🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Parque dos dinossauros: grandes bancos reagem ao ataque das fintechs

Não foram poucas as vezes em que o fim dos bancões tal como os conhecemos foi anunciado. Em todas elas os arautos do apocalipse quebraram a cara. Será diferente desta vez?

10 de novembro de 2019
11:54 - atualizado às 19:54
Bancos Dinossauros - Santander - Itaú - Banco do Brasil BB - Bradesco
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Os grandes bancos brasileiros são dinossauros condenados à extinção com o impacto do meteoro das novas empresas de tecnologia (fintechs)? A julgar pelos resultados, a colisão ainda vai demorar para provocar o estrago esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sob o aspecto de lucro e rentabilidade, não há como negar que os bancões permanecem como um baita negócio. O resultado combinado de Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander atingiu R$ 21,9 bilhões, um aumento de 19% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

A rentabilidade média obtida pelos quatro gigantes ficou em impressionantes 20,7% – mais de quatro vezes a Selic e muito acima da maioria das aplicações disponíveis no mercado. Mas o tempo em que os investidores na bolsa se impressionavam com essas cifras ficou para trás.

O grande temor é que esse, na verdade, seja o fim de uma era. Afinal, o Tiranossauro Rex que dominava o planeta há 66 milhões de anos viveu até o último dia em sua plenitude sem saber que seus dias estavam contados.

Apocalipse now?

Não foram poucas as vezes em que o fim dos grandes bancos tal como os conhecemos foi anunciado. Em todas elas os arautos do apocalipse quebraram a cara.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Basta nos lembrarmos do destino dos gigantes estrangeiros como Citibank e HSBC, que depois de ameaçarem a hegemonia dos bancos locais nos anos 1990 deixaram o varejo bancário brasileiro com o rabinho entre as pernas. O espanhol Santander foi o único gringo relevante que não bateu em retirada.

Leia Também

A chegada das fintechs pode enfim mudar esse jogo? É claro que sim. Até porque o risco agora não vem de fora, mas de empresas e pessoas que conhecem bem o mercado brasileiro e têm um aliado importante nessa disputa com os dinossauros: a tecnologia.

Os grandes bancos já perceberam o risco de extinção e, no melhor estilo darwiniano, procuram se adaptar aos novos tempos. Além da concorrência com as fintechs, a vida das instituições ficou mais difícil com a queda da taxa de juros.

Bancos sendo bancos

Eu já havia contado para você que, com a redução da Selic e a maior concorrência, os bancos teriam de “voltar a ser bancos” se quisessem manter os lucros bilionários. Em outras palavras, precisariam aumentar a concessão de empréstimos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E foi isso que aconteceu. Nos últimos 12 meses, o saldo da carteira de crédito de Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil avançou 6%. Mas se considerarmos apenas as linhas de financiamento para pessoas físicas – mais rentáveis – o crescimento está na casa de dois dígitos.

Quem mais avançou no crédito foi o Bradesco. Mas por coincidência o segundo maior banco privado brasileiro também foi o que mais sentiu o peso da concorrência.

Ao lado do Banco do Brasil, o Bradesco é dono da Cielo, empresa líder no mercado de maquininhas de cartões, negócio que hoje apresenta a maior competição dentro do setor financeiro.

No balanço do terceiro trimestre, o Bradesco também sofreu queda nas receitas com administração de fundos de investimento, outra área que era dominada pelos bancos e agora está sob o ataque de plataformas ligadas a corretoras como a XP Investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Comprando a sobrevivência

Por falar em XP, o Itaú é de longe quem mais vem gastando dinheiro para se defender do avanço da concorrência. Em 2017, o maior banco privado brasileiro adquiriu uma participação de 49% no capital da corretora por R$ 6,3 bilhões.

O negócio não só se provou estratégico como ainda foi uma baita tacada financeira agora que a XP se prepara para abrir o capital na bolsa norte-americana Nasdaq por uma avaliação que pode chegar aos R$ 60 bilhões.

Além de se beneficiar do crescimento da XP, o Itaú aparentemente conseguiu estancar a sangria de saída de dinheiro de clientes para as plataformas de corretoras ao abrir sua prateleira para produtos de terceiros.

O Itaú tomou a decisão de não ter um banco digital separado como o Bradesco fez com o Next, que atingiu 1,4 milhão de correntistas em setembro e tem como meta alcançar os 2 milhões até o fim do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não sei se bateu um arrependimento, mas o fato é que o banco decidiu lançar recentemente o Iti, um aplicativo de pagamentos e transferência que pode virar o embrião de um banco digital independente do Itaú.

Agências x celular

A grande questão que fica para quem investe nas ações dos grandes bancos não só a sobrevivência, mas se eles terão a capacidade manter os altos níveis de rentabilidade nesse admirável mundo novo dos serviços bancários ao alcance do telefone celular.

Aos que se perguntam "até quando", o presidente do Santander, Sérgio Rial, trouxe a resposta: 2022. A promessa do executivo responsável da unidade brasileira do banco espanhol é sustentar a rentabilidade no atual patamar de 21% pelos próximos três anos.

Curiosamente, o banco está na contramão de uma tendência observada nos principais concorrentes: o fechamento de agências. Enquanto Itaú, Bradesco e Banco do Brasil encerraram 760 pontos físicos de atendimento nos últimos 12 meses, o Santander abriu 41.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Banco do Brasil foi quem mais fechou agências: 462 no total. Com todo o peso de ser controlado pelo governo, o banco pode parecer à primeira vista o mais vulnerável ao ataque das fintechs.

Mas o BB vem fazendo o dever de casa. Primeiro com o programa de venda de ativos não-estratégicos, como a venda da participação da Neoenergia, realizada neste ano. E segundo com as parcerias como a anunciada na última quarta-feira com o suíço UBS para ganhar agilidade em áreas como banco de investimento.

Do lado da tecnologia, me chamou a atenção que o aplicativo do Banco do Brasil hoje é o mais bem avaliado na loja do Google, superando inclusive o badalado Nubank.

Por tudo isso, eu acredito que os grandes bancos vão resistir às fintechs, ainda que o ataque deixe cicatrizes e algumas instituições pareçam mais adaptadas ao novo cenário do que outras. E você, o que acha? Deixe seu comentário logo abaixo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INCENTIVO PARA ESTUDANTES

Calendário do Pé-de-Meia março 2026: veja quando o governo paga os incentivos do ensino médio

27 de fevereiro de 2026 - 10:20

Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano

CAÇADORES DE PECHINCHAS

Receita Federal realiza leilão com iPhones baratos e carros a partir de R$ 6 mil; veja como participar

27 de fevereiro de 2026 - 10:18

O certame, marcado para 13 de março, reúne 223 lotes de produtos que vão de eletrônicos a joias, com preços abaixo do mercado

ARRUMANDO A CASA

Vale (VALE3) reforça capital e enxuga estrutura. O que está por trás do movimento de R$ 500 milhões?

27 de fevereiro de 2026 - 9:34

Mineradora capitaliza reservas e incorpora duas empresass em meio a questionamentos do mercado sobre o fôlego das ações VALE3

BRILHOU SOZINHA MAIS UMA VEZ

Lotofácil 3622 paga prêmio milionário em capital; Mega-Sena acumula pelo oitavo sorteio seguido e valor em jogo vai a R$ 145 milhões

27 de fevereiro de 2026 - 6:57

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.

‘NO PRECINHO’

Considerada a capital Nacional do Doce, essa cidade já foi uma das mais ricas do Brasil e hoje é a mais barata para se comprar um imóvel

26 de fevereiro de 2026 - 15:36

Uma cidade do interior do Rio Grande do Sul foi considerada uma das cidades mais baratas para se comprar imóveis residenciais

ALÉM DA ORLA

Longe da praia, este é o bairro com o aluguel mais caro do país — e fica ao lado de um dos parques mais visitados da América Latina

26 de fevereiro de 2026 - 15:08

Levantamento aponta mudança no mapa das regiões mais valorizadas do Brasil e revela disparada de preços em área nobre de São Paulo

TOUROS E URSOS #260

Dólar abaixo de R$ 5, juros em queda e Ibovespa caro: esta é a visão da Legacy para 2026

26 de fevereiro de 2026 - 12:45

Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital é o convidado desta semana no podcast Touros e Ursos

SOB PRESSÃO

O rombo de R$ 50 bilhões que abalou o FGC: “É algo novo”, diz ex-presidente do fundo sobre caso Banco Master

26 de fevereiro de 2026 - 10:58

Impacto é mais que o dobro do maior caso da história do fundo, mas Jairo Saddi diz que não há risco sistêmico e defende ajustes sem pressa

SÓ DEU ELA

Lotofácil 3621 deixa 2 vencedores mais próximos do primeiro milhão de reais; Mega-Sena promete R$ 130 milhões hoje

26 de fevereiro de 2026 - 7:58

Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.

BTG SUMMIT 2026

‘Gosto de ativos em reais. No final das contas vai remunerar melhor do que o dólar’, diz André Esteves ao falar de investimentos em evento do BTG

25 de fevereiro de 2026 - 19:59

Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira

BTG SUMMIT 2026

Nem bolha, nem catástrofe para os empregos: gestor da Kinea explica o que o mercado ainda não entendeu sobre a inteligência artificial

25 de fevereiro de 2026 - 19:01

Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata

PAI DE CRIAÇÃO

Paternidade socioafetiva: entenda a estratégia de homem que reivindica herança em um dos maiores casos do gênero no Brasil

25 de fevereiro de 2026 - 15:40

Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes

MENOS R$ 1.467 NA CONTA

Lei da CNH fixa multa salgada a motorista que ignorar exame obrigatório

25 de fevereiro de 2026 - 15:02

Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35

BTG SUMMIT

Crescimento da economia brasileira não é o que parece: “cuidado com esses números”, alerta Mansueto Almeida, do BTG

25 de fevereiro de 2026 - 14:35

Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.

ÚLTIMAS HORAS

Salário de R$ 22,5 mil: Último dia para se inscrever em concurso com carreira internacional

25 de fevereiro de 2026 - 10:59

Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos

COMO SE DESTACAR

As habilidades que vão colocar profissionais em destaque no mercado de trabalho em 2026, segundo rede social de networking profissional

25 de fevereiro de 2026 - 10:21

Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas

REDUÇÃO DAS TAXAS

Novas tarifas de Trump poupam 46% das exportações do Brasil aos EUA

25 de fevereiro de 2026 - 9:54

Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%

O QUE ESTÁ NA MESA DA XERIFE

CVM tem 6 investigações em andamento sobre Master, Reag e outras entidades

25 de fevereiro de 2026 - 9:31

Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso

BRILHOU SOZINHA

Lotofácil 3620 tem 15 vencedores, mas só um deles fica milionário com o prêmio; Mega-Sena acumula de novo e vai a R$ 130 milhões

25 de fevereiro de 2026 - 6:49

Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.

VALE DA ELETRÔNICA

Essa cidade do interior de Minas Gerais é reconhecida como modelo global de inovação

24 de fevereiro de 2026 - 15:01

Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar