O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Seis das principais empresas do Vale do Silício têm se beneficiado de estruturas governamentais ainda não preparadas para lidar com os serviços oferecidos por elas.
Amazon, Facebook, Google, Netflix, Apple e Microsoft — cujo valor de mercado somado é de R$ 4,5 trilhões — deixaram de pagar ao menos de US$ 100,2 bilhões em impostos na última década. O cálculo é da Fair Tax Mark (FTM), uma organização britânica que advoga pela transparência de impostos.
A FTM explica que se debruçou sobre relatórios financeiros das companhias e comparou as provisões — reserva de dinheiro para despesa futura — com a quantia efetivamente paga ao governo.
Segundo a organização, as gigantes tecnológicas canalizaram receitas e lucros por meio de paraísos fiscais — territórios com baixa tributação. O relatório cita Bermudas, Irlanda, Luxemburgo e Países Baixos como destino dessas empresas.
De acordo com a especialista em direito tributário do Insper, Vanessa Rahal Canado, parte das empresas de tecnologia tem valor agregado intangível: podem operar em todo o mundo sem estar fisicamente presente em cada espaço. Os lucros, então, não são registrados em cada país que as empresas operam, mas nos paraísos fiscais — onde essas companhias podem instalar suas matrizes.
De acordo com o ranking, a Amazon é a companhia que tem a conduta menos responsável. A empresa fundada por Jeff Bezos pagou US$ 3,4 bilhões em impostos nos últimos dez anos. O valor corresponde a 12,7% do lucro ao longo da década, segundo o estudo — a alíquota federal federal era de 35% na maior parte do período analisado.
Leia Também
No mesmo período, a receita da Amazon chegou a US$ 960 bilhões, ao passo que o lucro líquido foi de US$ 26,8 bilhões. "A empresa está aumentando seu domínio de mercado em todo o mundo, apoiando-se em receitas amplamente não tributadas e pode prejudicar as empresas locais que adotam uma abordagem mais responsável", escrevem os pesquisadores da Fair Tax Mark.
Segundo o documento, a Amazon não busca pagar dividendos e raramente participa de recompras de ações e, portanto, pode operar margens de lucro baixas (2,8% na última década).
"Dado que a maré internacional está mudando sobre a aceitabilidade da evasão fiscal das empresas, acreditamos que os investidores precisam olhar de novo para o futuro impacto que isso terá nas avaliações da empresa", dizem os pesquisadores.
À reportagem da CNBC sobre o mesmo assunto, a Amazon afirmou que suas operações representam cerca de 1% do varejo global, com concorrentes maiores em todos os lugares em que operam. A companhia afirma ainda que aumentou o imposto pago para 24% sobre os lucros entre 2010 e 2018.
A empresa diz que as margens de lucro são baixas e que, por isso, comparações com gigantes de tecnologia com margens de lucro operacional próximas a 50% não são racionais.
Abaixo o quanto cada empresa pagou de impostos sobre o lucro, ainda de acordo com o estudo da Fair Tax Mark.
Queda de demanda, piora na hidrologia e avanço dos preços de energia marcaram o período, favorecendo empresas mais expostas ao mercado de curto prazo
Cenário mistura desafios para instituições financeiras e oportunidades para empresas expostas a petróleo e mercado externo
Durante homenagem, o megainvestidor destacou a trajetória da Apple e elogiou a liderança de Tim Cook após a morte de Steve Jobs
A expectativa da companhia aérea era sair da proteção contra falência no meio de 2026, mas ainda apresentava muitos problemas
Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, plataforma tem capacidade de 180 mil barris de óleo
Com inauguração da sala VIP nesta sexta (1), Banco do Brasil se junta a bancos como Bradesco, Nubank, BTG Pactual e C6, que têm espaços premium no aeroporto
Com tensões no Oriente Médio e alta do preço do petróleo, combustível para aviões passa por novo aumento; Petrobras diz que reajuste pode ser parcelado
Dados dos três primeiros meses do ano servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 11 de maio após o fechamento do mercado
A ações da Hapvida chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida durante a reunião, com alta de mais de 5%
Com alavancagem acima de 3 vezes e caixa pressionado, companhia indica menor espaço para remuneração ao acionista no curto prazo
Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente
A rede, que entrou em recuperação extrajudicial em março, ainda não avançou nas tratativas com os credores, diz o Valor
Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes
Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu
Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor
As duas companhias detalharam nesta quarta-feira (29) os proventos que serão distribuídos aos acionistas; confira prazos e condições para receber
O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados
Resultado do 1T26 frustra expectativas, enquanto banco reforça estratégia mais conservadora; o que fazer com as ações agora?
Lucro da mineradora cresce no 1T26, mas pressão de custos e Ebitda considerado fraco pelo mercado limitam reação positiva das ações; saiba o que fazer com relação aos papéis agora
Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociados com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre