O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o presidente do banco americano JPMorgan no Brasil, José Berenguer Neto, o ciclo de entusiasmo no mercado brasileiro tem potencial para ser maior do que o observado há mais de uma década
O ciclo de entusiasmo no mercado brasileiro tem potencial para ser maior do que o observado há mais de uma década, mais precisamente no biênio de 2006 e 2007, período considerado como “de ouro” para o mercado de capitais no País. A opinião é de José Berenguer Neto, que preside o banco americano JPMorgan no Brasil desde 2013.
Para ele, a conjuntura benigna do exterior com juros baixos e inflação sob controle no Brasil devem impulsionar o mercado local, com investidores ampliando a busca por investimentos de maior risco. Em busca de rentabilidade, os investidores terão de abandonar o conforto da renda fixa, como títulos do Tesouro, que deixaram de ser atrativos em ambiente de Selic reduzida. “Salvo algum incidente, o que está se pintando no Brasil é um quadro muito favorável para o mercado de capitais”, disse ele, ao Estadão/Broadcast.
Leia os principais trechos da entrevista:
Quais fatores explicam o bom momento de mercado no Brasil?
Temos uma situação de abundância de recursos globalmente. Por outro lado, a população está vivendo mais e os fundos (principalmente de pensão) precisam de ativos mais longos. Isso acaba tendo impactos em mercados como o nosso, o brasileiro. Então temos, de um lado, uma política monetária super favorável e, de outro, a busca por retorno. Viveremos um ciclo de entusiasmo e de demanda maior do que em 2006 e 2007, porque naquela época a gente não tinha as condições de agora, especialmente em relação à política monetária, que não era tão relaxada no Brasil e nem no restante do mundo. Se não houver nenhum incidente, que não está previsto, teremos muita demanda por ativos por aqui.
Quando o capital estrangeiro deverá se voltar ao Brasil?
Leia Também
Os fundos estrangeiros dedicados a emergentes e Brasil estão com presença abaixo da média histórica. Ainda há espaço de mais demanda por ativos. Ao mesmo tempo, eles estão sem pressa, querendo ver reformas. Os ativos no Brasil ainda não subiram muito e os volumes dos estrangeiros são grandes. Se ele fizer uma compra de US$ 300 milhões, vai mexer muito com o preço e, dependendo do papel, nem conseguirá comprar. Suspeito que, nas próximas semanas, veremos um volume maior de estrangeiros comparado com locais. Aos poucos, estão voltando.
E investimentos diretos?
Nos últimos seis, sete anos, não me lembro desse investimento ter parado. É impressionante a resiliência do investidor de longo prazo no País. Mesmo em momentos de queda mais intensa do PIB, ainda querem comprar ativos. Isso de quem já tem operação aqui e aproveita momentos de estresse para ir à compra.
Como estão os private equities (fundos que compram participação em empresas)?
Essa safra de private equity está excelente. Os fundos que estavam capitalizados tiveram a chance de fazer compras a preços muito atrativos, tanto do ponto de vista de câmbio quanto de preço.
Em que momento o entusiasmo do mercado de capitais deve se refletir na economia real?
As condições estão aí. Taxa de juros baixa, demanda por investidores, reformas que a sociedade demandou. O processo, porém, demora. O que aconteceu de 2012 para cá machucou muita gente, pessoas perderam emprego. Não é um processo simples de retomada de confiança. A atividade virá, o que não se sabe é o ritmo e quando. O dinheiro captado será usado.
O que o mercado espera após a reforma da Previdência?
A reforma tributária será a próxima discussão, mas não está claro o que vem. Cada hora tem um balão de ensaio. Alguma coisa será feita. As pessoas que estão lá (na equipe econômica) são competentes, estudarão o assunto e trarão uma solução melhor que temos hoje.
Qual o crescimento do banco no Brasil?
O banco cresce de forma cadenciada. Nunca iremos dobrar de tamanho de um ano para outro. A primeira razão é por conta do risco. Dar crédito não é algo simples. Temos cuidado e somos cautelosos. A gente prefere ir devagar porque temos um plano de longuíssimo prazo. Da forma que enxerga o Brasil, o banco não está preocupado nesse trimestre, mas sim os próximos 30, 40 anos. Nos últimos sete anos, tivemos uma média de crescimento entre 15% e 20%. O Brasil daqui 20, 30 anos será uma economia importante. Haverá sobressaltos, solavancos, mas é uma economia com enorme potencial consumidor e uma estrutura de mercado que funciona.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Durante evento do Bradesco BBI, o economista afirmou que vê conflito caminhando para intensificação e alertou para os efeitos no petróleo e nos mercados
Genoa, Kapitalo e Ibiuna participaram de evento do Bradesco BBI e falaram sobre a dificuldade de leitura no cenário volátil atual
Sam Altman, CEO da OpenAI, publicar artigo sobre o avanço da inteligência artificial e suas consequências para os seres humanos
A explosão das apostas online já pesa mais que os juros no bolso do brasileiro e acende um alerta sobre uma nova crise financeira
Uma pessoa errou todos os números na Lotomania e ainda assim vai embolsar mais de R$ 200 mil, mas cometeu um erro ainda maior na visão de quem entende da modalidade.
Redução no diesel pode passar de R$ 2,60 por litro, mas repasse ao consumidor ainda depende dos estados e das distribuidoras
Com conflito entre EUA, Israel e Irã aparentemente longe de terminar, o presidente do BC vê cenário mais incerto; enquanto isso, inflação sobe nas projeções e espaço para queda dos juros diminui
Estarão disponíveis no leilão da Caixa mais de 500 casas, apartamentos ou terrenos em todo o Brasil; veja como participar
Cartinha de Pokémon entra para a história após ser vendida por milhões pelo influenciador norte-americano Logan Paul
Pressionadas pela disparada do petróleo em meio à guerra no Oriente Médio, as expectativas de inflação voltaram a subir no Brasil, enquanto o mercado segue atento aos possíveis efeitos sobre os juros no país e no exterior
Mega-Sena entrou acumulada em abril e recuperou posições no ranking de maiores prêmios estimados para as loterias da Caixa. Com R$ 13 milhões em jogo, Lotomania é o destaque desta segunda-feira (6).
Os leitores concentraram sua atenção em temas que impactam diretamente o bolso — seja na proteção do patrimônio, nas decisões de grandes empresas ou na chance de transformar a vida com um bilhete premiado
Indicadores ajudam a calibrar as expectativas do mercado para os próximos meses e influenciam decisões sobre juros, investimentos e consumo
Lotofácil fez 3 novos milionários na noite da Dupla de Páscoa, mas apostador teimoso da Dia de Sorte terá direito a um prêmio ligeiramente superior.
Muito antes do chocolate, ovos e coelhos já eram símbolos de fertilidade e renovação — e têm raízes que vão além da tradição cristã
Dupla de Páscoa de 2026 premiou quatro bilhetes na faixa principal e ainda fez um milionário no segundo sorteio
Resultado do rateio da Dupla de Páscoa de 2026 será conhecido dentro de alguns minutos; acompanhe a cobertura do Seu Dinheiro
A Dupla de Páscoa abre o calendário de sorteios especiais das loterias da Caixa, que conta também com a Quina de São João, a Lotofácil da Independência e a Mega da Virada.
A agência já emitiu autos de infração contra 85 postos e 19 distribuidoras de combustíveis, com multas que podem chegar a R$ 500 milhões
Mesmo com queda média de 5,73% nos preços da cesta de Páscoa, itens tradicionais como chocolate e bacalhau sobem bem acima da inflação e concentram a pressão no bolso do consumidor