🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

No calvário do “bom pagador” existe um Congresso… e o filho do presidente

Penso no esforço que o Brasil será obrigado a fazer para voltar ao time dos “bons pagadores” de dívidas. Vejo a luta do ministro da Economia, Paulo Guedes, e de políticos alinhados ao governo Bolsonaro pela aprovação da reforma da Previdência no Congresso.

25 de abril de 2019
10:47 - atualizado às 10:50
jair Bolsonaro, emburrado
Jair Bolsonaro - Imagem: Shutterstock

“O endereço é Avenida Paulista 1804, Bela Vista. O CEP é 01310-922, mas você não precisa dele.” Repeti essa frase duas dezenas de vezes em 30 de abril de 2008. Seria uma quarta-feira qualquer, se eu não estivesse no 19º andar do edifício do Banco Central do Brasil na capital paulista. No mesmo piso caminhava, de lá para cá, o presidente da instituição, Henrique Meirelles. “Eu já informei o presidente e o ministro”, disse ele a dois diretores, ao chefe de gabinete, a duas secretárias e a dois assistentes que estavam presentes no corredor. Meirelles referia-se ao então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e ao ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Vamos avisar a imprensa. Convocar uma entrevista”, disse o meu chefe para aquela enxuta audiência (eu inclusive) que passou a listar as dificuldades de acomodar um grande número de jornalistas. As cadeiras disponíveis seriam suficientes? Eram e eu sabia... Quantas tomadas existiam para as equipes de TV? Será que o ministro Mantega roubaria a cena? Ah, ele tentaria... Isso eu também sabia.

Aderi à turma “do contra” por uma razão infame: eu não tinha a menor ideia de como deveria tratar a mídia em uma situação tão inesperada e incrivelmente positiva. Engoli o choro. Por favor, não leve minha frase ao pé da letra! Sob pressão da chefia tratei de chamar a imprensa com a notícia: “A agência de classificação de risco de crédito S&P promoveu o Brasil a grau de investimento!”.

Outros tempos

Lembra que era abril de 2008? Pois é, embora a concordata do banco Lehman Brothers (um marco da crise financeira global de 2008–09) fosse anunciada apenas em 15 de setembro, em 2007 já havia sinais evidentes de que a bolha imobiliária inflada por crédito barato nos EUA explodiria. Ora, com outras palavras, o presidente do Banco Central estava dizendo que o Brasil havia tirado o bilhete premiado. Mas, em 2015, o Brasil já tinha torrado o prêmio. Perdeu o selo de “bom pagador” de suas dívidas.

Sabe o que isso quer dizer? Que o Brasil perdeu a melhor carta de apresentação que poderia usar quando precisasse pedir crédito a bancos, investidores e mesmo a outros países ou a qualquer um que pudesse ajudar a financiar o crescimento da nossa economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como tudo na vida, prejuízo nem sempre vem da noite para o dia. O Brasil desceu a ladeira aos poucos num longo processo de deterioração fiscal, pressão inflacionária, baixo crescimento, aumento do desemprego e elevado grau de corrupção escancarado pela Operação Lava Jato. Enfim, o Brasil colecionou desvantagens e muitos erros na condução da política econômica. E o resultado foi a destruição da confiança que o mundo tinha em nossa economia.

Leia Também

Time dos bons pagadores

Estou puxando pela memória e contando um dia de trabalho (já muito antigo) porque me lembro daquela entrevista de 2008 quando penso no esforço que o Brasil será obrigado a fazer para voltar ao time dos “bons pagadores” de dívidas. Vejo (e você também!) a luta do ministro da Economia, Paulo Guedes, e de políticos alinhados ao governo Bolsonaro pela aprovação da reforma da Previdência no Congresso. Felizmente, o primeiro round foi vencido!

O texto, com a exclusão de poucos itens, passou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara por 48 votos a 18, na terça-feira (23). Todo mundo falou disso nas redes sociais, na TV, nos jornais. Esse placar é confortável. Vamos combinar, 48 é muito mais que 18, mas não garante vitória fácil na comissão especial que deve começar a discutir a proposta do governo em 7 de maio. De novo, na Câmara.

O presidente Jair Bolsonaro tem as condições necessárias — a maior delas é sua equipe econômica — de entrar para a história como o governante que trouxe um futuro viável para o país a valor presente e é impensável que não se esforce para tanto. É isso o que eu penso. Então não seria a hora de usar e abusar de sua fama de mandão e enquadrar geral: filhos, apoiadores, correligionários e seus pares (de ministério ou farda) que não correspondam à altura do desafio imposto (e por ele abraçado) de tirar o Brasil do pântano em que mergulhou em 2015 e 2016?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trazer um futuro promissor (de contas equilibradas) a valor presente significaria muito para mim e para você. E, veja, eu nem estou falando que teríamos muito a ganhar. Prefiro dizer que teríamos pouco ou nada a perder. A manutenção da inflação em torno de 4 por cento ao ano, nível esperado pelo Banco Central para o ano que vem, é uma conquista e tanto! Preserva o poder de compra de quem tem trabalho. A entrada de dólares de estrangeiros interessados em investir no país cresceria, puxando o preço do dólar para baixo. Assim, manter a inflação sob controle fica mais fácil.

Inflação baixa, dólar bem-comportado e governo com despesas ao menos estabilizadas evitam aumento da taxa de juros. Tudo somado, a economia brasileira teria um gás para avançar. Se você tem dinheiro — algum ou muito —, com certeza teria um retorno mais atraente de suas aplicações financeiras. E não estou pensando na caderneta de poupança ou só em taxa de juro. Na Bolsa são negociadas ações. Quem compra uma ação está comprando um pedacinho de uma empresa. E que empresa não gostaria de se preparar, produzir e vender mais em um país com mais consumidores?

Mercados

O pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro em rede nacional ontem à noite, agradecendo formalmente ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), pela aprovação da proposta de reforma da Previdência na CCJ da Câmara tende a acalmar os mercados que acompanharão, em dúvida, a instalação da comissão especial da Previdência hoje, às 11h.

A iniciativa de Bolsonaro de destacar o papel de Maia, para que o primeiro passo da reforma fosse dado,  tende a aplacar divergências entre Executivo e Legislativo em torno da articulação política. Após a queda de 2 por cento do Ibovespa e forte alta do dólar na quarta-feira (24), hoje a tendência de acomodação dos preços dos ativos está na mesa. No exterior, porém, o dólar segue forte em relação às principais moedas de economias emergentes e os índices futuros da Bolsa de Nova York estão no vermelho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na B3, o Ibovespa futuro opera em leve baixa, o dólar à vista já ultrapassou 4 reais no início dos negócios e, ainda em alta, é negociado a 3,9952. Juros acompanham a moeda americana.

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GRANDES PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Lotofácil acumula de novo e prêmio dispara, mas não faz nem cócegas nos R$ 102 milhões em jogo hoje na Mega-Sena

29 de janeiro de 2026 - 7:09

Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.

NÃO FOI DESSA VEZ, MAS...

Copom mantém Selic em 15% ao ano — e sinaliza primeiro corte para março

28 de janeiro de 2026 - 18:38

Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes

SELIC ALTA DEMAIS, BOLSA SEM LASTRO?

“Banco Central já deveria cortar a Selic em 0,25 p.p”, diz Felipe Guerra, da Legacy, que alerta para bolha na bolsa

28 de janeiro de 2026 - 17:10

Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado

NO MAPA DOS GRINGOS

Enquanto brasileiros miram a Europa, destino no Brasil está entre os queridinhos dos estrangeiros para 2026

28 de janeiro de 2026 - 11:55

Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO

CASA DE SAL

Casa de garrafas de vidro salta aos olhos no litoral de Pernambuco — e você pode se hospedar nela por R$ 430

28 de janeiro de 2026 - 11:13

Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar

DEVO, NÃO NEGO...

Foi mais difícil pagar aluguel em 2025: inadimplência teve leve alta no último ano, mas jogo pode virar em 2026

28 de janeiro de 2026 - 9:00

Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%

ENCALHADAS

Mega-Sena encalha e prêmio em jogo agora passa dos R$ 100 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também emperram

28 de janeiro de 2026 - 7:05

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).

ENTREVISTA SD

“Não há nenhuma emergência que leve o Banco Central a apressar o corte da Selic”, diz Tony Volpon

28 de janeiro de 2026 - 6:03

O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%

POLÍTICA MONETÁRIA

Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente

27 de janeiro de 2026 - 18:46

Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro

LENDA DO MERCADO

Dólar a R$ 4,40, ou dívida acima de 80% do PIB: o alerta de Stuhlberger para 2026

27 de janeiro de 2026 - 14:42

Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira

POLÍTICA MONETÁRIA

Quando o Copom vai começar a cortar a Selic? O que dizem os economistas que esperam ajuste nesta semana e os que só veem corte em março

27 de janeiro de 2026 - 12:02

A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira

JATINHOS, FESTAS MILIONÁRIAS E MAIS

A vida de rei vivida por Daniel Vorcaro enquanto o Banco Master crescia às custas do FGC

27 de janeiro de 2026 - 9:01

Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil abre semana com novo milionário, mas Dupla Sena paga maior prêmio da noite ao sair pela 1ª vez em 2026

27 de janeiro de 2026 - 7:03

Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje

ESTÁ CHEGANDO A HORA

Temporada de balanços do 4T25 se aproxima: confira as datas das divulgações e teleconferências das principais empresas da B3

27 de janeiro de 2026 - 6:00

As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas

SEGURANÇA ALIMENTAR

Depois da Nestlé e da Lactalis, mais uma gigante faz recall de fórmula infantil por risco de contaminação

26 de janeiro de 2026 - 14:38

Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina

VAI TER FOLGA?

Calendário de fevereiro de 2026: Carnaval é feriado? Veja as datas e quem tem direito à folga

26 de janeiro de 2026 - 12:20

Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores

IMPLOSÃO

Torre Palace: do primeiro hotel de luxo de Brasília à implosão no coração do poder

26 de janeiro de 2026 - 12:08

Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares 

CORRAM PARA AS COLINAS

Ouro ultrapassa US$ 5.120 e atinge recorde em corrida por proteção; ainda vale investir?

26 de janeiro de 2026 - 12:07

Em 2026, com apenas três semanas, o ouro já acumula valorização de 17%

SE A MODA PEGA

Leis municipais proíbem mais de uma pessoa na mesma moto — e o motivo envolve segurança

26 de janeiro de 2026 - 10:15

Medida vale para Lima e Callao e prevê multas, pontos na carteira e até apreensão do veículo em meio ao estado de emergência no país

NA MIRA DA PF

Banco Master, BRB e bilhões sob suspeita: quem a PF vai ouvir na nova fase da operação que investiga o banco de Daniel Vorcaro

26 de janeiro de 2026 - 9:38

Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar