Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Gurus do ceticismo estão armados para Brasil melhor: Stuhlberger com Bolsa e NTN-B; Xavier com LTN

Preocupação com aprovação das reformas permanece, mas há esperança de que país seja ilha em meio a exterior negativo

29 de janeiro de 2019
21:17 - atualizado às 15:10
Xavier, da SPX, e Stuhlberger, da Verde, em evento do Credit Suisse - Imagem: Leo Martins

Há cerca de um ano, o tom que se instaurou no encontro dos dois maiores gurus da gestão brasileira nesta terça-feira, em evento do Credit Suisse, seria impensável. Algum ceticismo com a possibilidade de o Brasil encontrar a fórmula mágica para corrigir seus problemas fiscais segue no discurso de Luis Stuhlberger, da Verde, e Rogério Xavier, da SPX – com contornos mais leves.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

São as posições dos fundos que mostram de fato o viés mais positivo. Xavier gosta dos juros prefixados curtos. "O que eu mais gosto hoje no portfólio é a posição aplicada em juros no Brasil, disparado. Acho que o mercado está dormindo no ponto", disse. "Concordo que tem muito a andar, tanto no juro quanto na Bolsa", afirmou também Stuhlberger.

Apenas o cavalo para se aproveitar do ajuste nos juros varia. Xavier está nos prefixados, bem convicto disso: "B pra mim não faz sentido algum. Ou você quer ficar aplicado nos juros ou não". O gestor da Verde não reagiu, mas segue na NTN-B, posição tradicional sua, que ganha com o ajuste dos juros para baixo, mas menos, já que conta com proteção contra inflação.

O embate não foi explicitado, porém reflete um traço claro da diferença entre os dois gurus: Stuhlberger sempre muito preocupado em proteger as posições, Xavier no tom: "Hedge para quê? Se eu não tenho convicção, monto pequeno".

Em Bolsa, a SPX está comprada, porém pequena (uma posição em Vale foi montada após a tragédia de Brumadinho, com o entendimento de que a queda foi exagerada). Já a Verde tem uma posição bem grande para seu histórico recente, lembrando os velhos tempos da casa: 18% em ações brasileiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se o Brasil toca música para os ouvidos, não dá para dizer o mesmo sobre o cenário exterior. Tanto Stuhlberger quanto Xavier estão preocupados sobre o que vem de fora, ainda que consigam ver um contágio pequeno caso façamos nosso dever de casa. Dada a falta de visibilidade e a virada lá fora, o gestor da SPX zerou uma posição que carregava há muito tempo em abertura de juros americanos – com a qual ganhou bastante por um longo período, mas sofreu no fim do ano passado.

Leia Também

Do 2018 difícil para a SPX – episódio raro em seu histórico – claramente a lição aprendida por Xavier foi o cuidado com a liquidez, que repetiu várias vezes ao longo da conversa. "Minha recomendação é: cuidado com o prêmio de liquidez, ele mudou".

Feito o resumo, quando dois gênios se sentam para conversar, vale acompanhar os detalhes. Por isso, seguem os principais pontos da conversa abaixo, mediada por Sylvio Castro, diretor de investimentos do private banking da CSHG, na sequência em que ela aconteceu:

Reformas: música para os ouvidos?

Xavier: A gente avançou em vários pontos durante o governo Temer. Eu venho falando que dificilmente a nova equipe econômica seria tão boa quanto a do Temer. É só ver o legado que o Ilan Goldfajn deixa para o novo presidente do BC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há desafios agora. Vocês estão carecas de saber que vai ser muito difícil. Temos que encarar que, se a reforma fosse fácil, já estaria aprovada. O corporativismo no Brasil é ativo. Não sei se é coincidência ou não, mas me estranha o surgimento de denúncias sobre a família Bolsonaro exatamente quando vai começar o encaminhamento de uma votação tão importante.

Mas tem notícia pior: todo mundo foca na previdência, mas ela sozinha não é capaz de estabilizar dívida/PIB. Mesmo que a gente tenha sucesso, é necessário fazer mais do que reforma da previdência. Duas coisas que a gente propõe: desvinculação do salário mínimo em relação ao PIB (tem que reajustar pela inflação, manter poder de compra) e restrição do abono salarial a quem ganha até um salário mínimo e não dois.

Dá pra ficar otimista? Dá. Dá pra dizer que resolvemos os problemas sem nem colocar pra votar? Não. Tem que responder problemas como o do corporativismo. Não vai ser fácil.

Stuhlberger: A gente vai mudar de patamar se forem aprovadas essas reformas, ouvir tudo isso é música. Sobre o reajuste do salário mínimo, eu até tinha pensado em uma forma mais liberal de olhar isso: talvez não reajustar somente pela inflação, mas também pela alta do PIB per capita.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A despesa previdenciária vai subir nos próximos anos anos mesmo com reforma da previdência. Pra ela crescer 2,5%, precisa de reforma. O PIB precisa crescer 3% para termos as contas equilibradas permanentemente. E o PIB potencial hoje não chega a isso.

Quanto do otimismo já está nos preços?

Xavier: A impressão que eu tenho é que o mercado está na direção certa. Difícil dizer o quanto já está precificado. Acho que no juro nem começou. Apesar de os juros terem fechado muito desde a eleição do Bolsonaro, está muito errado ainda.

Se a reforma passar, será uma mudança de paradigma espetacular. Vai virar a página e entrar em agenda positiva que é música para nossos ouvidos: privatizar, reduzir carga tributária, desburocratizar. Se essa história for verdade... Mas talvez eu tenha nascido em uma época que tenha me deixado cético e é difícil mudar isso (risos).

Com um exterior que é só problema, se o Brasil apontar para os investidores que está na direção correta, dá pra andar muito mais do que já andou. Mas é preciso fazer o dever de casa. Em fazendo, acho que vai andar muito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Stuhlberger: Penso da mesma forma. A gente teve desde 2013 um view muito negativo para Brasil, com quase zero de Bolsa, nenhum pré, alguma exposição à NTN-B, que sempre deu proteção pela inflação. Agora também concordo que tem muito a andar, tanto no juro quanto na Bolsa.

E o dólar?

Stuhlberger: O caso mais tricky é o dólar. Se a gente imaginasse Bolsa perto de 100 mil, juro convergindo pros lows, NTN-B pagando IPCA mais 4% para 5 a 8 anos... falaria em dólar a R$ 3,20, R$ 3,30. Está bem acima disso.

Agora, o efeito do carry é grande [redução do diferencial entre os juros brasileiros e americanos]. Quem poderia imaginar que depois de Bolsonaro eleito sairiam US$ 29 bilhões no câmbio financeiro? Isso pra mim foi algo extremamente inesperado. A gente particularmente está fora do câmbio. Temos juros, bolsa e não temos câmbio.

Deu a louca nos preços

Stuhlberger: Eu acredito que a gente vive em mundo deflacionista. Estruturalmente, pelo menos, o juro longo vai ser baixo. Talvez o curto fique até acima. Ano passado vimos duas quebras de paradigmas imensas: primeiro a inflação não apareceu. Isso é algo positivo para o PIB mundial. E também beneficia emergentes, principalmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A outra coisa que passou por uma mudança de paradigma imensa foi o mercado acionário. Passei um tempo viajando e acabei lendo muito relatório de value investing. Os caras dizem: minha carteira é essa, meus papéis são esses, o resultado da empresa está dento do esperado, o negócio dela não foi disrupted e meu papel cai 30%!

Parece que o Mr. Mercado olha as posições de ações no mundo e diz: não sei quando vai ser disrupted, nem por quê, nem como... mas já cai 30% por conta disso. Lembrei hoje do Nelson Rodrigues: "Eu não sei por que estou batendo, mas ela sabe porque está apanhando".

A gente está em termos de alocação em fase muito difícil para saber construir portfólio. Aí você diz: vou ficar na renda fixa então. Então tem que se contentar com juro perto de zero por muito tempo. É o paradigma de gerir dinheiro: 2018 mostrou como isso vai ser difícil por um longo tempo. Bom lembrar que 40% do Ibovespa é setor financeiro: não sei que horas vai ser disrupted, mas vamos ter que passar por isso alguma hora.

Xavier: O petróleo mesmo caiu por um período 10% ao dia. Mas o que está acontecendo? – a gente se perguntava. Nada. Simplesmente economia global de muito aquecida no primeiro semestre esfriou brutalmente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E sinceramente eu não tenho ideia se você me perguntar: qual o motivo que levou à desaceleração? É claro que há vários fatores: guerra comercial dos EUA, Europa banindo carro a diesel, desaceleração na China, confusão no governo italiano... Mas, de muito aquecida, está se questionando se a Alemanha vai entrar em recessão, em seis meses. Como isso é possível?

O risco chinês

Xavier: A China é a mesma coisa. Não dá pra acreditar nos dados. Todos sabemos que são dados Faber Castell – vai lá com lápis e completa. Tentamos reproduzir com indicadores o PIB chinês: no terceiro trimestre, a China cresceu perto de zero. Não por outro motivo convidou os EUA pra negociar e começou a fazer um bando de estímulos.

A economia chinesa se mostra muito preocupante. Aquela discussão que tivemos nos últimos cinco anos: quando a China vai dar sinais de esgotamento? Aparentemente já começou. A China é que nem banco grande: não quebra da noite pro dia. Vai quebrando.

Atenção ao prêmio de liquidez!

Xavier: A gente já tinha impressão, desde 2008, quando a crise expulsou os bancos do mercado, impedindo as carteiras proprietárias de poder absorver risco, que isso ia causar um grande ruído quando tivesse a próxima crise. Seu eu quero sair de uma posição... não tem mais a figura que fazia o ponto intermediário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja as ações da Vale, que caíram mais de 20% na segunda. Em 33 anos de mercado, nunca tinha visto uma blue chip cair tanto em um dia. Aliás, recentemente vi muita coisa que nunca tinha visto, como juro negativo...

Esses movimentos de queda, como da ação ou do petróleo, são sinais de que as pessoas estão subestimando o prêmio de liquidez. O prêmio de liquidez na minha avaliação está completamente errado. A Bolsa brasileira agora... todo mundo animado, os gestores brasileiros comprando... Se tiver recessão, não tem saída.

Minha recomendação é: cuidado com o prêmio de liquidez. Ele mudou.

Stuhlberger: No Brasil, a indústria de hedge funds cresceu muito, o de ações cresceu também, mas menos. A gente não tem mercado nem de longe preparado para um choque inesperado. Imagina ser surpreendido amanhã com algo parecido com aquela gravação do Joesley... E os corporativistas inimigos das reformas, como disse o Rogério, estão correndo atrás disso. E reformas ainda não aconteceram.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Olhando para o mês de janeiro, a grande maioria dos hedge funds está indo muito bem, com retorno entre 1,5 e 2%. Não acho que a gente está preparado para uma virada. Também não estou dizendo que vem... Mas a liquidez de vários ativos continua muito ruim. A da Bolsa, tirando alguns papéis, é ruim, da NTN-B, do cupom cambial... Vai em algum momento haver vítimas e correria para o mercado repensar isso.

O que aconteceu nos EUA?

Xavier: Quando você se depara com o aborto prematuro da normalização do Fed, passa a se questionar: o que deu errado? A economia global não aguenta que os EUA puxem o juro pra 2,5%? Então tem problema muito grande. Por isso muita gente se questiona se próximo movimento do Fed não só não será de alta como será de corte. Talvez precise inundar de novo para voltar ao ponto anterior.

Impressão que tenho é que o mundo se endividou muito. E a capacidade de os bancos centrais atuarem pra recuperá-lo é cada vez menor. É bom o Brasil fazer o dever de casa e se mostrar como algo diferente pra ser atrativo, porque o resto do mundo está com a cara muito feia. Os dados econômicos são muito horrorosos. Pode anotar: os dados do primeiro trimestre da economia global vão ser piores do que os do terceiro e do quarto.

Stuhlberger: Eu acho que mercado pode ter uma onda de otimismo por uma única razão: um acordo China/EUA, que acho que é provável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Onde está o dinheiro?

Xavier: O que eu mais gosto hoje no portfólio é da posição aplicada em juros no Brasil, disparado. Acho que mercado tá dormindo no ponto. Dificilmente vai ter algum vetor inflacionário na economia, com desemprego alto e utilização de capacidade no nível que temos hoje. Se tiver um choque de alimentos por clima, é possível que a inflação suba um pouco. Em ausência de choque, é muito improvável. E o mercado põe nos preços alta de juros.

Caso o governo caminhe em agenda proposta, de austeridade fiscal, vai ter que soltar de algum lugar. E provavelmente vai ser no monetário. É muito tranquilo fazer posições aplicadas no juro brasileiro. No pré. A "B" não faz pra mim sentido algum. Ou você quer ficar aplicado nos juros ou não. Uma vez que você resolva estar aplicado, o pré é muito superior. Acho o câmbio justo hoje em dia, o juro é a grande oportunidade.

Lá fora a gente está repensando a vida. A gente foi surpreendido por causa do Fed e mudou muito nossa cabeça. Tem tanto risco... Lembrem-se deste conselho: no terceiro trimestre deste ano a Itália vai voltar a dar problema, é certo que vai dar dor de cabeça.

Stuhlberger: Sobre a Bolsa, o Verde nasceu com a ideia de ter sempre Bolsa, tipo um terço da carteira. A gente seguiu com isso até o fim de 2012. Por valuation, vendemos. Entrou crise, retomamos timidamente. Agora a gente tem posição razoável, alguma coisa como 18% em ações brasileiras, 7% em ações globais, mas principalmente EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nossa visão econômica é mais positiva para o PIB neste ano: crescimento de 3%, podendo ser isso ou um pouco mais em 2020. Basta fazer lição de casa, não precisa necessariamente de reformas. O consumidor tem balanço para se alavancar.

Se a gente entra em ciclo construtivo, mais positivo, consumo vai ser forte, arrecadação... Seguindo uma rota ok, a alavancagem operacional das empresas vai acontecer. Tem um upside razoável em Bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NÃO TEM MAIS VOLTA

Números da Dupla de Páscoa 2026 são sorteados; veja se você acertou

4 de abril de 2026 - 21:09

Resultado do rateio da Dupla de Páscoa de 2026 será conhecido dentro de alguns minutos; acompanhe a cobertura do Seu Dinheiro

DE HOJE NÃO PASSA

Apostas encerradas! Acompanhe ao vivo o sorteio da Dupla de Páscoa; prêmio é estimado em R$ 40 milhões

4 de abril de 2026 - 20:01

A Dupla de Páscoa abre o calendário de sorteios especiais das loterias da Caixa, que conta também com a Quina de São João, a Lotofácil da Independência e a Mega da Virada.

DE OLHO NOS PREÇOS

Governo reage à alta dos combustíveis: ANP intensifica fiscalização contra aumentos abusivos e avança com programa de subvenção ao diesel

4 de abril de 2026 - 11:30

A agência já emitiu autos de infração contra 85 postos e 19 distribuidoras de combustíveis, com multas que podem chegar a R$ 500 milhões

VEJA OS PREÇOS

Almoço de Páscoa ficou mais barato, mas queda nos preços esconde ‘pegadinha’ e revela inflação onde mais dói no bolso

3 de abril de 2026 - 16:28

Mesmo com queda média de 5,73% nos preços da cesta de Páscoa, itens tradicionais como chocolate e bacalhau sobem bem acima da inflação e concentram a pressão no bolso do consumidor

VEJA O PASSO A PASSO

R$ 1,7 bilhão em dívidas renegociadas: Banco do Brasil (BBAS3) estende prazo para acordo com devedores; veja como fazer o seu

3 de abril de 2026 - 15:30

Após renegociar R$ 1,7 bilhão em dívidas, o Banco do Brasil prorroga até 30 de abril as condições especiais para clientes regularizarem pendências; veja o passo a passo

TENSÃO NA ESTATAL

Em meio à alta do petróleo, Petrobras (PETR4) rebate cálculos que indicam defasagem de preços do diesel e gasolina

3 de abril de 2026 - 13:45

A estatal nega a defasagem e afirma que a política de preços tem como objetivo evitar o repasse automático das oscilações do mercado internacional

PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Lotofácil 3652, Quina 6992 e outras loterias encalham na véspera do feriado; quase 300 apostadores batem na trave e ficam com gostinho de ‘quero mais’

3 de abril de 2026 - 7:11

Lotofácil, Quina, Timemania e Dia de Sorte acumulam enquanto feriado da Sexta-Feira Santa adia sorteios antes da Dupla de Páscoa, que corre amanhã (4)

BENEFÍCIOS

Gás do Povo abril de 2026: veja datas do benefício e quem pode receber o botijão gratuito

3 de abril de 2026 - 6:47

Gás do Povo substitui o Auxílio Gás e garante recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias de baixa renda

PARA ONDE VAI O SETOR?

Apartamentos de até 40 metros, foco em investidores e moradia como serviço: pesquisa mostra o que está na mira das incorporadoras

2 de abril de 2026 - 18:32

Apesar do receio com os juros altos e custos de insumos, a maioria das incorporadoras tem planos para lançar imóveis neste ano; quais são as tendências?

MENOS INCONVENIENTE E MAIS BARATA

Pílula emagrecedora: como funciona a versão em comprimido do Mounjaro — e o que muda (de verdade) em relação às canetas

2 de abril de 2026 - 16:04

Depois de o Wegovy ganhar versão oral nos Estados Unidos, agora a FDA aprovou a comercialização do Foundayo, medicamento similar ao Mounjaro sintetizado em comprimido; economia pode chegar a 90%

ASSUNTO ESTRATÉGICO

Lula manda anular leilão de gás da Petrobras (PETR4) após ágio de até 117%: “não vamos deixar o povo pagar essa conta”

2 de abril de 2026 - 13:10

O tema é considerado estratégico para o governo Lula, já que o gás de cozinha está diretamente ligado a uma das promessas sociais da atual gestão

REDUÇÃO DA JORNADA

Fim da escala 6×1 pode sair do papel mais rápido: governo Lula entra no tabuleiro e deve enviar projeto de lei com urgência para o Congresso

2 de abril de 2026 - 11:20

Dois fatores motivaram a decisão, segundo auxiliares de Lula: a percepção de demora na tramitação do tema e a possibilidade de veto presidencial

ABRE E FECHA

A bolsa abre na Sexta-Feira Santa? Veja como fica o funcionamento da B3, dos bancos, do Pix, dos Correios e de outros serviços durante o feriado que antecede a Páscoa

2 de abril de 2026 - 8:24

Depois de março terminar sem descanso, a Sexta-Feira Santa é o primeiro dos dois feriados nacionais previstos para abril no Brasil. O outro fica mais para o fim do mês.

BOLA DIVIDIDA

Lotofácil 3651 coloca 3 pessoas a meio caminho do primeiro milhão de reais em 3 diferentes capitais; Timemania 2375 promete o maior prêmio de hoje

2 de abril de 2026 - 7:08

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na quarta-feira (1). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (2), com a Mega-Sena em recesso, destaque para a Timemania.

AGENDA PÉ-DE-MEIA

Calendário do Pé-de-Meia abril de 2026: veja quando o governo paga os incentivos do ensino médio

2 de abril de 2026 - 5:46

Pé-de-Meia funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano

QUE VENHA ABRIL

Lotofácil 3650 tem 12 vencedores, mas só um ganha prêmio milionário; Mega-Sena vai para abril de ressaca depois de enfiar o pé na jaca em março

1 de abril de 2026 - 7:05

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 31 de março. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 33 milhões hoje.

CALENDÁRIO INSS E BPC

Começa hoje o pagamento do INSS e BPC/LOAS de abril de 2026: confira o calendário e como consultar

1 de abril de 2026 - 5:22

Benefícios começam a ser pagos nesa quarta-feira (1), seguindo o calendário do INSS; valores já estão corrigidos pelo novo salário-mínimo

ATENÇÃO BENEFICIÁRIOS

Pagamentos Bolsa Família de abril de 2026: veja quando o dinheiro cai na conta e quem pode receber

1 de abril de 2026 - 5:21

Pagamentos do Bolsa Família começam em 16 de abril e seguem até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600

CORRIDA PRESIDENCIAL

Lula, Caiado ou Flávio Bolsonaro? Eleições ainda não têm ‘alternativa matadora’, mas eleitores estão mais à direita, diz André Esteves

31 de março de 2026 - 19:15

Com seis meses restantes até as eleições presidenciais, chairman do BTG Pactual ainda não enxerga um nome forte para ganhar a disputa da presidência

CENÁRIO BRASILEIRO

Juro real duplica o patrimônio em 10 anos, mas ‘não é sustentável’ para a economia, alerta Mansueto

31 de março de 2026 - 16:40

Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, avaliou o cenário da economia brasileira no evento Global Managers Conference 2026

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia