Menu
2019-08-08T13:59:06-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
nos ares

No setor aéreo, demanda global acelera em junho

RPK expandiu 5,0% em junho ante igual mês de 2018 – pouco acima da alta de 4,7% verificada em maio -, segundo a Iata

8 de agosto de 2019
13:56 - atualizado às 13:59
Aeroporto
Imagem: Shutterstock

A demanda mundial por transporte aéreo de passageiros (medida em número de passageiros por quilômetro voado, ou RPK) expandiu 5,0% em junho ante igual mês de 2018 - pouco acima da alta de 4,7% verificada em maio -, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) nesta quinta-feira, 8.

A entidade reúne cujas companhias associadas somam 82% do tráfego aéreo global.

No mesmo período, a oferta de assentos (assentos-quilômetros ofertados, ou ASK) aumentou 3,3%, resultando em uma alta de 1,4 ponto porcentual (p.p.) da taxa de ocupação dos voos, para 84,4%, nível recorde para meses de junho.

Guerra comercial

A Iata observa que, há um ano, as taxas de crescimento eram mais robustas, em torno de 7,6%. Isso reflete, segundo a entidade, incertezas econômicas e as tensões comerciais entre grandes potências, como EUA e China.

Na abertura por regiões, África e Oriente Médio apresentaram as maiores taxas de crescimento na base anual (11,7% e 7,8%, respectivamente). Com exceção do Oriente Médio, todas as regiões atingiram taxas de ocupação recordes para um mês de junho.

Na América Latina, a demanda aérea subiu 5,8% ante junho de 2018, enquanto a oferta cresceu 2,5%, resultando em um aumento de 2,6 p.p. da taxa de ocupação, para 84,0%. "O enfraquecimento das condições econômicas em uma série de países da América Latina, incluindo Argentina e Brasil, fez com que o FMI reduzisse suas projeções econômicas para a região em 2019 e enfraqueceu a demanda por transporte aéreo."

Especificamente em relação ao Brasil, a associação de companhias aéreas afirma que o tráfego aéreo doméstico caiu 5,7% em junho ante igual mês de 2018, piorando na comparação com o recuo de 2,7% registrado em maio.

"A forte baixa reflete principalmente o colapso da Avianca Brasil, quarta maior empresa do mercado brasileiro, que detinha aproximadamente 14% de participação de mercado."

*Com Estadão Conteúdo 

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

App da Pi

Aplique de forma simples, transparente e segura

Boletim focus semanal

Mercado eleva projeção para Selic em 2021

A taxa de juros que estava projetada em 6,25% agora vai para 6,50% até o final do ano. Para 2022, 2023 e 2024 a Selic permaneceu em 6,50%

O melhor do seu dinheiro

A B3 terá uma rival? Oportunidades no segmento de tecnologia, energia solar ganhando força e outras notícias do dia

Todo grande herói precisa de um antagonista à altura, nem que seja apenas para realçar seus feitos. Podemos até admitir que Gotham City seria uma cidade muito mais segura sem o Coringa, mas o que o Batman faria se não tivesse o grande inimigo? O mesmo acontece nos esportes. Michael Schumacher venceu sete campeonatos da […]

Fechando o cerco

Bitcoin cai 6% após Banco da China ameaçar encerrar contas envolvidas com criptomoeda

Além disso, a retirada de mineradores do país está afetando a taxa de mineração, que valida e dá segurança para a rede do bitcoin

Interesse estrangeiro

IPOs de grandes empresas devem trazer mais investidor estrangeiro para a Bolsa

Desde janeiro, o saldo de dinheiro estrangeiro na B3, a bolsa de valores de São Paulo, já chega a R$ 44 bilhões – número que contrasta fortemente com o primeiro semestre do ano passado

De volta no mercado

Brasil ‘reestreia’ no mercado de fabricação de TV

Agora o movimento de volta das nacionais é capitaneado por três indústrias com tradição na fabricação de eletroportáteis e eletrônicos: Mondial, Britânia e Multilaser.

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies