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Total de unidades mineradas chegou em 18 milhões e agora só restam mais 3 milhões para serem encontradas
Ainda me lembro da primeira vez que ouvi falar em mineração. Estava sentado num cafezinho, conversando com um velho conhecido que estava envolvido com a indústria de criptoativos.
Nós havíamos trabalhado juntos no início da minha cerreira, no ano 3 d.S. (depois de Satoshi), ou 2011 d.C., num grande banco de investimentos. Ele era diretor da mesa de operações de renda variável, enquanto eu era um mero estagiário.
Meu primeiro contato com esse mercado foi pelo LinkedIn, ao ler um artigo que falava sobre a tecnologia e continha um infográfico todo bonitão. Confesso que se entendi 40% do que estava ali foi muito.
Em nosso reencontro no café, no ano 8 d.S., eu já era formado em Economia e tinha rodado várias áreas do mercado de trabalho. Vendas no varejo, vendas no atacado, restaurante, corretoras de investimentos... até finalmente descobrir o que eu realmente queria: trabalhar com inovação em finanças.
Ele já estava engajado nessa indústria há cerca de quatro anos. Como o compliance do banco não permitia que ele negociasse ações, encontrou no trading de bitcoin uma forma de fazer uma grana extra. Acontece que ele ganhou tanta grana que abriu sua própria exchange. E me chamou para trabalhar com ele.
Eis que ele resolve me explicar o conceito de mineração. Novamente, não entendi muita coisa. Era difícil separar em minha mente a figura estereotipada do mineiro — com seu capacete amarelo, botinas pretas, calças jeans e sua picareta — da atividade de mineração virtual.
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Hoje, muito bem letrado no mercado, entendo perfeitamente o conceito. Teria sido muito mais fácil de entender, lá atrás, se o nome dado ao processo fosse outro. Afinal, a mineração de bitcoin consiste no registro de um grupo de transações num grande livro contábil. Quem registrar primeiro “encontra” novos bitcoins. E um novo registro acontece a cada dez minutos, em média.
Evidentemente que essa é uma versão bastante simplificada do processo. Mas, na essência, é assim que funciona. Cada bitcoin que você vê circulando por aí foi gerado exatamente dessa forma. Ao todo, já são 18 milhões de unidades mineradas.
Esse é um fato relevante não apenas por ser um marco simbólico, já que as pessoas atribuem maior valia aos números redondos, mas também porque ele representa cerca de 85% do total de bitcoins que serão criados ao longo de sua existência.
Foram dez anos para chegarmos até aqui. De lá para cá, milhares de empresas e novas iniciativas surgiram, fazendo florescer um mercado completamente novo no mundo das finanças. E isso é só o começo.
Os próximos 3 milhões corresponderão à verdadeira ascensão dessa classe de ativos, dado que o último bitcoin será minerado somente daqui a 120 anos.
Para se ter uma ideia, a Bolsa de Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês) existe desde 1792. Foram 227 anos para chegar ao nível atual. Ou seja, ainda há muito espaço para o mercado cripto crescer e se desenvolver.
O próximo grande marco será maio de 2020, quando a recompensa dos blocos cairá pela metade. Até lá, há bastante espaço para colher os frutos do amadurecimento desse mercado.
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