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Trade cria a possibilidade de se trocar uma moeda forte por outra (historicamente fraca, mas em processo de se tornar conversível num futuro não muito distante) e faturar um lucro que cada vez está mais difícil de se obter nos mercados de renda fixa.
Quando, recentemente, sugeri a venda de dólar futuro a R$ 4,00, minha recomendação se baseava em algumas premissas. Entre elas:
O mundo no qual estamos vivendo é completamente diferente daquele dos meus tempos de trading desk. Naquela ocasião, o dólar subia sempre (com eventuais flutuações de correção de exageros), primeiro por causa da inflação, depois da inflação galopante e, finalmente, da hiperinflação. Era uma questão de ajuste permanente.
Durou décadas, esse processo.
Agora não. Segundo o boletim Focus, os bancos acreditam que a moeda americana esteja valendo R$ 3,80 tanto no fim deste ano quanto no do ano que vem.
Se essas previsões se materializarem, e me parecem razoáveis, o gringo que trocar dólares por reais, levando-se em conta a cotação atual de R$ 3,82, e aplicar em papéis do Tesouro brasileiro, mesmo considerando a hipótese, mais do que provável, de que a taxa Selic seja reduzida de 6,5% para 5% ao ano, terá um ganho, em reais, de 7,50%.
Na verdade, será mais, já que o Copom não fará esse corte de uma vez só. Entre os 6,5 e os 5% transcorrerão alguns meses e várias etapas de 25 e/ou 50 pontos-base.
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Vamos fazer as contas direitinho. Tomemos como base um milhão de dólares. Este valor será trocado por nossa moeda e se transformará em R$ 3.820.000,00, que poderão ser aplicados em papéis do Tesouro.
No momento, os títulos do Tesouro dos países ricos estão dando rentabilidade negativa (se é que esta expressão faz sentido). Com isso, os fundos de investimento precisam desesperadamente procurar vias alternativas para preservar o valor de suas quotas.
Na hora em que o Brasil for considerado confiável, quem sabe até recuperando o grau de investimento, o real será muito procurado, tal como aconteceu durante o boom dos BRICS.
Finalmente, e mais importante, a entrada de recursos externos no país, aliada ao superávit da balança comercial brasileira, atuará para valorizar nossa moeda. Nessa pressuposição, os prognósticos de câmbio do boletim Focus irão diminuir aos poucos, com a cautela que costuma prevalecer, tal como acontece nas súmulas das reuniões do Copom.
Outros fatores contribuirão para esse quadro. Entre eles, a assinatura do tratado comercial entre o Mercosul e a União Europeia, a independência do Banco Central brasileiro, cuja concessão está em pleno andamento nas Casas do Congresso em Brasília, e uma possível entrada do Brasil no bloco da OECD, sigla em inglês para Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que propicia a seus membros uma série de regalias.
Como se tudo isso não bastasse, os mercados de câmbio costumam exagerar em seus movimentos. Nessas ocasiões, ocorre o efeito manada. Todo mundo quer passar por uma porta estreita ao mesmo tempo.
Isso será ótimo para o estrangeiro que comprar a moeda brasileira neste momento, antes do estouro da boiada.
Se o real começar, como acredito, a se valorizar, há muito espaço de queda para o dólar. Não duvido que, ainda este ano, ou no primeiro semestre de 2020, tenhamos a moeda americana cotada a R$ 3,50.
Neste último cenário, na hora do câmbio dos reais por dólares no final de 2020, aquela continha acima passa a ter o seguinte resultado:
Até aqui, tudo igual.
Só que se o dólar cair para R$ 3,50, o gringo vai levar de volta para casa, em vez do que previ nos cálculos do início deste artigo (US$ 1.080.657,89), US$ 1.173.285,71.
Tal número representará para ele um ganho de 17,32%. Se a operação for alavancada, muito mais.
Essa é a magia do câmbio e das taxas de juros. Cria a possibilidade de se trocar uma moeda forte por outra (historicamente fraca, mas em processo de se tornar conversível num futuro não muito distante) e faturar um lucro que cada vez está mais difícil de se obter nos mercados de renda fixa.
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