🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Uma criança no tempo do financial deepening

Se, de um lado, estou muito animado com o aumento do número de pessoas físicas na Bolsa, de outro, também nutro grande preocupação

25 de agosto de 2020
10:43 - atualizado às 13:24
Dinheiro e criança
Imagem: Shutterstock

Com sua rara sabedoria, o filósofo Homer Simpson resumiu: “Todo mundo sabe que o rock atingiu a perfeição em agosto de 1972”. É uma referência, claro, ao “Made in Japan”, do Deep Purple, entre os maiores shows de todos os tempos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dei sorte na vida. Um dos primeiros CDs que entraram na minha casa foi justamente esse. Papai se orgulhava de ter comprado a versão americana, enquanto eu tinha dificuldade de entender aquilo: “versão americana, Made in Japan?”. Fingia de morto e atendia ao insistente pedido de repetir a faixa 3, que vinha sempre com aquela pronúncia caprichada: “põe de novo aquela que eu gosto do De Purpól… aumenta, pô”. Logo os riffs de “Smoke on the Water” se misturavam, sinestesicamente, à fumaça de Galaxy que adentrava o copo de whisky.

Minha favorita, porém, era a faixa anterior, “Child in Time”. Ali, realmente, estivemos perto da perfeição. Eu poderia tentar descrevê-la de várias formas, mas jamais conseguiria chegar perto de Michel Houellebecq, que escreveu assim no também quase perfeito “Serotonina”:

A única lembrança mais precisa que tenho é de uma gravação pirata de ‘Child in Time’ feita em Duisbuirg, em 1970, a sonoridade dos Klipschorn era mesmo excepcional, esteticamente talvez tenha sido o momento mais bonito da minha vida, faço questão de dizer isso porque a beleza talvez possa servir para alguma coisa, enfim, devemos ter ouvido a canção umas trinta ou quarenta vezes, fascinados em cada uma delas pelo movimento de enlevo absoluto com que Ian Gillan, acima do domínio tranquilo de Jon Lord, passava da palavra ao canto e depois do canto ao grito e retornava à palavra, seguido imediatamente pelo break majestoso de Ian Paice, é verdade que Jon Lord o apoiava com sua habitual combinação de eficácia e grandeza, mas de todo modo o break de Ian Paice era suntuoso, com certeza o mais belo break da história do rock, depois Gillan voltava e se consumava a segunda parte do sacrifício, Ian Gillan passava da palavra ao canto outra vez e do canto ao puro grito, e pouco depois a faixa infelizmente terminava e não tínhamos outro remédio senão pôr a agulha de novo no começo, e poderíamos viver assim eternamente, não sei se eternamente, claro que era uma ilusão, mas uma bela ilusão.” 

Nietzsche dizia que, sem música, a vida seria um erro. Steve Jobs acreditava que o conteúdo do iPod de uma pessoa falava muito sobre ela. Música é coisa séria. Investimento também. De algum modo, “Child in Time” liga esses dois mundos. Embalado pela canção, que vim ouvindo para o trabalho, três coisas me vieram à cabeça: i) a música é um protesto contra a guerra do Vietnã; ii) ela fala do massacre de jovens nos conflitos; e iii) apesar de certamente representar um momento de extraordinário brilhantismo, a música jamais seria possível sem a primazia da técnica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se, de um lado, estou muito animado com o aumento do número de pessoas físicas na Bolsa, de outro, também nutro grande preocupação. Tenho notado um clima de grande beligerância entre os investidores, sobretudo os novatos, nas redes sociais com qualquer tipo de opinião contrária às suas. Há uma postura infantilizada, muitas vezes por meio de argumentos ad hominem, contra qualquer antítese às suas próprias teses.

Leia Também

No final de semana, postei no meu Instagram uma referência à carta da Squadra, em que, entre outras coisas, a gestora fundamentava a manutenção de sua posição short (vendida) nas ações do IRB. Parte dos investidores comprados em IRB, em vez de tentar entender os pontos, verificar se faziam sentido e testar a validade da sua hipótese de que as ações eram boas, veio desqualificar a gestora. O argumento típico: “Squadra está desesperada com a alta das ações de IRB na sexta-feira e quer forçar uma queda dos papéis.” A Squadra não está desesperada e muito provavelmente começou a escrever a carta antes de sexta-feira.

Obviamente, porém, não estou preocupado com o caso particular. Trato do ocorrido porque ele revela uma postura geral, de criticar sem argumentos embasados qualquer opinião contrária à sua. Forma-se uma espécie de Fla-Flu entre comprados e vendidos na análise, e a racionalidade do investidor dá lugar à mera torcida. Quando a emoção entra no lugar da razão, a consequência costuma ser o massacre dos jovens investidores — não no sentido biológico da juventude, mas na ingenuidade, na superficialidade e na infantilidade com que tratam temas profundos e complexos. 

O investidor deveria usar uma tese antagonista à sua como forma de aprimorar a própria análise, voltar ao case e estudar se aquelas críticas fazem ou não sentido. Se fazem, talvez seja o momento de mudar de ideia. Se não fazem, podem inclusive abrir oportunidade para reforço da posição — neste caso, dado que parte do mercado pensa diferente de você, é possível que as cotações correntes não incorporem adequadamente as suas próprias convicções; haveria ali uma assimetria de informação a seu favor, que poderia ser aproveitada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na prática, porém, parte das pessoas físicas prefere atacar o adversário intelectual, como se a desqualificação pessoal fosse fazer a sua ação subir. Preferem o viés de confirmação, ler e valorizar apenas as opiniões que apenas corroboram suas próprias convicções prévias.  

Esse sempre foi um problema inerente ao investidor, devidamente documentado pelas Finanças Comportamentais. A fragilidade, entretanto, tem crescido, porque os algoritmos das grandes empresas de tecnologia vão nos mostrando apenas fatos, notícias e opiniões semelhantes àquelas de que já gostamos (porque elas sabem que isso maximiza nossos cliques e nossa audiência). A consequência prática é que o investidor tende a caminhar para o extremismo das opiniões, concentrando posições nos nomes de que já gostava e, talvez, até se alavancando. 

Nessa guerra fria de opiniões e quente de alocações subótimas, em sua maioria muito concentradas, outro ponto me preocupa. Identifico dois grupos fragilizados nessa era dos gurus das redes sociais — como diria Groucho Marx, “eu me recuso a fazer parte de um clube que me aceita como sócio”; por favor, não tome a Empiricus como um herói a ser seguido cegamente. Como diz nossa cartilha de Princípios em sua última linha, “estamos aqui apenas tentando lidar com o nossos graves defeitos”.  

O primeiro grupo segue com fundamentalismo religioso o novo guru da moda. Aleatoriamente, entre vários influenciadores de financistas, um ou outro vai acertar o último trade do momento — você critica o valuation das Bolsas americanas e acerta na Covid-19, mas tudo bem… quem se importa, não é mesmo? Então, o novo acertador de última hora, que Taleb muito provavelmente chamaria de “iludido pelo acaso”, vira o novo mestre a ser seguido. A primeira lição dessa história é que não há heróis. Erros, necessariamente, fazem parte do processo de investimento, que é algo ligado a probabilidades, não a certezas. Estamos num ambiente permeado por incertezas e aleatoriedade; o futuro permanece opaco e impermeável, de modo que todos aqueles que sabem o que vai acontecer estão, cedo ou tarde, condenados ao erro. Não é um demérito do respectivo guru, é simplesmente porque ele não era um guru. Entre as habilidades humanas, não está aquela de prever o futuro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, mesmo que o tal guru esteja certo, suas necessidades, seu perfil de risco, seu patrimônio financeiro, seu horizonte temporal podem ser diferentes daqueles de sua audiência. Se algo serve para A, não necessariamente servirá para B. 

O segundo grupo, em alguma medida, é oposto ao primeiro. Ele percebeu que o verdadeiro heroísmo está em perceber que não há herói algum. Eu mesmo sou um financista que acredita muito pouco nos financistas. Isso, porém, não pode ser confundido com o abandono da técnica, da análise profunda, do contato com os melhores profissionais de mercado, com o desprezo pela ciência. Adotar uma postura questionadora e cética sobre os financistas e influenciadores digitais não significa ignorar suas opiniões. 

Ian Gillan e Ritchie Blackmore jamais conseguiriam fazer o que fazem em “Child in Time” sem anos e anos de estudo e prática; sendo um amador, você não competiria com os gritos agudos e afinados do vocalista, tampouco pensaria ser capaz de rivalizar com os solos do guitarrista. Provavelmente, você não se sentiria apto a superar Lewis Hamilton numa corrida em Mônaco na chuva. Cuidar de forma responsável e individual de sua saúde não significa deixar de ir ao médico — ao contrário, você continuará consultando um especialista.

Tom Nichols está certo em sua preocupação sobre a “morte da expertise”. A disseminação das redes sociais deu voz a qualquer um sobre os mais variados assuntos, como se toda opinião tivesse o mesmo peso. Uma mensagem enviada pelo WhatsApp tem hoje muitas vezes a mesma relevância de uma coluna publicada por um técnico num jornal de grande circulação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se, por um lado, devemos nos preocupar com a falsa expertise para não sermos seduzidos por falsos gurus, ao mesmo tempo não podemos desprezar a importância de opiniões científicas, da primazia da técnica e pelas dificuldades de o investidor pessoa física, muitas vezes leigo, jogar o jogo de profissionais — o mercado financeiro é um ambiente como qualquer outro; a técnica, o profissionalismo, a prática de anos, a pesquisa profunda e científica trazem vantagens importantes. Seguir um médico de terceira linha pode gerar problemas graves, mas a automedicação também não costuma ser um caminho profícuo.

Enquanto insistirmos em tratar os investimentos de forma infantilizada, seremos apenas crianças no tempo do “financial deepening” — as crianças sabem tudo, mas não ganham muito dinheiro. 

P.S.: Analisado aleatoriamente diversas carteiras de pessoas físicas, há dois pontos muito claros de melhoria. O primeiro é o excesso de concentração — o sujeito quer começar a investir em Bolsa e compra quatro ações; a chance de isso dar errado é enorme. Em sendo o caso, melhor comprar um ETF ou um FoF de ações. O segundo, que poderia até ser interpretado como uma variação do primeiro ao representar excesso de concentração geográfica, é a falta de internacionalização dos portfólios. Ainda engatinhamos nesse escopo, mas, felizmente, temos visto alguns avanços importantes nessa área. XP e BTG Pactual Digital têm trazido vários fundos bacanas para se investir lá fora, o que acho salutar. Nesse sentido, vale muito a pena ver a live com André Esteves e Bill Ackman, cujo fundo agora está disponível na plataforma do BTG Pactual Digital para investidores qualificados a partir de R$ 10 mil. Chance rara de um importante amadurecimento patrimonial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar