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Comunidade alega ter mais de um milhão de membros ao redor do mundo e deseja fundar uma sociedade fora da Terra até 2043
Se Elon Musk e Jeff Bezos quiserem, já existe uma nação inteira disposta a ser enviada para o espaço por suas companhias de viagens espaciais comerciais.
O Reino Espacial de Asgardia mais parece coisa saída de uma história de ficção científica, mas é 100% real, assegura o site "Business Insider".
A autodeclarada "nação espacial" deseja se instalar como uma sociedade totalmente funcional no espaço, na forma de uma colônia fora do planeta Terra.
A ideia é enviar centenas de milhares de pessoas para viver em uma estação espacial até 2043 Elas deverão pagar taxas de "residência" e "construir uma nova sociedade democrática", capitalista, parlamentarista, capaz de manter relações comerciais com os terráqueos e detentora da sua própria moeda digital, a "Solar".
Para realizar este sonho ambicioso, a nação espacial espera poder contar com os serviços da SpaceX e da Blue Origin, companhias de viagens interestelares dos CEOs da Tesla e da Amazon, respectivamente.
Asgardia foi fundada em 2016 (ou "ano zero", segundo o calendário do reino) pelo cientista, político e bilionário russo Igor Ashurbeyli, e é atualmente liderada pelo britânico Lembit Opik - que, ironicamente, não pretende viver no espaço com seus companheiros "asgardianos".
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"Os candidatos óbvios são a SpaceX e a Blue Origin", disse Opik em entrevista ao "Business Insider". "Elas são as melhores em termos de lançamentos espaciais. Seus foguetes serão os táxis que vão nos levar onde queremos ir".
Asgardia está registrada em Viena, Áustria, como uma organização sem fins lucrativos. Mas Opik vê oportunidades comerciais. Já existe uma loja on-line que vende canecas, insígnias e camisetas, mas Opik diz que ainda há muito mais por vir dessa "economia capitalista completamente funcional".
A nação espacial conta com um corpo de 150 representantes ao redor do mundo, eleitos pela comunidade no ano passado. A primeira-ministra chama-se Ana Diaz, uma advogada venezuelana, e o chefe de justiça é Zhao Yun, um advogado de Hong Kong. Opik foi eleito chefe do parlamento.
O fundador Igor Ashurbeyli já investiu cerca de US$ 12 milhões no projeto até hoje, enquanto outros R$ 2 milhões foram pagos pelos próprios membros.
Segundo Opik, mais de um milhão de pessoas já aderiu à nova nação gratuitamente, enquanto outras 300 mil são membros pagantes, responsáveis por uma taxa de residência anual de 100 euros cada.
O líder do parlamento asgardiano diz que não planeja se tornar um residente permanente, mas sim visitar Asgardia periodicamente.
Em 2017, o Reino de Asgardia enviou seu primeiro satélite para a órbita terrestre, tornando-se, em suas próprias palavras, "a primeira nação a ter todo o seu território no espaço".
O pequeno satélite, Asgardia-1, no entanto, tem apenas o tamanho de um pedaço de pão. Ele carrega um drive de 512GB com "a constituição da nação, seus símbolos nacionais e os dados selecionados da cidadania asgardiana".
Segundo o "Business Insider", no entanto, embora possa ser reconhecida como um Estado pelas Nações Unidas, Asgardia não seria considerada uma nação soberana tão cedo.
Segundo os tratados da ONU que dizem respeito às atividades humanas no espaço, a "apropriação nacional" de qualquer coisa no espaço sideral é proibida.
Procurada, a Blue Origin, de Jeff Bezos, se recusou a comentar. Elon Musk não respondeu ao pedido de comentário.
Com informações do "Business Insider"
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