Menu
2019-02-28T09:58:24-03:00
Bruna Furlani
Bruna Furlani
Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.
Expectativas

Confiança empresarial cai 0,7 ponto em fevereiro ante janeiro, revela FGV

Segundo a FGV, o objetivo é que ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica

28 de fevereiro de 2019
9:49 - atualizado às 9:58
Empresário com rosto oculto
Imagem: Shutterstock

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) caiu 0,7 ponto em fevereiro ante janeiro, para 97,0 pontos, o primeiro recuo após quatro meses de avanço, informou nesta quinta-feira, 18, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice ainda cresceu 0,7 ponto no mês.

"A queda da confiança empresarial em fevereiro foi motivada pela calibragem das expectativas, que vinham evoluindo favoravelmente nos meses anteriores. Apesar da queda no mês, o Índice de Expectativas permaneceu ligeiramente acima dos 100 pontos, retratando um otimismo tímido em relação aos próximos meses. O resultado sustenta a tese de que, passado o período de lua de mel com o novo governo, a retomada da confiança empresarial será limitada enquanto os níveis de incerteza econômica permanecerem elevados", avaliou Aloisio Campelo Junior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

Em fevereiro, o Índice de Situação Atual (ISA-E) subiu 0,9 ponto, para 92,2 pontos, o maior nível desde junho de 2014. Já o Índice de Expectativas (IE-E) recuou 1,5 ponto, para 101,7 pontos, após avançar por sete meses seguidos.

Entre os componentes do ICE, houve melhora apenas na confiança da Indústria, que avançou 0,8 ponto, para 99,0 pontos.

A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 4.381 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 22 de fevereiro.

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Quem é a Pi

Uma plataforma de investimentos feita para ajudar a atingir seus objetivos por meio de uma experiência #simples, #segura, #acessível e #transparente.

retomada

Exportações na zona do euro sobem 7,9% em maio; importações avançam 3,2%

Avanços vieram após tanto as exportações quanto as importações do bloco sofrerem quedas históricas em abril ante março, com o impacto da pandemia

resposta aos investidores

Decreto proíbe queima controlada na Amazônia e no Pantanal por 120 dias

Trata-se da chamada “moratória do fogo”, que já havia sido anunciada pelo vice-presidente e pelo ministro do Meio Ambiente como uma das respostas à pressão de empresas e investidores por providências para frear o avanço do desmatamento

retomada

Após tombo histórico, PIB da China cresce 3,2% no 2º trimestre

Resultado veio melhor do que a mediana das projeções coletadas pelo jornal The Wall Street Journal junto a economistas, de alta de 2,6%

dispositivo barrado

Bolsonaro abre crise ao vetar trecho do saneamento

Trecho garantia a renovação dos contratos das empresas estaduais do setor por mais 30 anos e foi crucial para vencer resistências no Congresso

dinheiro no caixa

JHSF levanta R$ 433 milhões em nova oferta de ações

Dinheiro deve ser usado para reforço da estrutura de capital, expansão da estratégia digital e expansão dos segmentos de incorporação e de renda recorrente

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements