Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
a pauta é cheque especial

‘Se fosse tabelamento, não tinha tarifa’, diz BC

Cheque especial é o crédito liberado pelo banco caso o cliente entre no "vermelho", ou seja, quando ele faz pagamentos ou transferências mesmo com a conta sem saldo suficiente

Contas públicas na ponta do lápis: governo conta com dividendos bilionários para manter gastos
Imagem: Shutterstock

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, rebateu as críticas de que a decisão de impedir que os juros do cheque especial superem 8% ao mês seja um "tabelamento". O limite aos juros foi acompanhado da permissão para que os bancos cobrem uma tarifa para oferecer o limite do cheque especial aos clientes, o que não ocorre hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Se fosse tabelamento, não tinha tarifa. Os bancos vão poder cobrar tarifa proporcional para quem usa o produto. Se fosse tabelamento, era só colocar limite de juros", afirmou ele ao jornal O Estado de S. Paulo.

O cheque especial é o crédito liberado pelo banco caso o cliente entre no "vermelho", ou seja, quando ele faz pagamentos ou transferências mesmo com a conta sem saldo suficiente.

Segundo ele, outros países, como os Estados Unidos, a Inglaterra e a Austrália também limitam o custo de produtos emergenciais, como o cheque especial, mas colocam um teto muito alto, que quase nunca é usado.

Ele também acredita que os bancos vão cobrar juros menores do que os 8% ao mês do teto, já que vão poder cobrar tarifas pela utilização do produto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Nos Estados Unidos, para usar o correspondente ao cheque especial, para ter o limite, você paga; se usar o limite, você paga; se você passar do limite, paga também. Tem vários tipos tarifa", afirmou.

Leia Também

RENDA EXTRA

Sai Tim (TIMS3), entra Vale (VALE3): veja 5 ações para buscar dividendos em junho, segundo a Ágora

RECADOD URO

China sobe o tom e ameaça retaliação contra a Europa; tensão comercial entra em nova fase

Campos Neto disse que o redesenho do cheque especial foi pensado para que quem está embaixo da pirâmide não pague para quem está em cima ter o "luxo" de ter o produto mesmo quando não usa. "A finalidade é tirar o peso das costas de quem tem menos recursos e estava pagando para um custo que não era associado ao produto que ele estava usando", afirmou.

O presidente do BC disse que era preciso colocar um limite para os juros, mesmo com a permissão de que os bancos cobrem uma tarifa proporcional ao limite do cheque, para forçar as instituições a baixarem as taxas. "No passado, foi cedido direito para o banco, mas ele usufruiu do benefício e não repassou para o cliente. É uma forma de o banco repassar para o cliente", disse.

Campos Neto admitiu que é a primeira vez que no Brasil se decide impor uma taxa máxima para uma linha de crédito com recursos livres, ou seja, que não tem um direcionamento estipulado por lei (como o crédito imobiliário). "Só a autorregulação não resolvia esse problema", argumenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele também lembrou que o uso do cheque especial tem pouca sensibilidade ao preço. Ou seja, independentemente do custo, os clientes continuam a usar uma das modalidades de crédito mais caras do País. Nesses casos, segundo ele, a autorregulação tem pouco efeito.

Desde metade do ano passado, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200.

A expectativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) era de que essa migração do cheque especial para linhas mais baratas acelerasse a tendência de queda do juro cobrado ao consumidor. Isso não ocorreu. Em junho de 2018, antes do início da nova dinâmica, a taxa do cheque especial estava em 304,9% ao ano.

Em outubro, conforme dados divulgados nesta quarta-feira, 27, pelo BC, o juro médio do cheque ficou em 305,9% ao ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o presidente do BC, o governo estuda há cinco meses as mudanças no cheque especial, depois de pedir informações aos bancos sobre os motivos de o custo da linha não ter acompanhado a queda da taxa básica de juros, a Selic, que hoje está em 5% ao ano. Em outras linhas, ressaltou Campos Neto, o repasse foi feito.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Troféu da Copa do Mundo 2026 com estádio atrás - Imagem: Reprodução/Metlife Stadium 29 de maio de 2026 - 12:06
profissões mais bem pagas 29 de maio de 2026 - 11:51
carteira de trabalho clt SD 28 de maio de 2026 - 14:57
28 de maio de 2026 - 14:10
instagram meta m1ta34 (1) 28 de maio de 2026 - 13:35
Site da CVM 27 de maio de 2026 - 16:29
Cybertruck, utilitário da Tesla 27 de maio de 2026 - 15:45
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia