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Inflação de janeiro veio mais alta do que se esperava nos EUA e adiou apostas em relação a início dos cortes de juros pelo Fed
Os investidores seguem o sentimento positivo das bolsas no exterior, apesar de os futuros de Nova York ainda não registrarem altas mais firmes
Se o Fed não tivesse elevado os juros, a inflação teria caído? Se Trump não fosse favorito à reeleição, a bolsa americana estaria subindo? Se a Arezzo tivesse levado a Hering lá atrás, existiria espaço para a fusão com Soma?
Na folia da terça-feira (06), Ibovespa alcançou os 130 mil pontos, mas o Bloquinho dos Bancões pode atrapalhar a festa hoje
O último relatório de emprego dos EUA surpreendeu positivamente e levou o mercado a adiar expectativa com o início de um ciclo de cortes os juros — e isso é bom para o dólar no curto prazo
O número de divergências nos mercados e na economia americana pode determinar em boa parte a performance dos mercados
O UBS explica as razões que empurrarão as duas commodities para cima neste ano e o que vai acontecer com o dólar
Em entrevista concedida ao programa ‘60 Minutes’, Powell reiterou que o Fed segue comprometido com o combate à inflação nos EUA
O balanço deflagrou uma onda de vendas de ações dos credores médios nas bolsas de Nova York, que evocou as turbulências que vitimaram o Silicon Valley Bank (SVB)
Além disso, outros indicadores fundamentais incluem o relatório mensal do Banco Central Europeu (BCE) e as reservas cambiais da China
A economia norte-americano criou 353 mil vagas em janeiro, muito acima da previsão de 185 mil, enquanto o desemprego caiu e o salário aumentou — números que podem atrapalhar o caminho de quem investe em ações; entenda por quê
Essa situação de falta de consenso costuma demarcar os preâmbulos de grandes direcionamentos do fluxo de capital global
O Fed manteve a taxa de juros como amplamente esperado, mas um comunicado duro derrubou as bolsas em Nova York e deixou a dúvida sobre o que falta para o ciclo de afrouxamento monetário começar por lá
O time do banco central norte-americano realizou a partida desta quarta-feira (1) com o placar definido — o que a torcida quer saber agora é quando começa a goleada do corte de juros
A maioria do mercado aposta em uma nova redução de meio ponto percentual nos juros hoje e nas próximas reuniões do Copom
Fed não deve sinalizar um corte de juros já em março, mas cenário global é otimista e futuro alívio monetário tende a ser benéfico para ativos de risco
O gestor Rodrigo Azevedo vê prêmio no Brasil, sem grandes riscos de curtíssimo prazo — mas não o suficiente para construir uma posição estrutural no portfólio
Aqui no Brasil a expectativa é de mais um corte de 0,50 ponto percentual nos juros, dos atuais 11,25% para 10,75% ao ano
Apesar do recorde de fechamento do S&P 500 na última sexta-feira (19), a recuperação dos principais índices dos Estados Unidos estagnou nas últimas semanas
Confira a edição de 17/01/2024 da newsletter Diário de Bordo