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Disputa pelo banco conta com vários nomes, mas fontes dizem que um deles é o mais bem cotado para assumir

Ao que tudo indica, Dyogo Oliveira deve deixar o BNDES no fim do ano e passar a sua vaga para o economista Rubem de Freitas Novaes. Segundo informações do Broadcast/Estadão, esse é o nome mais bem avaliado pela equipe do governo de Jair Bolsonaro para assumir a presidência do banco a partir de janeiro. Apesar de a indicação para o comando ainda não estar definida, alguns nomes já ventilam nos bastidores do novo governo.
A questão em aberto vai de encontro com a fala do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes. Na terça-feira, ele disse que as discussões sobre a formação do futuro governo ainda não haviam chegado às estatais. Segundo uma fonte ouvida pelo Broadcast, a definição sobre quem irá comandar as estatais poderá se estender por todo o mês de novembro.
Apesar de já ter sido diretor do BNDES, presidente de Sebrae e trabalhar com Guedes no programa de governo de Bolsonaro, Novaes não é o único na disputa pelo BNDES. Também estão no páreo os nomes de Carlos da Costaque (que foi diretor do BNDES até abril e também integra a equipe de Guedes), Joaquim Levy (ex-ministro da Fazenda no segundo governo Dilma Rousseff, comandou a Secretaria de Fazenda do Rio no governo Sérgio Cabral e hoje é diretor financeiro do Banco Mundial) e Eduardo Centola (sócio e copresidente do Banco Modal).
*Com Estadão Conteúdo.
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