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2019-10-14T14:15:37-03:00
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pulverizando o capital

Ação do IRB Brasil fecha a R$ 88 e follow on movimenta R$ 7,39 bilhões

Oferta se tornou possível depois que Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou seguradoras e resseguradoras de capital aberto serem empresas “corporation”

19 de julho de 2019
10:29 - atualizado às 14:15
investimentos
Imagem: Shutterstock

O ressegurador IRB Brasil Re confirmou nesta sexta-feira, 19, que a sua oferta subsequente (follow on) saiu a R$ 88,00 - o total ficou em R$ 7,39 bilhões.

Na operação, serão vendidas 83.978.450 papeis ordinários, das quais 47.520.213 da BB Seguros Participações S.A. e 36.458.237 da União Federal, representada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Em comunicados separados, o Banco do Brasil e o BB Seguridade divulgaram os impactos da venda de ações no ressegurador. No caso do BB, a estimativa é de que a venda da participação indireta, via BB Seguridade, tenha impacto positivo no resultado do terceiro trimestre de R$ 1,6 bilhão, líquido de impostos e incremento residual no índice de capital principal.

Já a BB Seguridade venderá a totalidade de suas ações na Oferta Restrita, resultando em R$ 4.181.778.744,00, com ganho líquido de R$ 2,401 bilhões, sem considerar os custos de distribuição.

Após a conclusão da oferta, a companhia será de controle difuso, ou capital pulverizado. O início de negociação das ações objeto da oferta na B3 será dia 22 de julho.

A oferta se tornou possível depois que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) autorizou seguradoras e resseguradoras de capital aberto serem empresas "corporation", ou seja, de controle pulverizado.

Como o aval vale somente para empresas com ações listadas em bolsa, a medida beneficiou o IRB Brasil Re - única resseguradora de capital aberto no País.

Hoje, o ressegurador é controlado pela União (11,7%) juntamente com Itaú Unibanco (11,1%), Bradesco (15,2%) e Banco do Brasil, por meio da sua holding de seguros, a BB Seguridade, com 15,2%, além do Fundo Barcelona, administrado pela Caixa Econômica Federal e com 3,0%.

*Com Estadão Conteúdo 

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