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Candidato do PSL defende que o ensino a distância seja implantado desde a educação básica até a faculdade
As eleições de 2018 ainda não terminaram, mas a Kroton já está pronta para adaptar seus negócios para uma das propostas mais polêmicas de Jair Bolsonaro na educação. E quem pode ganhar com esses movimentos é você, investidor de bolsa.
O candidato do PSL defende que o ensino a distância seja implantado desde a educação básica até a faculdade. Com o chamado EaD, Bolsonaro disse que pretende baratear os custos com a educação no país, além de eliminar o que ele chamou de doutrinação dos alunos. Atualmente existem cursos à distância somente no ensino superior.
Pensando na possibilidade dessa ideia vingar, o presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, disse que a companhia já possui planos para entrar no mercado a distância caso essa venha a ser uma demanda de escolas públicas e privadas. Com isso, a ideia do capitão pode acabar trazendo novas frentes de negócios para a Kroton, ampliando suas margens e movimentando o preço dos papéis da companhia na B3.
Vale lembrar que, no começo de outubro, a Ana Paula Ragazzi já tinha alertado aqui no Seu Dinheiro sobre o desempenho positivo das ações de educação durante as eleições. Se você não conferiu essa dica, te deixo como sugestão de leitura.
Para a Kroton, esse projeto de EaD teria maior espaço de crescimento em disciplinas não-obrigatórias no Ensino Médio. O diretor presidente de Educação Básica da Kroton, Mario Ghio, afirmou que o tema tem sido mais discutido pelo Conselho Nacional de Educação dentro do contexto da reforma do Ensino Médio.
Ghio afirma que existe a defesa de que o EAD seja usado nos temas chamados de "discricionários", que são as disciplinas de fora da grade obrigatória, relacionadas à trajetória de carreira que o aluno deseja seguir. Um aluno de ensino médio que deseja cursar faculdade na área de Saúde, por exemplo, poderia buscar material de ensino a distância sobre o tema.
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Mesmo em um eventual governo Haddad, os dirigentes da Kroton acreditam que o programa de mudanças na educação deve continuar. "É um programa de Estado, não de governo", diz Ghio.
Pensando nas possíveis mudanças da educação no Brasil com Bolsonaro, a aquisição da Somos Educação, concluída na semana passada, favorece ainda mais o ambiente de negócios da Kroton, que ampliou sua atuação no ensino básico, com escolas próprias e editoras de livros didáticos e com oferta de sistemas de ensino e serviços de apoio a escolas privadas.
Vale lembrar que a Kroton também está com um processo de Oferta Pública de Aquisição (OPA) das ações da Somos, que deve ser concluído até maio do ano que vem.
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