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Às vezes na vida precisamos fazer uma parada técnica. Dar um passo para trás para dar dois à frente. Fazer uma pausa para recarregar as energias. Rever hábitos e estratégias. E não são só as pessoas que fazem isso. Mesmo as empresas também passam por reestruturações de vez em quando.
Muitas vezes, esses momentos de parada são forçados, resultados de alguma grande “revolução”: a perda de um emprego, o fim de um relacionamento, um problema de saúde, uma forte insatisfação com algum aspecto da vida ou, no caso dos negócios, a necessidade de mudar para acompanhar os novos tempos, ou então a temida recuperação judicial.
No universo dos investimentos não é diferente. Há vezes que vemos nossos ativos valorizarem, mas também há momentos de crise. E há aqueles períodos em que o mercado anda de lado.
Seja na vida profissional ou pessoal, nos negócios ou nos investimentos, a gente acaba saindo dessas crises e momentos de parada mais ou menos na mesma situação em que estávamos, ou então com alguma desvantagem. Renovados, descansados e atualizados, podemos, então, voltar ao jogo e seguir em frente.
A bolsa brasileira passou, neste ano, por uma dessas crises fortes. No seu pior momento, despencou cerca de 50% em relação à máxima do ano, atingida em janeiro. Ações trocaram de mãos e investidores mudaram seus setores preferidos, para conseguirem enfrentar o período de vacas magras. Mesmo em recuperação, o Ibovespa por muito tempo permaneceu negativo no acumulado do ano.
Nesta semana, a antepenúltima do ano e última antes do recesso (para quem tem recesso), o Ibovespa finalmente tornou a respirar e voltou ao jogo, ficando positivo no ano. O índice agora acumula alta de 2,06%, pouco para o que era esperado no fim de 2019, mas o suficiente para ganhar do CDI no ano, depois de meses de sufoco.
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Hoje o índice terminou o dia em queda, mas o balanço da semana foi positivo. Nesta matéria, o Felipe Saturnino conta tudo sobre o pregão de hoje e o desempenho da bolsa e do dólar na semana.
• Um talude - plano de terreno inclinado - caiu sobre uma retroescavadeira na área da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, na tarde de hoje. A informação foi divulgada pelo portal G1 e confirmada pela Vale ao Seu Dinheiro.
• Com o aumento da demanda, a Usiminas anunciou a retomada da operação do Alto-Forno 2, na Usina de Ipatinga, em Minas Gerais. Para garantir a retomada dos trabalhos, a companhia pretende realizar um aporte de R$ 67 milhões.
• O Banco Inter continua no mercado em busca de ativos para expandir suas operações. O banco adquiriu a participação na Meu Acerto, plataforma de cobrança, reativação e retenção de clientes.
• A Ser Educacional concluiu a aquisição do portal Beduka, startup no mercado de apoio on-line para alunos que buscam ingressar no ensino superior. A empresa comprada terá papel relevante em atrair alunos, segundo a companhia.
• A AES Tietê tem um plano de reorganização societária e pretende migrar para o Novo Mercado, segmento de listagem mais elevado da B3. Entenda os motivos da operação e como fica a relação de troca entre as atuais units TIET11 e as ações ordinárias.
• O ministro da Economia, Paulo Guedes, se posicionou, nesta sexta, a favor da vacinação em massa. De acordo com ele, a imunização é necessária para que o Brasil “volte a voar”.
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