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Às vezes na vida precisamos fazer uma parada técnica. Dar um passo para trás para dar dois à frente. Fazer uma pausa para recarregar as energias. Rever hábitos e estratégias. E não são só as pessoas que fazem isso. Mesmo as empresas também passam por reestruturações de vez em quando.
Muitas vezes, esses momentos de parada são forçados, resultados de alguma grande “revolução”: a perda de um emprego, o fim de um relacionamento, um problema de saúde, uma forte insatisfação com algum aspecto da vida ou, no caso dos negócios, a necessidade de mudar para acompanhar os novos tempos, ou então a temida recuperação judicial.
No universo dos investimentos não é diferente. Há vezes que vemos nossos ativos valorizarem, mas também há momentos de crise. E há aqueles períodos em que o mercado anda de lado.
Seja na vida profissional ou pessoal, nos negócios ou nos investimentos, a gente acaba saindo dessas crises e momentos de parada mais ou menos na mesma situação em que estávamos, ou então com alguma desvantagem. Renovados, descansados e atualizados, podemos, então, voltar ao jogo e seguir em frente.
A bolsa brasileira passou, neste ano, por uma dessas crises fortes. No seu pior momento, despencou cerca de 50% em relação à máxima do ano, atingida em janeiro. Ações trocaram de mãos e investidores mudaram seus setores preferidos, para conseguirem enfrentar o período de vacas magras. Mesmo em recuperação, o Ibovespa por muito tempo permaneceu negativo no acumulado do ano.
Nesta semana, a antepenúltima do ano e última antes do recesso (para quem tem recesso), o Ibovespa finalmente tornou a respirar e voltou ao jogo, ficando positivo no ano. O índice agora acumula alta de 2,06%, pouco para o que era esperado no fim de 2019, mas o suficiente para ganhar do CDI no ano, depois de meses de sufoco.
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