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De um casamento que parecia perfeito, a união entre uma estrela em ascensão e uma figura consagrada no mercado acaba naufragando em meio a uma rotina de desentendimentos e planos incompatíveis para o futuro.
Quem assistiu ao filme História de um Casamento (disponível na Netflix) deve ter reconhecido o roteiro que eu descrevi logo acima. Mas na verdade estou me referindo a outra relação que está perto do fim: a do Itaú Unibanco com a XP Investimentos.
Foi um romance que começou em 2017, quando o maior banco privado brasileiro anunciou a compra de uma participação no capital da XP por pouco mais de R$ 6 bilhões.
O casamento trouxe frutos para ambos os lados, mas também enfrentou resistências. A maior delas foi o veto do Banco Central à opção de o Itaú assumir o controle da XP.
Essa espécie de matrimônio com os noivos vivendo em casas separadas provocou inevitáveis brigas. Algo já parecia estar fora do lugar quando o Itaú lançou em junho deste ano uma campanha publicitária com críticas ao modelo de agentes autônomos que consagrou a XP.
Pois agora o casamento parece ter chegado ao fim com o plano do banco de segregar a participação que detém na XP em uma nova empresa.
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Para o Itaú, a união também sofreu com a falta de reconhecimento. Isso porque o valor atribuído à participação na XP dentro do banco é menor que o da corretora no mercado.
Essa foi uma das justificativas para o fim da relação dadas por Candido Bracher, presidente do Itaú. Eu acompanhei a entrevista e conto para você os detalhes sobre a separação e também a reação das ações.
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