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2019-04-05T15:45:38-03:00
Estadão Conteúdo
Falta gás no mercado

Menos de um quarto da indústria em SP buscará crédito em 2019, mostra Fiesp

Entre as empresas que pretendem levantar dinheiro, os recursos devem ser destinados mais ao capital de giro do que para investimentos

15 de março de 2019
14:42 - atualizado às 15:45
Produção industrial
Levantamento da Fiesp foi feito no fim do ano passado e ouviu 513 empresasImagem: José Patricio/Estadão Conteúdo

Uma pesquisa inédita feita pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e divulgada nesta sexta-feira, 15, aponta que menos de um quarto das empresas paulistas pretende buscar crédito em 2019.

Entre elas, a necessidade de recursos é maior para capital de giro do que para investimento. Das que não decidiram se vão demandar crédito este ano, a maioria aguarda melhora da economia.

O levantamento foi feito no fim do ano passado e ouviu 513 empresas. Do total, 24,1% afirmaram que devem procurar financiamento em 2019. As que não devem recorrer ao crédito são maioria, com 45,1% de participação. Os que ainda não sabem somam 27,7%. Os demais, 3,1%, não responderam.

O capital de giro é a maior necessidade daqueles que devem recorrer a recursos de instituições financeiras em 2019, sendo citado por 59,2% dessas empresas, que puderam responder mais de uma necessidade. A busca de crédito para financiar investimentos aparece na segunda posição, com 49,6% de menções. Também estão em destaque o pagamento ou a renegociação de dívidas, com 28,8%, e o financiamento de exportações, com 5,6%.

A pesquisa mostra também que 67,2% das empresas que buscarão crédito recorrerão a bancos comerciais tradicionais e 56% devem recorrer ao BNDES. As cooperativas de crédito foram citadas por 12,8% dos entrevistados, mesmo nível de menções para investidores.

Das empresas que não pretendem buscar crédito este ano, a maioria (62%) justificou a decisão afirmando que só utiliza recursos próprios. Outra parcela, de 31,2%, não acredita que terá necessidade de financiar capital de giro nem investimentos em 2019.

Entre aqueles que ainda não se decidiram, o principal motivo é a espera pela melhora do cenário econômico. Essa justificativa foi mencionada por 62,5% das empresas indecisas.

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