atual presidente, Donald Trump, o mercado tende a continuar com o cenário que vemos hoje em que há uma projeção de crescimento menor, mas que ficaria entre 1,5% e 2% neste ano.

No ano passado, o dólar à vista terminou 2019 com uma alta de 3,63%, enquanto o Ibovespa acumulou uma expansão de mais de 31%. Quais são as expectativas para o desempenho da bolsa neste ano?

A gente não trabalha com esse tipo de projeção, mas acredito que o Ibovespa deva performar bem e ficar entre 130 mil e 140 mil pontos até o fim do ano. Para isso ocorrer quem irá puxar a alta será o fluxo de investidores locais. O estrangeiro está muito fora do mercado. Ele prefere olhar Google, Microsoft que são empresas que ele conhece mais e que têm liquidez grande, além do que performaram melhor do que o S&P e do que o mercado brasileiro em 2019. Hoje, o estrangeiro pensa: por que eu vou perder o meu tempo olhando um país da América Latina, se aqui eu opero Apple, Google e tenho transparência e assimetria de informação? O investidor de fora não vem por falta de interesse.

Depois de ver uma boa alta em 2019, algumas ações já andaram bastante e há papéis que já estão um pouco caros. Diante disso, ainda é possível encontrar pechinchas na bolsa ?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não sei dizer se dá pra encontrar pechinchas porque o mercado já andou bastante. Mas os setores mais cíclicos, como bancos, empresas de aço, consumo de bens de capital, bens duráveis, discricionário (carro, geladeira) e o setor de construção civil devem performar muito bem neste ano. Além disso, teremos uma série de empresas, como BNDES e Caixa que farão follow-ons [ofertas subsequentes de ações], além de aberturas de capital de companhias [IPOs, na sigla em inglês] de construção civil.

Agora falando um pouco sobre o crescimento da economia. Na semana passada, o IBC-Br - que é chamado de prévia do PIB - veio melhor do que os analistas esperavam. Por outro lado, dados de produção industrial e vendas no varejo elevaram as preocupações quanto ao desempenho da economia. Isso muda algo para vocês?

Ainda é muito cedo para dizer. A gente está olhando o retrovisor da economia e no momento, há ainda muitos ruídos por conta do Natal, festas e feriados. Continuamos projetando uma alta de 2,3% para o PIB e de inflação de 3,5% para este ano.

Com relação à Selic, quais são as projeções para os juros em 2020?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A gente estima que o Copom faça mais um corte. A atividade ainda está fraca e o desemprego estrutural permanece alto. Além disso, no fim do ano passado, tivemos alguns choques nos preços da carne, mas foram coisas pontuais. Ultimamente, a inflação está bem controlada e dentro da meta do Banco Central. Por essa razão, penso que ainda há espaço para fazer com que a taxa de juros encerre o ano em 4,25% ao ano. Hoje, ela está em 4,50% ao ano.

Ainda que a projeção seja de alta do PIB, quais seriam os fatores que poderiam atrapalhar a maior expansão da economia neste ano?

Em termos de crescimento, a principal reforma que precisa ser feita é a tributária. Ela foca basicamente no microempreendedor e destrava investimentos. A Previdência foi importante para resolver o problema fiscal e estabilizar a relação entre a dívida e o PIB no Brasil. Mas é a tributária que vai ajudar a desburocratizar e gerar maior eficiência.

E se ela não for feita?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bom, se ela for feita, ela mudaria o ambiente de negócios brasileiro. Porém, se isso não ocorrer, poderia impactar o humor do investidor e consequentemente, a bolsa. O ponto é que eu não sei quanto o mercado está precificando a reforma tributária. Eu penso que se ela estiver precificada agora ainda é pouco.

Por que ela estaria pouco precificada?

Porque ela é bastante complexa. É difícil mensurar como ela vai passar ou se vai passar. O principal problema está em alinhar todos os interesses estaduais, municipais e de governo federal. Mas penso que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, vai fazer com que ela ande porque sabe quão importante ela é para destravar o PIB potencial brasileiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CALENDÁRIO 2026

Calendário Gás do Povo fevereiro 2026: botijão passa a ser gratuito e governo amplia o acesso ao gás de cozinha

4 de fevereiro de 2026 - 6:13

Novo programa substitui o Auxílio Gás e garante recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias de baixa renda

AÇÃO DO MÊS

Direcional (DIRR3) é bicampeã apesar do tombo: entenda por que a construtora segue no topo das recomendações para fevereiro

4 de fevereiro de 2026 - 6:00

Os papéis da construtora caíram 2,80% nos últimos três meses, mas já começaram a mostrar sinais de recuperação

CALENDÁRIO 2026

Calendário do Pé-de-Meia fevereiro 2026: confira quando o governo paga os incentivos do ensino médio

4 de fevereiro de 2026 - 5:41

Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano conforme matrícula, frequência, conclusão e participação no Enem

PRODUTOR NO LIMITE

Agro em crise? Itaú BBA liga alerta para grãos e diz que novas recuperações judiciais estão no radar

3 de fevereiro de 2026 - 19:47

Com preços em queda e custos elevados, produtores enfrentam margens cada vez mais apertadas

O MAIS RICO DO MUNDO

Fortuna de Elon Musk atinge um novo recorde — e segue seu caminho rumo a US$ 1 trilhão

3 de fevereiro de 2026 - 13:31

O CEO da Tesla e da SpaceX segue como o homem mais rico do planeta, com fortuna estimada em cerca de US$ 775 bilhões e se aproxima de um recorde jamais visto de US$ 800 bilhões 

GEOPOLÍTICA DOS MINERAIS

O que está por trás da reserva de minerais críticos de US$ 12 bilhões de Donald Trump

3 de fevereiro de 2026 - 13:15

Após o anúncio do presidente norte-americano, as ações relacionadas ao setor de terras raras registram forte alta no início desta terça-feira (3)

CORTE EM MARÇO

Copom: Banco Central confirma corte de juros ‘cauteloso’ em março, e expectativa para reajuste de 0,25 pp ganha força

3 de fevereiro de 2026 - 9:33

Segundo a ata do Copom, em um ambiente de inflação mais baixa, a estratégia passa pela calibração do nível de juros

SÓ DEU ELA DE NOVO

Lotofácil entra em fevereiro com 2 vencedores próximos do primeiro milhão; Mega-Sena pode pagar R$ 130 milhões hoje

3 de fevereiro de 2026 - 7:59

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão. Mega-Sena está acumulada desde a Mega da Virada.

FEVEREIRO 2026

Calendário do PIS/Pasep fevereiro 2026: confira quando o abono cai na conta

3 de fevereiro de 2026 - 6:03

Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto 

BOLSA FAMÍLIA 2026

Calendário do Bolsa Família fevereiro 2026: confira quando começam os pagamentos e quem pode receber

3 de fevereiro de 2026 - 5:31

Pagamentos começam em 12 de fevereiro e seguem até o fim do mês conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600

POLÍTICA MONETÁRIA

Quem é Guilherme Mello, indicado de Haddad ao Banco Central que gerou ruído no mercado

2 de fevereiro de 2026 - 16:08

Mello chefia a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda; economista tem atuado na defesa de cortes na taxa de juros, atualmente em 15%

Mercados

Bônus de catástrofe: investimento que une alto retorno e baixa volatilidade ganha força

2 de fevereiro de 2026 - 14:38

O mercado de títulos de catástrofe, conhecido por oferecer retorno atrativos combinado com baixa volatilidade, está aquecido em 2026

VAI TER FOLGA?

Calendário de fevereiro de 2026: confira os feriados e as datas do Carnaval

2 de fevereiro de 2026 - 7:12

Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores

COMEÇA HOJE

Calendário do BPC/LOAS fevereiro 2026: veja quando o pagamento do benefício cai

2 de fevereiro de 2026 - 6:04

Benefício assistencial começa hoje, seguindo o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC 

COMEÇA HOJE

Começa hoje o pagamento do INSS fevereiro 2026: confira o calendário e como consultar

2 de fevereiro de 2026 - 5:42

Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício  

MAIS LIDAS DO SD

Do risco de contágio do ‘caso will bank’ ao hotel no Brasil do casal da melhor vinícola do mundo: as mais lidas do SD

1 de fevereiro de 2026 - 17:30

Crise com o will bank, apostas de bilionários e análises de mercado estiveram entre os assuntos mais lidos no Seu Dinheiro nos últimos dias

CLÁSSICO DAS MULTIDÕES

Flamengo x Corinthians decidem a Supercopa do Brasil neste domingo; veja horário e onde assistir

1 de fevereiro de 2026 - 10:30

Flamengo, campeão do Brasileirão, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, se enfrentam neste domingo (1º), no Mané Garrincha, para decidir a Supercopa d Brasil

LOTERIAS

Mega-Sena acumula em R$ 130 milhões; confira os números e os resultados da Lotofácil, Timemania e +Milionária

1 de fevereiro de 2026 - 9:33

Mega-Sena não teve ganhador no sorteio de sábado (31), e os resultados das demais loterias da Caixa também já estão disponíveis

PAGAMENTOS 2026

Bolsa Família, Pé-de-Meia, Gás do Povo e mais: veja o calendário completo dos programas sociais do governo para fevereiro de 2026

1 de fevereiro de 2026 - 7:43

Do Pé-de-Meia ao novo Gás do Povo, veja como ficam as datas e regras dos principais benefícios federais em fevereiro de 2026

CINCO ESTRELAS

Silêncio, privacidade e massageador: a experiência de viajar em uma cabine premium de ônibus

31 de janeiro de 2026 - 12:23

Viação Garcia passa a operar cabine premium em ônibus de longa distância, com foco em conforto, silêncio e privacidade

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar