O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Presidente chinês fez crítica indireta aos EUA sobre “unilateralismo” enquanto presidente russo pediu menos sanções e mais diálogo
O presidente da China, Xi Jinping, disse nesta sexta-feira,30, durante discurso em uma sessão de trabalho dos Brics às margens da cúpula do G20, que cabe ao grupo de países afirmar o multilateralismo e refutar o unilateralismo e o protecionismo. A fala foi acompanhada pelos presidentes do Brasil, Michel Temer, da Rússia, Vladimir Putin, e da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e pelo premiê da Índia, Narendra Modi.
"Cabe aos Brics fortalecer sua solidariedade e fortalecer a articulação. Cabe a nós, Brics, intensificar a cooperação no G20, na ONU e na OMC [Organização Mundial do Comércio]", declarou o chinês.
Sem mencionar diretamente os Estados Unidos e a sua política de "América primeiro", ele alertou sobre como o "unilateralismo" vem ganhando força e minando os laços de cooperação econômica, em um "desserviço" ao comércio global.
Para Xi, as reformas da OMC atualmente debatidas por Washington em conjunto com a União Europeia e o Japão não podem acabar por descartar os "valores norteadores" da instituição. "As condições usufruídas por países em desenvolvimento na OMC devem ser preservadas", pediu.
Não por acaso - o presidente dos EUA, Donald Trump, e autoridades econômicas na Casa Branca vêm intensificando as críticas à China por gozar do status de economia em desenvolvimento na OMC.
Xi reservou o final do seu discurso para fazer um "agradecimento especial" a Temer pela relação de trabalho "estreita" e os "laços de amizade" criados entre os dois presidentes, declarando apoiar plenamente o Brasil ao assumir a presidência dos Brics em 2019.
Leia Também
Já o presidente russo disse que medidas como sanções levam à "contração de laços econômicos" e que a solução para questões comerciais deve ser alcançada por meio do diálogo.
Além disso, Putin destacou que "gostaríamos de ver avanço rumo ao desarmamento nuclear na Coreia do Norte" e defendeu que os Brics podem desempenhar um papel mais amplo no sistema financeiro internacional, ao acrescentar que "esperamos lançar títulos denominados em 'moeda Brics' em 2019". Ele ressaltou, porém, que "é importante cumprir o conjunto de regras para a implementação do Acordo de Paris".
O presidente russo desejou, ainda, êxito ao Brasil na liderança dos Brics em 2019. "Posso dizer que o presidente [Michel] Temer fez muito para fortalecer a parceria brasileira com a Rússia", destacou. O grupo reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Já dentro da abertura das reuniões oficiais do G20, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, fez um discurso em prol do diálogo. "A essência do G20 é promover o diálogo sobre as diferenças", afirmou.
Destacando que as mudanças sociais e econômicas ocorridas nos últimos tempos levaram a um aumento dos questionamentos sobre os organismos multilaterais, Macri ressaltou a importância de se buscar consensos.
"Temos a obrigação de mostrar que desafios globais se resolvem com soluções globais", Mauricio Macri, presidente de Argentina.
O líder argentino também disse que as negociações que ocorrerão no G20 deverão prosseguir após o término do evento. Entre os assuntos que serão discutidos estão: mercado de trabalho, infraestrutura, clima e comércio internacional. Participam dessas conversas o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, que devem negociar o comércio entre os dois países - fonte de grande expectativa em todo o mundo.
*Com Estadão Conteúdo
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil
Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão
Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.
Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país
Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.
Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis
Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril
Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção
Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores
Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025
Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.
Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar
A competitividade dos produtos brasileiros vai aumentar, na visão do vice-presidente. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem”, disse
Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte
“Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria”, declarou Lula, em viagem à Índia