Menu
Dados da Bolsa por TradingView
2019-04-04T14:18:57-03:00
Estadão Conteúdo
Menos tarifas e mais rendimentos

Tesouro Direto terá corte na taxa de custódia a partir de janeiro

Tarifa cobrada pela B3 atualmente é de 0,3% ao ano. A partir de 2019, será de 0,25% ao ano

27 de dezembro de 2018
20:46 - atualizado às 14:18
Ilustraçãodinheirovoandohomem
Mudança negociada na B3 vai permitir mais R$ 26 milhões em rendimentosImagem: Pomb

O Tesouro Nacional anunciou nesta quinta-feira, 27, a redução da taxa de custódia cobrada pela B3 de quem aplica recursos no Tesouro Direto. A taxa que hoje é de 0,3% ao ano passará a 0,25% ao ano a partir de 2019. Segundo o secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira, a mudança negociada com a B3 vai proporcionar R$ 26 milhões a mais em rendimentos para os investidores do Tesouro Direto.

O Tesouro Direto é uma plataforma lançada pelo governo para facilitar o investimento em títulos públicos. Hoje, são 2,9 milhões de investidores cadastrados e um estoque de R$ 53,158 bilhões aplicados.

No mês passado, quase dois terços dos que aplicaram recursos no Tesouro Direto compraram títulos em valor até R$ 1 mil, o que mostra a adesão de pequenos investidores, segundo o órgão.

A mudança na taxa da B3 ocorre logo após grandes bancos terem zerado a taxa de administração que era cobrada dos investidores que buscavam essas casas para aplicar os recursos. Embora algumas corretoras já tivessem implementado a isenção na taxa de administração, grandes bancos cobravam em média 0,5% sobre as aplicações.

Segundo Ladeira, essa medida já havia potencializado os rendimentos dos investidores em algo próximo a R$ 100 milhões ao ano.

"O Tesouro já era competitivo em relação a fundos de investimento, que chegam a cobrar taxa de 2% de administração, e agora ficou ainda mais competitivo", afirmou o secretário-adjunto.

De acordo com ele, não foi possível reduzir ainda mais a taxa de custódia da B3 porque ela tem um custo de administração para manter o sistema funcionando. Além disso, a B3 arca com toda a parte de educação financeira, o que é visto como um "custo positivo" pelo Tesouro Nacional.

"Poderia reduzir mais a taxa, mas perderia agenda de educação financeira, que é pauta muito cara pra nós. Mas está na nossa agenda uma revisão constante", afirmou Ladeira.

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Quem é a Pi

Uma plataforma de investimentos feita para ajudar a atingir seus objetivos por meio de uma experiência #simples, #segura, #acessível e #transparente.

De volta ao jogo

Como ficam os seus investimentos em renda fixa com a Selic em 6,25%

Renda fixa “voltou ao jogo”, mas ainda não dá para ficar rico. Veja como fica o retorno das aplicações conservadoras agora que o Banco Central elevou a Selic mais uma vez

entrevista

BC briga para recuperar a credibilidade e poderia ter acelerado alta da Selic, diz economista-chefe da gestora Garde

Para Daniel Weeks, BC passou mais tempo do que o necessário com a sinalização de que manteria taxa de juros muito baixas; ele avalia que aumento poderia ter sido de 1,25 ponto e que discussão sobre fim do ciclo de ajustes ainda não acabou

Seu Dinheiro na sua noite

Seguindo a rota planejada

Decisão da Selic pelo Copom, juros nos Estados Unidos, dólar em alta e muitas outras notícias que mexeram com o mercado hoje

Vai mudar

Ultrapar (UGPA3): Marcos Lutz, ex-presidente da Cosan, assumirá como CEO em janeiro de 2022

Lutz já era membro do conselho de administração da Ultrapar (UGPA3) e, após o período como CEO, deve virar presidente do colegiado

Bota para subir

Após nova alta da Selic, FMI apoia aperto monetário adotado pelo Banco Central para combater inflação

Os diretores do órgão também aprovam o compromisso do BC intervenções limitadas para conter condições desordenadas de mercado

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies