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Melhora de saúde, maior tempo de TV e possível abstenção de eleitores de baixa renda explicariam favoritismo do capitão
Relatório da consultoria Eurasia afirma que a pesquisa Ibope divulgada ontem reforça a convicção da casa em um segundo tuno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad. Mas que embora a mesma pesquisa mostre o petista na frente em uma disputa de segundo turno, a avaliação é de que a vantagem seria de Bolsonaro, que levaria com 55% dos votos.
A pesquisa Ibope mostrou Haddad seis pontos acima de Bolsonaro, com 43% a 37% em comparação com pesquisa anterior, divulgada em 18 de setembro, que apontava empate de 40% no caso de decisão em 28 de outubro. A probabilidade de segundo turno atribuída aos dois competidores subiu de 70% para 80%.
Segundo a Eurasia, que já vinha apostando nesse crescimento de Haddad, o candidato petista cresce conforme passa ser mais conhecido do público. A confirmação de seu nome como “candidato do Lula” aconteceu faz duas semanas e o partido tem sido eficaz em passar essa mensagem. A expectativa da consultoria é de que Haddad tem espaço para crescer um pouco mais entre os simpatizantes do partido, mas permanece com uma pequena desvantagem em eventual segundo turno.
Para a Eurasia, Bolsonaro tem uma ligeira vantagem, com 55% de chance de ganhar a eleição. Entre os motivos listados está a melhora de seu estado de saúde, que acontece de forma mais rápida.
“Embora não acreditemos que ele participará de eventos de campanha em locais abertos, ele parece saudável para começar a gravar vídeos para televisão e mídias sociais em uma tentativa de reduzir sua rejeição, que aumentou na pesquisa Ibope de 42% para 46%”, diz o relatório.
Fazendo uma avaliação mais ampla, a Eurasia acredita que a dinâmica eleitoral tende a favorecer mais Bolsonaro no segundo turno. Enquanto Bolsonaro está sendo martelado com publicidade negativa nesta etapa da eleição, tanto Haddad quanto PT estão escapando desses ataques (ou apanhando menos).
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Já no segundo turno, pondera a consultoria, o PT será atacado por Bolsonaro, que pode associar o partido aos escândalos de corrupção e à defesa de um ex-presidente condenado e preso pela Justiça. Pontos que Haddad mostrou dificuldade para defender ou explicar, como visto na entrevista ao “Jornal Nacional”.
“Em um momento no qual os eleitores estão procurando um presidente que represente a mudança do atual establishment político, que reduzirá a corrupção e o crime, Bolsonaro pode explorar tanto sua falta de envolvimento com a Lava Jato, quanto sua posição linha dura contra os criminosos para ganhar votos de centro-direita e anti-PT. Além disso, em um eventual segundo turno, ambos os candidatos dividem 50% do tempo da televisão, dando a Bolsonaro muito mais exposição para se defender e atacar o fraco histórico de corrupção do PT”, escreve a Eurasia.
Para a Eurasia é preciso saber qual o real apoio a Bolsonaro no dia das eleições. A tendência de crescimento de Haddad é clara, mas a consultoria explica que as pesquisas nacionais face-a-face que estão sendo feitas podem estar exagerando os níveis de apoio a Haddad se o dia da eleição for caracterizado por elevada taxa de abstenção. Algo que tende a ser maior entre os eleitores de menor renda, maior parte da base do petista. “Nós suspeitamos que isso possa acontecer”, diz o relatório.
Ainda de acordo com a consultoria, as pesquisas por telefone podem capturar melhor a probabilidade de um eleitor aparecer para votar. Mas tendem a ter um viés para eleitores mais informados, exagerando, assim, o apoio de Bolsonaro. Como exemplo, a pesquisa atual do BTG/Pactual mostrou Bolsonaro com 33% de apoio, e à frente de Haddad em um segundo turno por quatro pontos (44% contra 40%).
“A verdade provavelmente está em algum lugar no meio. Mas só poderemos determinar o tamanho desses possíveis vieses após a votação do primeiro turno.”
Para os demais candidatos, a Eurasia não prevê grandes modificações no quadro atual. Se algo mudar, pode ser uma breve queda de intenção de voto em Ciro Gomes já que a exposição de Haddad aumenta em função da maior probabilidade de estar em um eventual segundo turno.
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