O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Outros 33% classificaram a gestão como “regular”; 32% avaliaram como “ótima ou boa”
Após três meses de governo, Jair Bolsonaro tem a pior avaliação entre os presidentes eleitos para um primeiro mandato desde o fim do regime militar, de acordo com levantamento Datafolha. As informações foram divulgadas neste domingo pelo jornal Folha de S. Paulo.
A pesquisa, feita com 2.086 pessoas em 130 municípios, indica que 30% da população considera o governo de Bolsonaro como "ruim ou péssimo". 33% classificaram o presidente como "regular", e outros 32% como "ótimo ou bom" — 4% não souberam opinar. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Segundo o Datafolha, tais índices são os piores para um presidente em primeiro mandato desde a redemocratização, em 1985. Após três meses no poder, Fernando Collor era avaliado como "ótimo ou bom" por 36% dos brasileiros, enquanto outros 19% consideravam-no "ruim ou péssimo".
Fernando Henrique Cardoso, em 1995, chegou a 39% de aprovação após o primeiro trimestre de governo, com 16% de desaprovação. O governo Lula, em 2003, era classificado como "ótimo ou bom" por 43% da população após os primeiros três meses de mandato, com 10% de avaliações "ruim ou péssimo".
Por fim, o início da gestão Dilma Rousseff em 2011 foi o que obteve as melhores avaliações entre os presidentes em primeiro mandato. De acordo com o Datafolha, 47% dos brasileiros consideravam a petista como "ótima ou boa" no primeiro trimestre do governo, contra apenas 7% de "ruim ou péssima".
Na última sexta-feira, um levantamento XP/Ipespe mostrou queda na taxa de aprovação do governo Bolsonaro. O percentual de entrevistas que considera a gestão atual como "ótima ou boa" caiu de 37% para 35%, dentro da margem de erro, mas abaixo dos 40% vistos nas pesquisas feitas em janeiro e fevereiro.
Leia Também
O Datafolha também questionou os entrevistados a respeito das expectativas em relação ao governo Bolsonaro. 59% disseram acreditar que atual gestão fará um governo "ótimo ou bom", abaixo dos 65% registrados antes da posse.
O levantamento publicado hoje pela Folha de S. Paulo também mostra que 16% da população tem hoje uma perspectiva "regular" para a atual gestão, ante 17% antes do início do governo. Por fim, 23% afirmaram ter expectativa "ruim ou péssima" — antes da posse, esse índice era de 12%.
A pesquisa Datafolha ainda mostra que o vice-presidente Hamilton Mourão possui reprovação menor que a de Bolsonaro, passados três meses de governo.
Segundo os resultados publicados pela Folha de S. Paulo, 18% dos entrevistados consideraram Mourão "ruim ou péssimo". Outros 32% avaliaram o vice-presidente como "regular", mesmo índice de pessoas que o classificaram como "ótimo ou bom". No entanto, 59% dos entrevistados não souberam dizer quem era o vice-presidente da República. Somente 37% acertaram o nome dele, enquanto 4% erraram o nome de Mourão.
No Twitter, o presidente Jair Bolsonaro manifestou-se a respeito dos resultados da pesquisa Datafolha:
Kkkkkkkk pic.twitter.com/sVv5vNGdvu
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) April 7, 2019
Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?
A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho
Avanço da inteligência artificial eleva investimentos e pressiona debate sobre governança, riscos sistêmicos e atuação do Banco Central
Fundo imobiliário negocia com 15% de desconto e pode se beneficiar da retomada dos FIIs de tijolo
25 de janeiro de 1995 por pouco não impediu que o Brasil fosse pentacampeão mundial de futebol, entre outros acontecimentos das últimas três décadas
Em depoimento à PF, controlador diz que o banco sempre operou ancorado no FGC, com ciência do BC, e que a crise de liquidez começou “quando a regra do jogo mudou”
Academias de alto padrão e loterias da Caixa Econômica foram destaque no Seu Dinheiro, mas outros assuntos dividiram a atenção dos leitores; veja as matérias mais lidas dos últimos dias
O “projeto Almere Oosterwold”, nos arredores de Amsterdã, busca uma alternativa ao planejamento urbano tradicional
Segundo a imprensa, o empresário estava internado em um hospital da capital paulista e enfrentava um câncer havia alguns anos
Segundo o cofundador do Linkedin, a maioria dos super-ricos já possui alguma espécie de ‘seguro contra apocalipse’
Data de 25 de janeiro marca os 472 anos da capital, mas feriado municipal no domingo não garante descanso extra para todos os trabalhadores
Propostas iniciais do leilão da Receita Federal começam em R$ 20. O maior valor é de R$ 256 mil.
Ações da Toto subiram 11% na OTC Markets na quinta-feira (22) com aumento de receita com componente de chips
São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro na sede do fundo e também contra gestores
A partir de agora, o conselho de administração do FGC poderá propor aumento ou redução das contribuições das instituições associadas quando julgar necessário
Proposta do projeto é colocar o castelo como espaço de permanência com experiências culturais em um único lugar
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na quinta-feira. Dia de Sorte também fez novos milionários. Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 63 milhões.
Especulações cresceram após troca na equipe jurídica de Vorcaro; veja o que diz a defesa do banqueiro
Os ganhadores do concurso 3593 da Lotofácil efetuaram suas apostas em casas lotéricas estabelecidas praticamente na beira do mar
Mesmo com um ciclo de corte de juros, Frederico Catalan, membro do time de gestão do Opportunity Income, e Laís Costa, analista da Empiricus Research, avaliam que a renda fixa não vai perder o brilho neste ano