🔴 LIBERADO: ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  COMECE A TRANSFORMAR A SUA CARREIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Shake it off

Taylor Swift, o grupo de investimentos Carlyle e uma briga feia no mundo da música pop

O Carlyle está no centro de uma discussão envolvendo Taylor Swift e sua antiga gravadora, a Big Machine Records, que estão disputando os direitos autorais da obra da cantora pop

A cantora Taylor Swift durante a cerimônia do MTV Music Awards de 2019
A cantora Taylor Swift durante a cerimônia do MTV Music Awards de 2019. - Imagem: Shutterstock

Uma polêmica está abalando o universo da música pop. De um lado, a cantora Taylor Swift; do outro, dois importantes empresários que possuem os direitos sobre boa parte da obra da estrela americana. E, no centro dessa briga, aparece o grupo de investimentos Carlyle.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sim, é um enredo bastante inusitado — microfones, guitarras e amplificadores não costumam aparecer ao lado de planilhas do mercado financeiro. No entanto, essa trama tem gerado enorme repercussão nas redes sociais e já envolve, inclusive, importantes figuras do cenário político dos Estados Unidos.

Antes de tudo, é preciso ter em mente a importância de Taylor Swift no cenário musical. A cantora pop é extremamente popular nos Estados Unidos, com seis álbuns gravados e mais de 50 milhões de discos vendidos desde 2016 — no Spotify, ela é listada como a 27ª artista mais ouvida em toda a plataforma.

Mas, apesar de toda a sua popularidade, Swift está tendo que enfrentar uma situação inusitada: ela não possui os direitos autorais sobe seus cinco primeiros discos. Tudo por causa de cláusulas contratuais assinadas por ela com a gravadora, a Big Machine Records, em 2005 — na ocasião, ela tinha apenas 16 anos.

Isso não era um problema enquanto Swift e Scott Borchetta, fundador da Big Machine, tinham um bom relacionamento. A situação, no entanto, começou a mudar a partir de junho deste ano, quando a gravadora foi comprada pela Ithaca Holdings, do empresário Scooter Braun.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A partir da aquisição, os direitos autorais sobre os discos de Taylor Swift passaram para as mãos de Braun — mais conhecido no mundo da música por ter descoberto outro fenômeno pop, Justin Bieber. E o empresário se recusa a ceder esses direitos de volta para a cantora.

Leia Também

BUQUÊS EM RISCO

My Vintage Dress: confusão em loja de luxo deixa noivas sem vestidos a poucos dias do casamento

+4 CORINGA

Acabou o impasse: Mattel cria campeonato de UNO e vai pagar R$ 257 mil para descobrir quem é o melhor jogador

No meio dessa disputa, Taylor Swift deixou a Big Machine e assinou com uma gravadora rival, a Republic. Ela diz ter a intenção de regravar os LPs lançados pelo antigo selo, mas esse plano também esbarra em termos contratual: pelas cláusulas assinadas, ela só poderá fazer isso a partir de 2020.

E onde entra o Carlyle nessa história? Bem, o grupo de investimentos financiou a aquisição da Big Machine pela Ithaca, numa transação de US$ 300 milhões. E Taylor Swift usou suas redes sociais para pressionar a empresa, "pedindo ajuda" para reverter a disputa com Braun e Borchetta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Eu peço ajuda especialmente do grupo Carlyle, que injetou dinheiro para que a minha música fosse vendida para esses dois homens", escreveu a artista, numa longa mensagem no Twitter.

Essa situação gerou ainda mais polêmica nas redes sociais porque, segundo Swift, os empresários e a Big Machine Records estariam a impedindo, inclusive, de tocar suas músicas antigas em apresentações ao vivo na TV, alegando que isso representaria uma tentativa de regravação do material que ainda é de propriedade da gravadora.

Haters gonna hate

Os fãs, é claro, estão fazendo um enorme barulho: a postagem da cantora já tem mais de 852 mil curtidas. A hashtag #IStandWithTaylor (algo como #EuEstouComTaylor) chegou a ser a mais comentada no mundo nos últimos dias.

A disputa chegou, inclusive, ao cenário político dos Estados Unidos: a influente deputada democrata Alexandria Ocasio-Cortez defendeu Swift e fez duras críticas aos grupos de private equity, como o Carlyle, afirmando que tais companhias possuem práticas predatórias que "ferem milhões de americanos":

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Suas compras alavancadas destruíram as vidas dos trabalhadores de varejo no país, eliminando mais de um milhão de empregos", diz ela, referindo-se às operações de aquisição de empresas como Toys R' Us e Sears, que culminaram no fechamento de grande parte das unidades de tais redes. "Agora, estão mantendo a música de Taylor Swift como refém".

Em comunicado, a Big Machine negou que esteja tentando bloquear apresentações ao vivo da cantora e se disse chocada com as afirmações baseadas em informações falsas. "A narrativa que você criou não existe. Tudo o que pedimos é uma conversa direta e honesta, e quando isso acontecer, você verá que temos respeito e admiração".

Já o Carlyle não se pronunciou sobre o caso — ao menos por enquanto, o grupo de investimentos não respondeu o chamado de Taylor Swift. Essa novela da música pop continua em aberto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
1 de setembro de 2026 - 16:55
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 1 de setembro de 2026 - 11:16
Beneficiários com NIS final 7 recebem parcelas do Bolsa Família e parte também terá direito ao auxílio-gás 1 de setembro de 2026 - 5:39
Quatro economistas do BTG Pactual estão sentados em cadeira de madeira. Todos eles vestem terno azul. A mediadora está de lilás. Ao fundo, um painel com o logo Macro Day do BTG Pactual. 31 de agosto de 2026 - 19:01
Bilionária mais jovem do brasil tem herança atrelada à WEG. 31 de agosto de 2026 - 13:05
geraldo alckmin no macro day 2026 31 de agosto de 2026 - 12:30
Imagem gerada por inteligência artificial mostra um prédio, uma casa, moedas e uma ampulheta, representando o rendimento em aluguéis ou fundos imobiliários ao longo do tempo 31 de agosto de 2026 - 8:16
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 31 de agosto de 2026 - 5:06
Egas Moniz nobel 30 de agosto de 2026 - 10:03
bolsa família 30 de agosto de 2026 - 7:07
naval ravikant guru Vale do Silício 29 de agosto de 2026 - 15:15
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar