O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Deputado Vitor Hugo (PSL-GO) disse que hoje pode garantir o apoio de apenas 54 dos 513 deputados
O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), considera que o governo Jair Bolsonaro ainda não possui base aliada formada e garante o apoio de apenas 54 dos 513 deputados, considerando os integrantes do seu partido. "Vamos caminhar para ter uma base. Agora é difícil falar em números", declarou. Para aprovar a reforma da Previdência, o governo precisa de pelo menos 308 votos.
"Não dá para falar agora um número, qualquer número seria precoce. Até porque eu não quero caracterizar que exista já uma base, a base vai ser construída", afirmou ao ser questionado sobre a estimativa de quantos deputados integram a base.
Vitor Hugo se reuniu com os ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Secretaria de Governo, Alberto Santos Cruz, nesta segunda-feira (11), para tratar da articulação com o Congresso e tentar superar as "dificuldades iniciais".
Na semana passada, a primeira reunião convocada por Vitor Hugo com os líderes partidários da Casa teve baixo quórum. Alguns parlamentares criticaram os termos usados pela assessoria de Vitor Hugo no convite. Hoje, ele reforçou que fez o convite pessoalmente aos líderes, que depois foi reforçado por e-mail e Whatsapp, por iniciativa da assessoria.
Vitor Hugo justificou que não é possível estimar o número total de aliados no momento porque houve uma "ruptura" ideológica com a eleição de Bolsonaro, que se elegeu com a coligação de apenas dois partidos, o PSL e o PRTB. Antes, disse que os ex-presidentes "loteavam" os ministérios e era fácil dizer qual era a base e convocá-los para reuniões. Agora, avalia que a situação é diferente e isso ocorrerá de forma paulatina.
Indagado sobre a participação do DEM na base, que possui três ministros indicados, disse que eles foram escolhas do presidente a partir das bancadas temáticas e também não garantiu apoio [do partido]. O deputado também ponderou que os anúncios dos partidos que farão parte da base aliada terão que ser feito por eles.
Leia Também
"Os anúncios têm que ser feitos pelos próprios partidos. Eu não posso partir do princípio de que existe uma base. E mesmo os ministros do DEM não foram indicados pelo partido. Foram escolhas pessoais do presidente a partir de indicações de bancadas temáticas. Então não posso garantir, a não ser, lógico, o próprio PSL, que é o partido do presidente, de que outro partido esteja na base. Por respeito aos líderes e aos partidos, vamos esperar que cada partido se declare da base ou não."
Para ele, é "natural que a aproximação se dê de forma mais cuidadosa, com aproximações sucessivas, porque não houve coligação para a eleição do presidente".
"A ruptura maior em termos ideológicos e até políticas nos últimos 16 anos se deu nesse momento. As bases vinham se repetindo porque governos eram todos de esquerda, foi um governo mais à direita com o Temer, mas agora bem caracterizado com Bolsonaro."
Colegiado evitou antecipar os próximos passos e disse que Selic alta por período prolongado surtiu efeito para a contração da atividade econômica
Álbum da Copa de 2026 será a edição mais cara; economista dá dicas de como prepara o bolso para a coleção
O banco conta com uma carteira de R$ 406 bilhões no agronegócio e espera ver uma estabilidade em 2026
Adidas ganhou a corrida nas pistas e obteve um impulso nas ações no rescaldo da Maratona de Londres
Com aumento do valor de referência do Gás do Povo, governo brasileiro tenta mitigar efeitos da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã
Sequência de filme que marcou a cultura pop nas última décadas, ‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros nesta semana; confira quem é a Miranda Priestly na ‘vida real’
Há espaço para aceleração dos cortes da Selic no segundo semestre, mas por ora Copom deve continuar com a mesma cautela, diz Rafaela Vitória
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 28 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Em relatório anual, fundo afirma que bancou garantias, fez empréstimos e ainda viu indicador de liquidez cair abaixo do nível recomendado
O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiros com mais de 18 anos, o; prazo vai até dia 6 de maio
Declaração de Magda Chambriard vem em meio a discussões no Congresso sobre uso de receitas do petróleo para reduzir tributos
Dividendos acima de R$ 50 mil recebidos por pessoas físicas passaram a ser tributados em 10% a partir deste ano
Motoristas terão 200 dias para pagar os valores e poderão recuperar os pontos perdidos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH)
Levantamento também indica ritmo de forte expansão do mercado logístico, impulsionado pelo e-commerce
Mega-Sena 30 anos tem regras parecidas com as da Mega da Virada: prêmio não acumula e 90% do dinheiro é destinado a quem acertar as seis dezenas; veja os detalhes do sorteio especial
Índice acelera de 0,44% em março para 0,89% em abril, e qualitativo preocupa: alimentação e transportes pressionam; saiba o que pode acontecer com a Selic daqui para frente
Companhia avalia incorporar parte de ativo que hoje está nas mãos da controladora; entenda o que está em discussão
Lotofácil 3671 acumula e Lotomania 2917 é a única a pagar o prêmio principal na rodada de segunda-feira (27) das loterias da Caixa
De acordo com o conselheiro da Casa Branca, o nível de concentração das quatro maiores companhias reduz a concorrência e cria condições para a formação de preços
Mercado ilegal, uso sem acompanhamento médico e incidência de doenças graves acendem alerta das autoridades sobre canetas emagrecedoras como Mounjaro e Ozempic