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Na coluna de hoje, um ativo que não tem correlação com os ativos tradicionais e que representa a oportunidade de dar “opt-out” do sistema tradicional
Diferentemente de quase tudo que escrevi até hoje nesta coluna, não quero convencer você a entrar nesse mercado.
Deus me livre, mas quem me dera.
Não quero falar sobre esse ativo não ter correlação com os ativos tradicionais, ou sobre como ele representa a oportunidade de dar “opt-out” do sistema tradicional e também não quero mencionar o fato de ele não ser uma moeda manipulável por governos.
Hoje quero falar sobre uma perspectiva mundial e trazer alguns dados que venho acompanhando recentemente e que gostaria de compartilhar com você.
Ao final, vou deixar meu especialista mais especulativo dizer o que isso representa.
Mas garanto que não pretendo te convencer a entrar nisso, longe de mim.
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Depois de longos seis meses dando retornos negativos, o bitcoin voltou a se tornar lucrativo na comparação ano a ano.
A demanda por negociar bitcoin só vem aumentando do investidor institucional e três dados apontam para isso.
Primeiro, o volume dos futuros de bitcoin negociados na CME bateu novos recordes e no mês de maio já passou de 14 mil contratos, o equivalente a 70 mil bitcoins.
A empresa Grayscale, que oferece a clientes institucionais formas com menos fricção de investir em criptoativos, já possui 1 bilhão de dólares desses ativos sob custódia.
Além disso, o investidor que compra bitcoin por meio dos fundos da Grayscale topa pagar um prêmio de cerca de 37 por cento sobre o bitcoin, valor próximo a 11 mil dólares por bitcoin.
Outra empresa que claramente tem uma proposta direcionada para o investidor mais parrudo e está em ótima posição é a Coinbase, que também tem sob custódia 1 bilhão de dólares em ativos digitais, mesmo tendo lançado esse serviço apenas 12 meses atrás.
Saindo da perspectiva de investimento e entrando em algo mais técnico, a Lightning Network, principal proposta para resolver o problema de escalabilidade do bitcoin, segue seu desenvolvimento a passos firmes.
O número de canais de pagamento de ultra velocidade criados cresceu 5 vezes desde setembro do ano passado e a capacidade de transação dentro dos canais cresceu 12 vezes, chegando a 8 milhões de dólares.
Dentre as empresas envolvidas no uso dessa tecnologia, temos um total de 15 que se dividem em desenvolvimento técnico, wallets e integração com e-commerces.
Todos esses dados mostram o quanto o mercado tem amadurecido desde que comprei meus primeiros bitcoins.
Quando eu cheguei aqui, tudo era mato.
Mas hoje consigo ver claramente que empresas como essas, que estão intensamente envolvidas com alguma vertical relacionada a cripto, vieram para ficar mesmo.
O fato de os investidores institucionais comprarem BTC com 37 por cento de ágio só deixa claro que eles vão segurar essa posição por muito tempo, ou pelo menos têm a intenção.
Naturalmente isso tira oferta do mercado, o que faz com que a força compradora se sobressaia e consequentemente os preços subam.
A CME não negocia de fato bitcoin em sua plataforma, nela há apenas partes acordando posições long e short, o que não causa retirada do ativo do mercado.
No entanto, o lançamento da Bakkt, que pretende negociar futuros de bitcoins com liquidação física, deve tirar oferta de bitcoin do mercado.
Logo, se parte desse apetite de negociação migrar para a Bakkt, também teremos uma outra força retirando BTC dos livros de ofertas das corretoras.
A Lightning Network também tem esse papel de tirar ativos da oferta, já que os bitcoins dentro dos canais de pagamento tem que permanecer por lá até o fim das relações comerciais estabelecidas entre as partes.
É por isso que acredito termos um caminho quase natural para a continuidade do ciclo de alta desse mercado.
Mas não se deixe levar por isso, não quero convencer você de nada.
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