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Contingente recuou 4,6% (menos 609 mil pessoas) frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2019; são 4,8 milhões de desalentados
A taxa de desemprego foi caiu para 11,8% no trimestre móvel de maio a julho deste ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 12,6 milhões de pessoas desocupadas no Brasil.
Este contingente recuou 4,6% (menos 609 mil pessoas) frente ao trimestre de fevereiro a abril de 2019, quando a desocupação foi estimada em 13,2 milhões de pessoas. No confronto com igual trimestre do ano anterior, quando havia 12,8 milhões de pessoas desocupadas, esta estimativa ficou estável.
A taxa composta de subutilização da força de trabalho foi estimada em 24,6% no trimestre móvel de maio a julho de 2019, com queda de 0,4 p.p. em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2019 (24,9%). Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior, quando a taxa foi de 24,4%, houve estabilidade.
O número de pessoas subutilizadas no Brasil chegou a 28,1 milhões no trimestre de maio a julho de 2019, sem mostrar variação significativa frente ao trimestre anterior. No confronto com igual trimestre de 2018, esta estimativa cresceu 2,6%, ou mais 703 mil pessoas subutilizadas.
O número de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas chegou a cerca de 7,3 milhões no trimestre de maio a julho de 2019, um recorde dessa série histórica comparável. Houve um aumento de 4,8% em relação ao trimestre anterior (mais 337 mil subocupados).
Em relação ao mesmo trimestre de 2018 houve uma alta de 12,4% (mais 810 mil pessoas subocupadas).
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O contingente na força de trabalho potencial, no trimestre de maio a julho de 2019, foi estimado em 8,2 milhões de pessoas e permaneceu estável em ambas as comparações, sendo também o maior dessa série comparável.
Ainda segundo dados do IBGE, o contingente fora da força de trabalho, no trimestre de maio a julho de 2019 chegou a 64,8 milhões de pessoas, com estabilidade em ambas as comparações.
Já o contingente de pessoas desalentadas foi estimado 4,8 milhões no trimestre de maio a julho de 2019 com estabilidade em ambas as comparações.
O percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho ou desalentada foi estimado em 4,4% e repetiu o recorde da série histórica, ficando estável em ambas as comparações.
A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de maio a julho de 2019, foi estimada em 106,2 milhões de pessoas e é a maior da série histórica.
Esta população apresentou um aumento de 610 mil pessoas (0,6%) comparada com o trimestre anterior. Frente ao mesmo trimestre de 2018, houve alta de 1,9% (mais 2,0 milhões de pessoas).
De acordo com dados do IBGE, a população ocupada foi estimada em aproximadamente 93,6 milhões e é a maior da série. Houve aumentos em ambas as comparações: de 1,3% (mais 1.219 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 2,4% (mais 2.218 mil pessoas) contra o mesmo trimestre de 2018.
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) chegou a 54,7% no trimestre de maio a julho de 2019 e cresceu em ambas as comparações: 0,6 p.p. frente ao trimestre anterior e 0,8 p.p. comparado ao mesmo trimestre de 2018.
O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi estimado em 33,1 milhões de pessoas e ficou estável em ambas as comparações.
O dados do instituto apontam que o número de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (11,7 milhões de pessoas) atingiu novo recorde e cresceu em ambas as comparações: 3,9% (mais 441 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e 5,6% (mais 619 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
O contingente de trabalhadores por conta própria chegou a 24,2 milhões de pessoas é o maior da série histórica. Houve crescimento em ambas as comparações: 1,4% (mais 343 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 5,2% (mais 1,2 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.
A categoria dos empregadores foi de 4,3 milhões de pessoas, sem variações significativas em ambas as comparações.
O número de trabalhadores domésticos, estimado em 6,3 milhões de pessoas, cresceu 2,2% em relação ao trimestre anterior e ficou estável frente ao mesmo trimestre de 2018.
Ainda de acordo com o IBGE, o grupo dos empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), estimado em 11,7 milhões de pessoas, cresceu 2,2% frente ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo trimestre de 2018, não houve variação estatisticamente significativa.
O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 2.286 no trimestre de abril a junho de 2019, com queda de 1,0% frente ao trimestre anterior e estabilidade em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.
A massa de rendimento real habitualmente recebido em todos os trabalhos pelas pessoas ocupadas foi estimada, para o trimestre móvel de maio a julho de 2019, em R$ 208,6 bilhões de reais. Houve estabilidade em relação ao trimestre anterior e alta de 2,2% frente ao mesmo trimestre de 2019, o que representa um acréscimo de R$ 4,5 bilhões na massa de rendimentos.
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