O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Intenção é cortar o equivalente a 1,5% do PIB até o fim de 2022, ou cerca de R$ 102 bilhões em valores de hoje
A equipe econômica trabalha em um plano de corte de renúncias fiscais na tentativa de reduzir os subsídios em mais de um terço do montante atual no mandato do presidente Jair Bolsonaro.
A intenção é cortar o equivalente a 1,5% do PIB até o fim de 2022, ou cerca de R$ 102 bilhões em valores de hoje.
Essa é a primeira indicação de meta concreta de corte nos benefícios feita pela equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, embora a redução fosse uma bandeira desde a corrida eleitoral. Em 2018, o governo abriu mão de R$ 292,8 bilhões em receitas, ou 4,3% do PIB.
Fontes da área econômica evitam dar pistas sobre quais renúncias entrariam primeiro na mira do governo para não antecipar resistências que devem ser enfrentadas no Congresso Nacional, endereço sensível ao lobby de setores interessados nos benefícios.
A redução dos subsídios - que hoje representam 20,9% da arrecadação administrada da Receita Federal - não será tarefa fácil.
Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, a um custo extra de pelo menos R$ 16 bilhões ao ano, estender benefícios a empresas que compram insumos da Zona Franca de Manaus.
Leia Também
A pressão de setores também ficou evidente quando o presidente desautorizou o secretário da Receita, Marcos Cintra, depois de ele ter afirmado que o dízimo pago nas igrejas, hoje isento, seria tributado na proposta de reforma do governo.
Para alcançar seu objetivo, o governo incluiu no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2020 um dispositivo que exige um plano de redução das renúncias em 0,5% do PIB ao ano até 2022.
O Ministério da Economia confirmou ao Broadcast/Estadão que a intenção é detalhar o corte em estudo com o projeto de Orçamento, que precisa ser enviado ao Congresso no fim de agosto.
O foco inicial seriam as reduções planejadas para 2020. A medida abre caminho para um ajuste nos chamados "gastos tributários" e vai na mesma direção da tesourada feita nos subsídios financeiros e creditícios bancados pelo governo em empréstimos concedidos pelo BNDES, créditos agrícolas e no Fies.
O Comitê de Monitoramento e Avaliação dos Subsídios da União (CMAS), formado no ano passado por Ministério da Economia, Casa Civil e CGU, é o órgão responsável por coordenar a avaliação das políticas públicas e ajudará a identificar onde as renúncias não geraram o retorno esperado.
Hoje a maior renúncia é com o Simples Nacional, regime simplificado para empresas com faturamento bruto até R$ 4,8 milhões anuais recolherem tributos.
Pensado para micro e pequenas empresas, o Simples acaba abarcando a maior parte das companhias brasileiras, à exceção das grandes, causando uma renúncia de R$ 74,8 bilhões.
Integrantes da equipe econômica já defenderam publicamente que a modalidade seja mais restrita.
*Com o jornal O Estado de S. Paulo.
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de segunda-feira (11). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (12), a Quina e a Timemania dividem as atenções com a Mega-Sena.
A realidade falou mais alto do que as vantagens de manter o Koru, megaiate que se transformou em uma dor de cabeça para Jeff Bezos
Com a bilheteria mundial de O Diabo Veste Prada 2, Miranda Priestly poderá usar Prada até de pijama se quiser
Decisão do STJ vai alterar o funcionamento de aluguéis de curto prazo em condomínios; Airbnb divulga nota
Rótulos precisam seguir parâmetros de transparência
A perspectiva de alta da inflação no país reflete a escalada das incertezas com a guerra no Oriente Médio, que provocou uma disparada nos preços do petróleo
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica
Lotofácil não foi a única modalidade a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (7). A ‘menos difícil’ das loterias da Caixa contou com a companhia da Dia de Sorte.
Presidentes, políticos, bilionários, atrizes e ganhadores de Prêmios Nobel passaram por essa universidade, unidos pelo lema “Veritas” — a verdade.
Enquanto alguns bancos privados ainda se preparam para o Desenrola 2.0, outros já estão renegociando dívidas
Banco do Brasil já realizou 1.807 renegociações apenas na quarta-feira (6), primeiro dia do programa Desenrola 2.0