Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Otimismo é o lema

Em Jerusalém, Bolsonaro acredita em reforma até junho “sem muita desidratação”

O presidente ressaltou que a decisão está com o Parlamento

O presidente Jair Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro - Imagem: Palácio do Planalto/Flickr

O presidente Jair Bolsonaro disse, nesta segunda-feira, 1, acreditar que a reforma da Previdência possa ser aprovada no primeiro semestre deste ano pelo Congresso e que espera que a proposta apreciada pelo Legislativo não tire pontos essenciais de seu conteúdo. "Não temos outra alternativa. Chegou a esse ponto: a Previdência está deficitária realmente e temos que fazer essa reforma. Espero que o Congresso a aprove sem que seja muito desidratada", disse a jornalistas após chegar ao hotel em que está hospedado em Jerusalém, em Israel, após sair para uma agenda privada. Ele argumentou que as contas do País estão desequilibradas e que a reforma é necessária para rearranjar o orçamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsonaro ressaltou que a decisão está com o Parlamento. "No que depender de mim, farei gestões. Eu conheço mais da metade dos parlamentares, fiquei 28 anos lá dentro e sei como aquilo funciona. Posso dar sugestões, mas não quero me meter porque agora estou em outra Casa", disse. Ele informou que na quinta-feira já há uma reunião prevista com alguns líderes partidários para tratar do tema.

Até lá, segundo o presidente, seu trabalho ficará focado no assunto. "A próxima viagem minha deve ser, se ocorrer, depois do primeiro turno da Previdência", disse ele, salientando que a proposta apresentada pelo Executivo não é dele ou do governo, mas do Brasil.

Sobre a diferença no tratamento da reforma para os militares, usada por alguns como um obstáculo de aprovação no Congresso, Bolsonaro expressou: "Nada a ver". Ele argumentou que, apesar de ser suspeito para falar por ser capitão do Exercito, trata-se de uma vida completamente diferente. "Militar trabalha 24 horas, tem situações extraordinárias da tropa, GLO (Garantia da Lei e da Ordem), interferências, nossas missões, somos sempre os primeiros a sermos chamados. É uma vida complicada", enumerou.

Ele disse também que, em 2000, foi o único segmento a ter mudanças de aposentadoria. "Se juntarem as duas (propostas, a de 2000 e a de agora), a nossa foi muito mais profunda do que as demais", comparou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente acredita que se o Brasil mostrar que está fazendo dever de casa, com a aprovação pelo Congresso, as contas nacionais, que estão desequilibradas, seriam reequilibrarmos e o investimento caminharia para o Brasil.

Leia Também

ATENÇÃO ESTUDANTES!

Pé-de-Meia junho 2026: veja datas de pagamento e como funciona o benefício do governo

SAÚDE PÚBLICA

Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue do Butantan após casos graves e mortes; entenda o que acontece agora

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Calendário pis-pasep 2026 8 de junho de 2026 - 16:44
Bolsa família nis final 5 8 de junho de 2026 - 15:44
todo mundo em panico 6 (1) 8 de junho de 2026 - 11:27
feriado 8 de junho de 2026 - 11:14
destinos românticos dia dos namorados viagem romance casal 7 de junho de 2026 - 8:04
Urso nos mercados financeiros, bolsa brasileira, ações, ibovespa 6 de junho de 2026 - 16:50
6 de junho de 2026 - 11:00
5 de junho de 2026 - 14:36
Jato 5 de junho de 2026 - 12:29
pix zelle 5 de junho de 2026 - 12:11
5 de junho de 2026 - 10:44
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar