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Para conseguir a minha certificação CFP® como planejadora financeira, fiz uma prova e um processo de experiência supervisionada pela Planejar. Precisei acompanhar e orientar por um ano as finanças de duas famílias.
O planejamento financeiro vai muito além de ajustar as contas do mês ou mesmo definir uma estratégia de investimentos. É fazer uma análise fiscal, ou seja, verificar se há formas legais de reduzir o pagamento de impostos. E também um planejamento sucessório, com a busca de caminhos mais vantajosos para a transferência de bens.
O Leão não poupa ninguém. Até defunto paga imposto no Brasil. E quem recebe herança pode ter um gasto substancial antes de ver a cor do dinheiro.
Veja só: um dos meus clientes tem mãe idosa e vai receber de herança um imóvel antigo da família. É daqueles apartamentos que foram comprados mil anos atrás, em bairro nobre do Rio, e hoje vale mais de R$ 2 milhões.
O problema é que para receber o bem terá de pagar 8% de ITCMD (o famoso Imposto Sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) ao Estado do Rio de Janeiro. É um cheque de, no mínimo, R$ 160 mil, à vista, só para receber esse imóvel.
Para quem não tem dinheiro em caixa, ganhar uma herança pode ser um abacaxi. Além do ITCMD, há uma série de custos para a realização do inventário.
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É por isso que muita gente faz plano de previdência para deixar recursos a seus entes queridos após a morte. Esse dinheiro não entra no inventário e não tem incidência de ITCMD.
O problema é que diversos Estados brasileiros estão de olho na previdência privada deixada aos herdeiros e já começaram a cobrar ITCMD sobre esses valores. No texto de hoje, a Julia Wiltgen explica o que está em jogo, quais os impasses legais e se ainda há vantagens em fazer uma previdência privada para beneficiar seus herdeiros.
•O Ibovespa fechou o pregão de ontem com queda de 0,49%, aos 95.615,03 pontos, e o dólar subiu 0,50%, cotado a R$ 5,59, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recusar o pacote de estímulos econômicos formulado pela oposição e paralisar as negociações até o desfecho das eleições presidenciais de novembro.
•O que mexe com os mercados hoje? O balde de água fria que Donald Trump jogou nos mercados na tarde de ontem continua repercutindo entre os investidores. Na agenda do dia, o destaque fica com a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve. As bolsas chinesas continuam fechadas, mas a maioria das sessões na Ásia foram positivas. As principais praças europeias operam no vermelho, enquanto os índices futuros em Wall Street operam em leve alta.
•Desafio dos 21 dias: Todo dia, às 12h21, o Felipe Miranda estará ao vivo para dar lições de investimento gratuitas. O Seu Dinheiro acompanha o projeto e preparou uma página especial para reunir os insights do Felipe. Confira aqui.
• Com o setor aéreo na berlinda, o mercado está de olho na posição de caixa das empresas. A Azul revelou ter R$ 2,3 bilhões disponíveis no fim do terceiro trimestre, montante melhor que o esperado.
•A General Motors (GM) vai reabrir na semana que vem o programa de demissões voluntárias em seu parque industrial em São José dos Campos, no interior de São Paulo.
• O Senado aprovou ontem a Medida Provisória (MP) que estende o incentivo fiscal destinado a empresas do setor automotivo instaladas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
• As vendas contratadas do segmento de incorporação da JHSF Participações cresceram 192,5% no 3º trimestre.
• A MRV anunciou ontem que vai pagar no dia 23 de outubro R$ 164 milhões em dividendos mínimos obrigatórios relativos a 2019.
• Nos Estados Unidos, relatório produzido pelo subcomitê antitruste da Câmara dos Representantes acusa as maiores empresas de tecnologia do mundo – Google, Amazon, Facebook e Apple – de sufocarem a inovação e recomenda a separação de seus negócios.
• O senador Márcio Bittar (MDB-AC) afirmou ontem que a proposta para o Renda Cidadã – novo programa social que o governo tenta criar para substituir o Bolsa Família – deve ficar pronta na próxima semana, "se Deus quiser".
•O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 819 mortes e 41.906 novos casos de coronavírus, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde no início da noite de ontem. Ao todo, são cerca de 147 mil mortes e 4,9 milhões de casos.
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