O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Estudo do Ministério da Economia propõe o fim das deduções médicas em troca de um corte de todas as alíquotas do Imposto de Renda da Pessoa Física; hoje, as renúncias beneficiam apenas os 20% mais ricos da população brasileira
Estudo do Ministério da Economia propõe o fim das deduções médicas em troca de um corte de todas as alíquotas do Imposto de Renda da Pessoa Física. Deduções permitem diminuir o valor do imposto a ser pago ou aumentar a restituição a receber.
Cálculos do estudo apontam que o fim da dedução de despesas médicas pode ser compensado com a redução de 8% das alíquotas de todas as faixas de renda. A mudança, avalia a equipe do governo Jair Bolsonaro, tem potencial de atingir um número maior de brasileiros que pagam Imposto de Renda e custaria mais barato para os cofres públicos.
Hoje, as renúncias das despesas médicas beneficiam apenas os 20% mais ricos da população brasileira. O resultado do estudo mostrou que a política de concessão desse subsídio dado pelo governo por meio da dedução das despesas médicas alimenta o caráter regressivo do Sistema Tributário Nacional, no qual quem ganha menos paga proporcionalmente mais do que os de renda mais elevada. Ou seja, as deduções médicas tendem a aumentar a desigualdade de renda do País.
Pelas simulações feitas pelo Ministério da Economia, um corte de 8% de cada uma das alíquotas atuais (7,5%, 15%, 22,5%, 27,5%) implicaria uma renúncia de R$ 14,6 bilhões. O gasto tributário (subsídio) com as deduções, em 2017, foi maior, chegando a R$ 15,1 bilhões - o equivalente a 32,8% do total de subsídios em saúde e 8,9% da arrecadação do Imposto de Renda da Pessoa Física.
Esse é o maior item na conta de R$ 45,9 bilhões que o governo federal tem de subsídios na área de saúde e que incluem também a desoneração da produção de medicamentos (R$ 11,2 bilhões) e a isenção da contribuição previdenciária patronal para as entidades filantrópicas (R$ 7,8 bilhões).
As simulações foram feitas pela Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria (Secap) como parte da política de avaliação da eficiência dos subsídios concedidos pelo governo federal.
Leia Também
A avaliação acontece no momento que o governo está debruçado na elaboração de uma proposta de reforma tributária que pode mexer também no IRPF e no imposto de renda das empresas (IRPJ).
Os dados mostram também que o volume dos subsídios concedidos para o setor de saúde não apenas é expressivo, mas também apresenta ritmo de crescimento superior aos gastos diretos da União (orçamentários) nessa área. Em 2017, os subsídios tributários em saúde corresponderam a 40% do total de gastos diretos no setor. Na prática, esse porcentual elevado indica uma ampliação do uso de subsídios tributários para o financiamento da política de saúde.
Dessa forma, o crescimento dos subsídios tributários para os consumidores de serviços privados de saúde ocorre em oposição às necessidades de financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS).
“Os gastos tributários com a dedução das despesas médicas no IRPF são concentrados do ponto de vista da renda individual e regional”, diz o secretário Alexandre Manoel Angelo da Silva, que comanda a Secap. Segundo ele, as simulações da secretaria mostram que, se o objetivo for manter o atual nível de arrecadação, compensar a eventual extinção desses subsídios com redução das alíquotas marginais (em todas as faixas) do IRPF estimulará a economia.
“Também vai reduzir distorções alocativas e incentivar a oferta de trabalho, assim como aumentará a transparência orçamentária”, diz. Ele destaca que os subsídios não são explícitos na peça principal do orçamento nem discutidos anualmente pelo Congresso. O estudo projeta que a renúncia com as deduções médicas deve saltar de R$ 15,1 bilhões em 2017 para R$ 26,3 bilhões em 2030.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Alguns estados já permitem carro automático na prova prática da CNH e dispensam a baliza enquanto o Contran define regras nacionais.
As regras incluem um prazo de 90 dias corridos para reivindicar o prêmio, seja da Lotofácil, da Quina, da Mega-Sena ou de qualquer outra loteria da Caixa
Atualização dos sistemas da Dataprev vai interromper o atendimento nas agências do INSS e deixar canais digitais indisponíveis por três dias
INSS passou a confirmar a prova de vida de forma automática por meio do cruzamento de dados; medida reduz a necessidade de comparecimento a agências, mas exige atenção aos prazos
Veja quando a cobrança é legal, quando é golpe e como denunciar se seus direitos forem violados
Liquidação extrajudicial do Will Bank não perdoa dívidas; clientes com cartão, empréstimo ou saldo precisam entender como funciona o processo
Pesquisas em universidades e centros tecnológicos mostram avanços reais na transmissão de energia sem fio, mas ainda restritos a aplicações experimentais
Mesmo com cenário político mais desafiador, investimentos em projetos ambientais, transição climática e infraestrutura digital sustentam o mercado
Com mais de 10 mil metros quadrados de área construída, a mansão safra, no Morumbi, soma mais de 10 mil metros quadrados de área edificada
Dataprev atribui falhas à disparada na demanda; sistemas do INSS ficarão indisponíveis durante manutenção entre 27 e 30 de janeiro
Fictor estampa as costas das camisas dos times de futebol masculino e feminino do Palmeiras desde o fim de março do ano passado
Problemas no sistema do Banco Central afetaram transferências e pagamentos nesta segunda (19), com usuários de Nubank, Itaú, Santander e outros bancos
A lista de finalistas do World Car Awards mostra que a eletrificação virou regra global, mas ainda há espaço para motores que fazem o coração bater mais forte
Investidores entraram em uma oferta irregular, que não é valor mobiliário como ações ou fundos de investimento; CVM investiga o caso
Musk projeta um mundo sem salários e sem dinheiro; sua IA, a Grok, responde com mais cautela: a abundância ajuda, mas a escassez não some
Vítima do golpe do falso concurso compartilhou dados pessoais e pagou taxa de R$ 82,14 aos golpistas
Segundo o banco, o ajuste priorizou empresas com perspectivas mais claras de crescimento e eficiência operacional ao longo de 2026
Mudanças na base de cálculo e no cruzamento de dados devem elevar o rigor fiscal
Diferença nas alíquotas do IPVA 2026 faz o imposto de um mesmo carro variar em milhares de reais entre os estados, com Amazonas no piso e São Paulo, Rio e Minas no topo
Reajuste de 3,9% vale para aposentadorias e benefícios acima do salário mínimo; veja regras, datas e quem chega no teto