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Petrobras

Alta da gasolina este ano é superior à do óleo diesel

Petrobras, contudo, não repassou integralmente os ajustes da cotação do petróleo no mercado internacional, e gasolina aumentou menos do que deveria

19 de abril de 2019
12:42 - atualizado às 17:38
Posto de combustível em Brasília
Distribuidoras também absorveram parte da alta da gasolina para manter preços competitivos - Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Apesar das ameças de uma nova greve dos caminhoneiros por conta do preço do diesel, a gasolina acumula alta ainda maior em 2019. O reajuste promovido pela Petrobras para a gasolina vendida nas refinarias chega a quase 30%, contra 24% do diesel.

O consumidor ainda não sentiu o impacto totalmente porque os distribuidores estão absorvendo parte do aumento.  No primeiro trimestre, o aumento na bomba foi de apenas 0,7%, contra uma alta de 20,2% nas refinarias no mesmo período, segundo associação do setor. A intenção é garantir o volume de vendas e manter a competitividade.

A Petrobras, por sua vez, também não repassou integralmente os ajustes da cotação do petróleo no mercado internacional.

Segundo o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires, para acompanhar os preços internacionais, a Petrobras teria de ter elevado o preço do litro da gasolina em 18 centavos, e não apenas 11 centavos. A cotação internacional subiu 11%, mas o reajuste da gasolina foi de 6%.

Dados do IBGE mostram que a alta da gasolina começou a pesar mais no bolso do consumidor a partir de março deste ano, quando foi responsável por 16% da inflação oficial. O IPCA foi de 0,75% naquele mês. O combustível é o terceiro item que mais afeta o orçamento das famílias, atrás apenas da refeição consumida fora de casa e do custo do empregado doméstico.

A Petrobras informou, em nota, "que continuam em vigor os princípios de preço de paridade internacional (PPI)" e ressaltou que, desde setembro de 2018, a diretoria da empresa aprovou mecanismo de proteção (hedge) complementar à política de preços da gasolina, o que permite à estatal ter a opção de alterar a frequência dos reajustes diários no mercado interno.

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