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IBC-Br no Brasil e vendas no varejo dos EUA podem agitar as apostas do mercado financeiro em relação ao Fed e ao Copom na semana que vem
A semana chega ao fim com o mercado financeiro já à espera dos eventos previstos para os próximos dias, quando os bancos centrais do Brasil (Copom) e dos Estados Unidos (Fed) decidem sobre suas respectivas taxas de juros. Enquanto aguardam, os investidores recebem hoje a última grande leva de indicadores econômicos relevantes, que podem agitar os negócios nesta sexta-feira.
No Brasil, o destaque fica com o índice de atividade econômica do Banco Central. Após as inesperadas altas nas vendas do varejo e no setor de serviços em julho, a estimativa de queda de 0,10% para o IBC-Br em relação a junho pode ser pessimista, abrindo espaço para novas surpresas agradáveis.
Já no confronto anual, a previsão é de alta de 1,00%. Os números efetivos serão divulgados em novo horário, às 9h, e tratam-se do único indicador doméstico previsto para o dia. Será também a última divulgação relevante antes da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na semana que vem, promovendo os ajustes finais em relação à Selic.
Para este mês, as apostas já estão consolidadas e o mercado financeiro precifica 90% de chance de corte de 0,50 ponto no juro básico, renovando o piso histórico em 5,50%. Ainda há espaço para um ajuste residual nos dois últimos encontros deste ano, de 0,25 ponto, cada. Mas é o comunicado do Copom na próxima quarta-feira que irá calibrar novas quedas.
A depender da sinalização da autoridade monetária, caberá ajustes na curva de juros futuros. Mas será importante observar o comportamento do dólar que, aliás, completa hoje quatro semanas sendo negociado na faixa de R$ 4,00. Muitas instituições financeiras já revisaram a previsão para a taxa de câmbio ao final deste ano, indicando que o patamar é um “novo normal” para o dólar.
Mas essas mesmas “casas” se negam em dizer que pode haver um repasse cambial (pass through) na inflação, pressionando os preços no atacado e elevando os custos na oferta. De qualquer forma, o cenário inflacionário benigno, com o IPCA distante do alvo central perseguido pelo BC neste ano, comporta eventuais pressões - se houver.
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Já no exterior, merece atenção o desempenho do comércio varejista nos EUA em agosto (9h30). Após o salto do núcleo da inflação ao consumidor norte-americano (CPI) para o maior nível em mais de dez anos, em 2,4% no acumulado em 12 meses, é importante medir o consumo no varejo, de modo a aferir eventuais pressões inflacionárias à frente. A previsão é de desaceleração no ritmo de vendas para +0,3%, de +0,7% em julho.
Ainda assim, o mercado financeiro avalia que o aumento do núcleo do CPI no mês passado não impedirá o Federal Reserve de cortar a taxa de juros norte-americana na semana que vem. Porém, os sinais de pressão inflacionária, se confirmados, podem aumentar a resistência em torno de um ciclo mais agressivo de flexibilização monetária, desapontando parte dos investidores e o próprio presidente dos EUA, Donald Trump.
Também às 9h30, nos EUA, saem os preços de importação e de exportação em agosto (9h30), portanto, ainda antes do impacto das mais recentes tarifas impostas no início deste mês. Ainda no calendário norte-americano, às 11h, é a vez dos estoques das empresas em julho e da versão preliminar de setembro do índice de confiança do consumidor.
Enquanto aguardam os indicadores econômicos do dia, os mercados internacionais se sustentam no campo positivo, mantendo a busca por ativos de risco. A sessão na Ásia, porém, foi esvaziada, devido a um feriado na China e em vários outros países da região em homenagem à Lua e à chegada do Outono (中秋节).
No Ocidente, as praças europeias e os índices futuros das bolsas de Nova York estão em alta, após sinais de esfriamento na guerra comercial entre EUA e China. Segundo o Wall Street Journal (WSJ), Pequim estaria tentando limitar o escopo das próximas negociações, na esperança de resolver algumas das principais pendências e romper meses de impasse.
Trump, por sua vez, estaria aberto a um acordo comercial provisório. Ontem, relatos de que Washington estaria disposto em aceitar um acordo interino agitou o mercado financeiro, mas a negativa vinda da Casa Branca decepcionou os investidores. Ao que tudo indica, porém, Trump já não descarta um pacto provisório, algo que é do interesse de ambos os lados.
Resta saber até quando a trégua entre EUA e China irá durar. O grande “se” é se o Fed optar por não fazer nada ou cortar os juros na semana que vem e não acenar continuidade no movimento de baixa. Algo que pode despertar, novamente, a ira de Trump, como visto após a reunião de agosto. A conferir.
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