O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Pouca gente se lembra, mas o agora ex-secretário da Receita Federal Marcos Cintra já foi atração no horário eleitoral gratuito. Em campanha para deputado federal em 2002, ele apareceu na TV ao lado de um leão para defender o projeto do imposto único.
Pois Cintra teve a grande chance de colocar a antiga bandeira em prática ao entrar para a equipe econômica do governo Bolsonaro. E para alguém com tanta experiência no mundo político, chega a ser estranha a forma como ele se queimou perante o chefe.
No ano passado, Cintra quase foi exonerado do cargo antes mesmo de assumir ao defender a recriação da CPMF no dia em que foi anunciado para a equipe de transição do governo.
O assunto hibernou, mas voltou com força com as discussões em torno da reforma tributária. Como você leu ontem aqui na newsletter, o novo imposto nos moldes da CPMF já tinha até nome (Contribuição sobre Pagamentos) e alíquotas (0,2% e 0,4%).
Cintra não era o único defensor da volta do imposto, que também contava com a simpatia do ministro Paulo Guedes. Até o próprio Bolsonaro, que sempre foi um opositor ferrenho da medida, já parecia convencido a pelo menos ouvir o teor do projeto.
Não sei o que mudou na cabeça do presidente, mas ele não só voltou atrás na discussão sobre a recriação da CPMF como decidiu cortar a ideia pela raiz, ou melhor, pela cabeça do secretário da Receita.
Leia Também
A equipe de Paulo Guedes deve agora voltar à prancheta em busca de uma proposta de reforma que simplifique o sistema de impostos ao mesmo tempo em que alivie a situação de penúria das contas do governo.
Quem acompanhou bem de perto o clima esquentar em Brasília foi o Eduardo Campos, que traz os principais capítulos da saga da (des)construção da nova CPMF.
Goste ou não da CPMF, o fato é que o imposto é altamente eficiente do ponto de vista de arrecadação. Se estivesse em vigor no ano passado, apenas a alíquota de 0,2% prevista sobre as transações com cartões poderia render R$ 310 bilhões aos cofres do governo. Como as operações no crédito e no débito aumentaram fortemente neste ano, a conta do imposto natimorto seria ainda mais gorda, como você confere nesta matéria.
Depois da bola fora ontem com a ameaça do avanço da Amazon no Brasil, as ações das varejistas voltaram a ser as protagonistas da bolsa. Os dados do desempenho das vendas no comércio divulgados pelo IBGE ajudaram os papéis do setor a dar rebote hoje. A tranquilidade no cenário internacional também ajudou o Ibovespa a fechar no positivo. Como você já sabe, quem acompanhou e traz todas as notícias sobre os mercados, das empresas ao panorama político, é o Victor Aguiar.
Em recuperação judicial desde 2016, a Oi quase que respira por aparelhos. Mas a empresa pode levar um choque, no bom sentido, em breve - e graças a Brasília. O projeto que atualiza o marco legal das telecomunicações passou pela comissão do Senado e pode ser aprovado em plenário ainda hoje. A medida tem tudo para dar um fôlego à operadora de telefonia que já foi apontada como uma das "campeãs nacionais".
Volta e meia elas são pauta aqui no Seu Dinheiro, e não podia ser diferente. As empresas de tecnologia têm conquistado os investidores com seu estilo único e modelo de negócios que vem mudando a forma como compramos produtos e serviços. A grande dúvida é: essas companhias são tão boas para os investidores como são para seus clientes? Pensando nisso, o nosso colunista Felipe Miranda mergulhou no mundo das techs e traz a visão dele sobre esses admiráveis negócios novos.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
*Colaboração de Fernando Pivetti.
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto
Pagamentos começam em 12 de fevereiro e seguem até o fim do mês conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Mello chefia a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda; economista tem atuado na defesa de cortes na taxa de juros, atualmente em 15%
O mercado de títulos de catástrofe, conhecido por oferecer retorno atrativos combinado com baixa volatilidade, está aquecido em 2026
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Benefício assistencial começa hoje, seguindo o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC
Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício
Crise com o will bank, apostas de bilionários e análises de mercado estiveram entre os assuntos mais lidos no Seu Dinheiro nos últimos dias
Flamengo, campeão do Brasileirão, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, se enfrentam neste domingo (1º), no Mané Garrincha, para decidir a Supercopa d Brasil
Mega-Sena não teve ganhador no sorteio de sábado (31), e os resultados das demais loterias da Caixa também já estão disponíveis
Do Pé-de-Meia ao novo Gás do Povo, veja como ficam as datas e regras dos principais benefícios federais em fevereiro de 2026
Viação Garcia passa a operar cabine premium em ônibus de longa distância, com foco em conforto, silêncio e privacidade
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano