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Parecer a ser lido na comissão especial deve trazer várias alterações, trazendo dúvidas sobre a economia fiscal a ser gerada com a reforma
É grande a expectativa do mercado financeiro brasileiro pela apresentação do relatório da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados hoje, a partir das 9h30. Relatos de que o texto trará várias alterações, excluindo estados e municípios da proposta e também eliminando o regime de capitalização, elevaram a cautela entre os investidores ontem.
A grande dúvida é em relação à potência fiscal da proposta de novas regras na aposentadoria, caso essas mudanças sejam mantidas no texto a ser apreciado no plenário da Casa. Fala-se que a economia seguirá próxima a R$ 1 trilhão em dez anos, podendo cair a R$ 800 bilhões. Mas esses números podem estar inflados.
Afinal, também devem ficar de fora do parecer o benefício a idosos e deficientes de baixa renda (BPC), além da aposentadoria rural. Outro ponto do relatório que deve alterar o texto original é sobre a idade mínima para professoras se aposentarem, sendo que o tempo de contribuição das mulheres também deve ser menor, passando de 20 para 15 anos.
Tais mudanças atendem a pedidos de deputados, dando maiores chances de aprovação. Mas nada está confirmado, pois a leitura do parecer do relator, Samuel Moreira, é apenas o ponto de partida para as discussões na comissão especial. A previsão é de que as negociações ocorram na terça e quarta-feira da semana que vem, com a votação do relatório devendo acontecer no dia 25.
Tudo isso em meio ao feriado nacional na próxima quinta-feira e às tradicionais festas no fim do mês, que tendem a esvaziar o Congresso, com os parlamentares ficando em seus redutos eleitorais. Ainda assim, se a votação ocorrer mesmo daqui a duas semanas e as mudanças trazidas no parecer forem aprovadas na comissão não se trata de algo definitivo.
A ideia, por exemplo, é incluir servidores estaduais e municipais no projeto a ser votado no plenário da Câmara por meio de emenda. Mas a proposta só será incluída se os governadores conseguirem angariar apoio dos deputados. O presidente da Casa, Rodrigo Maia, espera votar o texto na primeira semana de julho, antes do recesso parlamentar.
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Como se já não bastasse a grande expectativa pela leitura do relatório da reforma da Previdência, o mercado financeiro também digere o noticiário de ontem à noite, sobre a Petrobras e o vazamento de novas conversas em torno da Operação Lava Jato.
A estatal petrolífera decidiu acabar com a periodicidade de reajustes dos combustíveis, dando fim à política de preços iniciada em outubro de 2016. A partir de agora, as mudanças serão realizadas sem periodicidade definida, segundo as condições de mercado e do ambiente externo. Tal decisão permitirá uma redução imediata no preço do óleo diesel.
Já a nova leva de arquivos obtidos pelo site The Intercept Brasil mostrou o procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol em conversa com o ministro da Corte Suprema (STF) Luiz Fux sobre a “queda de braço” entre o então juiz Sergio Moro e Teori Zavascki, à época também ministro e relator da Lava Jato no STF.
A conversa entre Fux e Dallagnol ocorre um mês após Teori criticar Moro por divulgar conversa telefônica da então presidente Dilma Rousseff com o ex-presidente Lula sobre a intenção dela de colocá-lo como ministro da Casa Civil. Fux disse para Dallagnol “contar com ele”, indicando apoio do ministro ao procurador e a falta de isenção.
Ao contar para Moro, o atual ministro da Justiça disse: “Excelente. In Fux we trust”. O ministro do STF, é bom lembrar, foi responsável por barrar uma entrevista de Lula no ano passado. Como deixam claro conversas entre procuradores, temia-se que eventual entrevista pudesse favorecer o petista Fernando Haddad na disputa eleitoral.
Além de todos esses fatos e eventos internos, os mercados domésticos também devem monitorar o ambiente externo. Após dias de ganhos, os ativos de risco lá fora mostram fôlego encurtado para seguir em frente, com os negócios exibindo oscilações laterais, em meio à cautela dos investidores, que estão divididos entre as tensões comerciais entre Estados Unidos e China e a perspectiva de corte de juros por parte do Federal Reserve.
Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram na linha d’água, com um ligeiro viés positivo, após uma sessão sem rumo definido na Ásia, onde Tóquio liderou as perdas (-0,5%). Na Europa, as principais bolsas da região tentam seguir a direção vinda de Wall Street e ensaiam alta.
Nos demais mercados, o petróleo sobe mais de 2%, após um ataque no Golfo de Omã. O dólar, por sua vez, mede forças em relação às moedas rivais, perdendo terreno para o euro, mas avançando frente ao iene. Já o xará australiano recua. O rendimento do bônus norte-americano de 10 anos (T-note) oscila acima de 2,10%.
Dados econômicos sobre a atividade na indústria e no setor de serviços na China em maio são o grande destaque da agenda do dia. Os números, porém, só serão conhecidos à noite e devem confirmar a perda de tração da segunda maior economia do mundo, em meio à guerra comercial com os EUA.
Durante a manhã, saem dados sobre o desempenho no setor de serviços no Brasil em abril (9h), além dos pedidos semanais de seguro-desemprego feitos nos EUA e dos preços de importação e de exportação em maio - ambos às 9h30. Na Europa, merece atenção os números da produção industrial em abril, logo cedo.
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